Uma das cenas mais constrangedoras da política é essa. Revoltante pagar 60 mil reais para um político ficar em um podcast batendo boca em inglês com um rockeiro. É muita vagabundagem.
Nesta Páscoa, celebremos o palestino 🇵🇸 filho de carpinteiros que açoitava banqueiros e capitalistas, repartia comida aos pobres, andava com mendigos e prostitutas e que foi traído aos imperialistas romanos e rabinos sionistas por um capitalista que se vendeu por moedas.
🚨 URGENTE: vazou o áudio do deputado Guto Zacarias, do MBL, induzindo a ex-companheira a realizar aborto!
"Não tem motivos para não fazer", disse ele.
O deputado foi denunciado pelo MP e virou réu na justiça por coagir a ex, de 22 anos.
🚨O FIM DOS REDPILL
Meta e TikTok estão banindo criadores de conteúdo Redpill diretamente no hardware de seus computadores e celulares.
Limpeza do lixo começando.
Sim, estou processando o apresentador Ratinho.
Sei que, pela audiência irrisória de seu programa, que até onde sei não agrada nem suas chefes no SBT, lhe resta apelar à violência.
Porque o que o apresentador cometeu foi uma violência, um ataque, e não foi só contra mim.
Ratinho interrompeu seu programa pra dizer que mulheres trans não são mulheres, que mulheres que não menstruam não são mulheres, que mulheres que não têm útero não são mulheres e que mulheres que não têm filhos não são mulheres.
Este ataque de Ratinho foi contra todas as mulheres trans e contra todas as mulheres cis que não menstruam mais ou nunca menstruaram.
Foi contra todas as mulheres cis que nunca tiveram útero ou, por condições de saúde, como o câncer, precisaram removê-lo.
Foi contra todas as mulheres que não podem ou não querem ter filhos.
Foi contra as mulheres que perderam seus filhos ainda na gestação.
O discurso de Ratinho foi, sim, para me atacar e atacar as pessoas trans. Mas demonstrou a misoginia, o ódio primal que essa figura nojenta tem de toda e qualquer mulher que não siga o roteiro que ele considera certo.
E, para ele, mulheres são máquinas de reprodução.
Eu quase me surpreendi ao assistir a um raciocínio tão retrógrado.
Mas aí lembrei das notícias reportando que, em 2016, 128 anos depois da abolição da escravatura, Ratinho submetia pessoas à escravidão em suas fazendas no Paraná.
E o apresentador pode até querer viver nesse passado, dentro de sua cabeça. Se a preocupação com as denúncias que farei contra um escândalo envolvendo o seu filho e o crime de estupro de vulnerável mais tarde não ocupar toda a sua capacidade cerebral, é claro.
Mas aqui fora, no mundo real, ele e o SBT pagarão pelos seus atos, na esfera cível e criminal. E eles não pagarão a mim, mas a todas as mulheres vítimas de violência, trans e cis.
Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato.
O ano era 2007 e o Profissão Repórter já mostrava os trabalhadores exaustos e doentes com a escala 6x1.
Estamos em 2026, quase 20 anos depois, e nada mudou.
@AndradeRNegro2 Nossa eu queria mesmo era que Jesus voltasse e levasse essa bando de merda, caralho parece que esse povo não tem noção de porra nenhuma,mas aí a gente vê o histórico da família e vê que é só a mais genuína falta de caráter!
A Bíblia: "Deus não se agrada da morte do ímpio".
Ana Paula Valadão: "Temos que celebrar a precisão dos ataques ao Irã".
E, só para lembrar, foram 153 mulheres e meninas mortas num ataque a uma escola feminina!