ENQUETE / La mafia du foot argentin 🇦🇷
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Attouchement sur mineurs, blanchiment, détournement, faux et usage de faux : la Fédération argentine de football connaît une litanie de scandales et enquêtes (notamment du FBI) mais a été couverte et protégée par la FIFA depuis des années
Qui, quoi, comment et avec les documents...
Keep the faith !
@RdoReisFilho@mariosabinof E era legal mesmo. Três linhas, as vezes enigmáticas, de Sabino e Mainardi. E ainda respondiam e publicavam as perguntas dos leitores. Bons tempos.
O Tempo e a Morte
O Tempo perguntou à Morte:
- Por que os humanos têm tanto medo de você?
A Morte respondeu:
- Porque eles acham que eu sou o fim de tudo.
Tempo:
- E você não é?
Morte:
- Sou apenas o fim daquilo que eles conhecem.
O Tempo ficou em silêncio por um momento.
- Eles também têm medo de mim. Dizem que eu também levo a infância, a juventude e os rostos que eles amavam.
A Morte sorriu e disse:
- Eles esquecem que você também foi quem lhes deu todas essas coisas.
O Tempo pensou por um instante.
- Talvez eu apenas revele que nada permanece igual. Mas eu não tiro nada deles. Eu simplesmente continuo seguindo em frente. Tudo muda como as estações.
A Morte olhou para ele e disse:
- É por isso que eles nos odeiam. Você mostra que nada fica para sempre. E eu mostro que tudo precisa partir um dia.
Créditos do vídeo: IG / miidnightstore
🔫🥊💣 Como a situação está esquentando no OM, vou adiantar: Estou lançando o @TechWarBR, um perfil dedicado a cobrir conflitos, tecnologia e História, com toques de OSINT (Open Source Intelligence).
Quem gosta das minhas coberturas de guerras mas não tem paciência pras bobagens do dia-a-dia, ou quer uma cobertura focada, é só seguir!
Um novo mecanismo de busca online alemão está ajudando as pessoas a descobrir se seus antepassados foram membros do Partido Nazista, que governou a Alemanha de Adolf Hitler entre 1933 e 1945. A ferramenta online, chamada Zeit Online NSDAP-Mitgliederkartei, foi criada pelo jornal Die Zeit com arquivos da Alemanha e dos Estados Unidos. Ela permite que qualquer pessoa pesquise vários milhões de fichas de filiação do Partido Nazista, as "NSDAP-Mitgliederkartei", em poucos segundos.
Segundo o Die Zeit, desde o lançamento do mecanismo, no início deste mês, a procura foi "avassaladora", com milhões de acessos e compartilhamentos. As informações contidas nas fichas podem revelar aos alemães se seus antepassados eram nazistas ou inocentes. O tema ainda é sensível: muitas famílias nunca discutiram seu passado na época do nazismo.
Passadas oito décadas do fim da Segunda Guerra, ainda hoje é possível descobrir fatos sobre o período. Sabe-se que, entre 1925 e 1945, cerca de 10,2 milhões de alemães se tornaram membros do Partido Nazista.
Via: BBC News Brasil
- Quer bala?
- Você já sabe se eu vou aceitar?
- Que oráculo eu seria se não soubesse?
- Mas, se você já sabe, como posso escolher?
- Você não veio fazer uma escolha. Você já a fez. Está aqui pra entender porque fez essa escolha.
Há algo um pouco perturbador nessa ideia de já termos escolhido antes mesmo de percebermos que havia uma escolha. Como se a consciência fosse apenas uma lanterna acesa depois do caminho já percorrido, iluminando pegadas que nunca tivemos a chance de evitar.
Veja o universo. Ele não pede licença para existir. Ele simplesmente acontece. Desde o instante inicial, aquilo que chamamos de Big Bang, tudo segue uma cadeia silenciosa de causas e efeitos. Galáxias se formam, estrelas nascem e morrem, planetas giram obedecendo a leis que não opinam nem questionam, apenas funcionam.
E, em algum ponto improvável dessa imensidão, surge um pensamento que pergunta: “eu escolhi isso?”
Talvez essa seja a maior ironia da existência. É que ironia, né?!
Mas pense: somos feitos da mesma matéria das estrelas, organizados pelas mesmas leis físicas que regem o movimento dos astros. Nosso cérebro, esse emaranhado gigantesco de impulsos elétricos e reações químicas, responde a estímulos, memórias, padrões. Cada pensamento, cada impulso, cada decisão pode ser rastreado como uma consequência. Uma sequência. Um desdobramento inevitável.
E ainda assim sentimos. Sentimos que escolhemos. Sentimos que temos a opção de aceitar ou não a bala.
É difícil aceitar que o livre-arbítrio talvez seja menos um poder e mais uma sensação. Uma narrativa interna que nos permite viver sem o peso esmagador de sermos apenas resultados. Porque, se tudo já está inscrito nos primórdios da existência do universo, então nossas escolhas são como órbitas: não são decididas no momento, são apenas seguidas. Certo? Errado?
Mas peraí, há um detalhe que escapa.
Se não escolhemos o que fazemos, escolhemos - ou acreditamos escolher - o que entendemos. E isso talvez mude alguma coisa, ou pelo menos mude o modo como tudo pesa.
E o bom de tudo é que entender não altera o passado, não reescreve o curso das coisas, não desloca uma única estrela em sua trajetória. Mas altera o olhar. E, talvez, seja nesse olhar que mora a única liberdade possível: a de perceber.
A de reconhecer que cada escolha feita e cada escolha não feita fazem parte de uma mesma teia invisível que começou muito antes de nós - e que continuará muito depois.
No final de tudo, talvez a pergunta nunca tenha sido “posso escolher?”, mas sim: “o que significa saber que já escolhi?”
@SayanBi718@chess24com@HansMokeNiemann é um extraordinário jogador. Tentaram acusá-lo de trapaça. Eu não acreditei e continuo não acreditando. Esta acusação caiu como uma luva para dois tipos de pessoas: aos jogadores que ele derrota e aos jogadores que tem medo de enfrentá-lo. É a desculpa perfeita.