@faellcst@FlavioBolsonaro Bem se nota, que a milícia digital formada pelo Janones está a pleno vapor. Só que essa montagem mal feita não cola para mais ninguém! Kkkkkkkk
Exato, Flávio. Cada um tem um papel e isso já está bem claro. Fazer campanha é isso: desgastar o Lula e cia, convencer a opinião pública, defender ideias e convencer quem não está com a gente. E esse papel já tenho feito desde o primeiro dia. Entender isso não é difícil. Difícil é fazer. Porque nem todos conseguem. E tudo bem, cada um tem seu papel. Não quero que todos sejam iguais. Vamos em frente, temos um Brasil pra salvar!
O delegado que sentiu a dor que a lei ignorou
Na madrugada de 22 de janeiro, Pedro Arthur Turra, 19 anos, espancou um adolescente de 16 anos após discussão por um chiclete. A vítima sofreu parada cardíaca por 12 minutos, teve a calota craniana removida e permanece em coma em uma UTI.
Pedro foi preso em flagrante. No dia seguinte, pagou R$ 24,3 mil de fiança e foi solto. A juíza Ana Claudia Loiola entendeu que a conduta "não evidencia periculosidade exacerbada".
Enquanto isso, o delegado Pablo Aguiar investigava. O que encontrou foi assustador: quatro inquéritos policiais contra o mesmo agressor.
Em junho de 2024, Pedro forçou uma adolescente a beber vodka. Depois, torturou a mesma garota com taser, descarregando o aparelho completamente enquanto ria. No mesmo mês, espancou jovem em praça. Em julho, agrediu homem de 49 anos.
Nesta sexta-feira (30/1), durante coletiva de imprensa, ao falar sobre o depoimento da adolescente torturada, Pablo Aguiar chorou.
"Sinto a dor de um pai", disse, a voz embargada. "Ele não tem condição de viver em sociedade."
Ali estava a diferença entre quem vê processos e quem vê pessoas. A juíza encontrou "ausência de periculosidade" em quatro inquéritos. O delegado identificou um sociopata que tortura rindo.
Pablo fez seu trabalho: reuniu provas, documentou padrões, ouviu vítimas. Revelou que mais de 10 pessoas têm medo de denunciar Pedro. Agora deposita esperança no Ministério Público, especialmente no Gaeco, e no Judiciário para que "enxerguem o caso com mais seriedade".
Um delegado não deveria precisar chorar em público para que o sistema leve a sério um torturador. Mas talvez suas lágrimas sejam o alerta que faltava: isso não é burocracia. São vidas destroçadas.
@Ma1Ferreira@JovemPanNews Você deve ser muito ignorante. Trata-se de uma morte comemorada por um ser que cuida e preserva vidas. Ele não mencionou vínculo político, portanto não houve esse motivo. O crime foi cometido em cima de uma família que chora pela morte do seu ente querido.
Você desconhece leis.
@RafaelFontana Foi sim.. pois é proibido trocar de assento em voos de avião. Ela agiu corretíssima.
Se a mãe quisesse assentar na janela, tinha que ter comprado com antecedência para escolha do assento.