Can we just be honest? these are the requirements; if you think you can be my one and only true love, you must promise to love me, and, damn it, if you fuck me, over, i will rip your fuckin' face apart.
Acho maravilhoso que meu grupo de amigos seja composto por cinco mulheres, sendo quatro lésbicas casadas e uma solteirona que odeia todo mundo. E no meio disso tudo estou eu, vivendo uma sitcom sem receber cachê.
Tenho um fascínio genuíno por pessoas bem-humoradas e espontâneas. Gente que transforma qualquer situação banal em motivo de risada e faz o mau humor desaparecer em segundos. Dito isso, meu sonho é dividir uma república com um bando de sagitarianos.
Ontem cuidei de um bebê de um ano e meio e hoje estou me recuperando dos danos físicos, emocionais e patrimoniais causados por esse pequeno criminoso. O vaso já era, minhas costas também.
O pior é que eu tentei conversar com ele numa boa, mas o cidadão tem um ano e meio e obviamente não entende porra nenhuma do que eu falo. Agora, os palavrões ele aprendeu todos. Devolvi a criança pros pais com uma atualização de vocabulário que ninguém solicitou.
Admiro quem não tem vergonha de sentir, ser vulnerável e rir alto. Nunca entendi esse culto à indiferença, como se ser frio fosse sinônimo de força. Se destruir para caber nas expectativas alheias é um preço alto demais por uma aceitação tão vazia.
Às vezes eu queria ser aquele tipo de pessoa enigmática que ninguém sabe nada sobre, ser misterioso, ter aquele ar inalcançável mas nasci com características que impossibilitam isso: falo demais e tenho opinião sobre absolutamente tudo.
Passei os últimos dias no estúdio, lapidando cada detalhe da música até ela finalmente soar exatamente como eu imaginei. Ainda não posso contar muito, mas posso dizer uma coisa: essa vai ser especial.