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🚨🇧🇷 Flávio Bolsonaro definiu o deputado Alfredo Gaspar como candidato a vice-presidente em sua chapa. O parlamentar é investigado por suspeita de estupro de vulnerável e responde a inquérito no STF por suposto desvio de R$ 6 milhões em emendas.
A escolha revela o conforto de Flávio Bolsonaro: a certeza de que seu eleitorado é indiferente às acusações de corrupção que pesam contra o próprio clã. Sabendo que sua base não exige coerência ética, o candidato sente-se livre para aliar-se a figuras sob pesadas investigações.
Na psicologia individual, esse comportamento do eleitor é explicado pelo Desengajamento Moral (Bandura) e pelo Raciocínio Motivado (Kahneman): o indivíduo desliga seletivamente seus critérios éticos para não enfrentar a dissonância cognitiva de admitir erros em seu grupo.
No plano coletivo, opera a Psicologia das Massas (Freud) e o Viés do Endogrupo (Henri Tajfel): a fusão com o líder (Ideal do Eu) faz com que o grupo anule a gravidade dos delitos dos "seus", enquanto projeta toda a imoralidade exclusivamente no adversário político.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Cada pontinho de luz é um palestino assassinado em Gaza pelo Estado de Israel. Ao clicar nele, você vê nome e dados pessoais da vítima.
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🚨 ATENÇÃO! HOJE É DIA DE MOBILIZAÇÃO!
O PIX É DO BRASIL
FLÁVIO VAI ACABAR COM O PIX
Trump já deixou claro: quer acabar com o PIX. Será que Flávio Bolsonaro, que segue fielmente a agenda dele aqui no Brasil, vai querer o mesmo?
Mas o recado é direto: o PIX é do povo brasileiro, é uma conquista nossa, e ninguém vai tirar isso da gente.
Vamos subir essas tags, ocupar as redes e mostrar nossa força!
O PIX É DO BRASIL
FLÁVIO VAI ACABAR COM O PIX
Essas pesquisas só podem estar erradas. Lula fez muito em 3 anos. Tirou o Brasil do Mapa da Fome, criou o Pé de Meia, CNH barata, construiu(e consertou)centenas de estradas, isentou quem ganha até 5 mil de pagar IR, a economia vai bem, etc e 50% desaprovam seu governo?
Escândalo! Padre Júlio Lancellotti foi AFASTADO de sua paróquia e PROIBIDO de falar.
A quem interessa calar um homem que vive o Evangelho ao lado dos pobres fazendo exatamente o que Cristo ensinou?
Acabou a manifestação na Avenida Paulista: esboço uma análise. O mais importante: retornar às ruas, reagrupar o campo progressista, afirmar nossas pautas, discutir projetos de Nação na ágora, nas praças, em todas as esquinas. 2026, ano decisivo, ja principiou. E saímos na frente!
🚨 É HOJE!!!
Levantem a voz e as tags:
BRASIL CONTRA ANISTIA
POVO NAS RUAS
GOLPISTAS NA CADEIA
DEMOCRACIA SEMPRE
CONGRESSO DA IMPUNIDADE
Hoje será mais um ato histórico em defesa da nossa democracia.
🚨 MILITÂNCIA, É AGORA!
Tags do dia:
DIA 14 POVO NAS RUAS
SEM ANISTIA
SEM DOSIMETRIA
O domingo será de união nas ruas. Vamos mostrar que o povo não aceita anistia para golpistas e não compactua com manobras de dosimetria que aliviam crimes contra a democracia.
Levantem a voz e as tags:
DIA 14 POVO NAS RUAS
SEM ANISTIA
SEM DOSIMETRIA
🚨 DENÚNCIA
Perfis de parlamentares e páginas de esquerda, incluindo o meu e até o do presidente Lula, estão sendo OCULTADOS.
Falha técnica ou não, é um ATAQUE à visibilidade pública e ao debate democrático. Curtam, comentem e compartilhem para furar esse bloqueio. A militância digital faz diferença.
E episódios como este reforçam: as BIG TECHS não podem operar sem transparência. A REGULAÇÃO é urgente para proteger a democracia de decisões opacas de plataformas privadas.