Sou professor de Direito Processual Penal há 40 anos. Fui promotor do tribunal do júri no Rio de Janeiro por cerca de 20 anos.
Nunca havia visto uma barbaridade dessas.
“Misoginia” e “cultura patriarcal”: argumentos usados para perdoar uma mãe que mata o próprio filho.
É a justiça transformada em militância identitária.
Que nojo! 🤢
@futebol_info@sportv@geglobo o petro é um bandido, a filha dele é uma aproveitadora, a prefeita de bogotá é uma puta, o reporter argentino que finge ser brasileiro é um viado e os jornalistas do sportv são uns arrombados
cada um tira foto com quem quiser