o diálogo dele no fim do livro com o Govinda foi o que mais me deu um choque, meio bonito, uma reflexão, seila. Foi fluido pra mim, parecia imaginável demais, como se eu estivesse lá. Falou comigo aquilo, credo. Vim até pro Twitter, precisava registrar esse momento.
terminei de ler Sidarta, do Herman Hesse. Meio profundo demais. Pelo menos no fim do livro ele descobre sua própria verdade (o que foi confortavel de ler) e o tempo acaba por ser a unica saída, o que pareceu real demais pra mim. Nao lia a muito tempo e foi tocante isso...
Tem alguém ouvindo o ray of light da Madonna em ordem aqui no condomínio. Só pode ser uma cacura que já vi por aqui mas não sei se aquela bicha teria alto bom gosto...
voltaria pro momento no teddies ontem que um dj foda colocou um remix house de me ajude a salvar os domingos da liniker e eu transcendi meu deus, acho que eu ativei a kundalini ali...