O ano é 2013. Um sujeito que era militante do PT - na corrente “O Trabalho”, se não estou equivocado - vira assessor de imprensa da única deputada federal do PT no DF. Dura pouco, vai para o mercado (BBC, creio). E então...
⏳ 13 anos depois...
Já vi muitos casos de ressentimento misturados com obsessão antes. Mas igual a esse aqui, nunca. O sujeito simplesmente não consegue parar de relacionar um partido político contra-hegemônico (como ele bem sabe, pois na OT a formação política é muito boa) ao crime organizado e faz isso pública e abertamente. A obsessão é um dado factual. O ressentimento, embora notório, é um mistério em relação à origem. Eu até suspeito de onde venha, mas deixa pra lá...