Chupa Argentina!
Espanha jogou mil vezes melhor
Argentina só chegou na final graças a enorme ajuda da FIFA e da arbitragem
Ajuda essa que rolou até na final
A guerra do Egito contra a Argentina - O sentimento geral dos egípcios é de que foram roubados, como vimos nas entrevistas do técnico e de uma série de jogadores. Afirmam categoricamente que a arbitragem beneficia a Argentina e Messi, embora não neguem a qualidade da seleção e do gênio argentino. O sonho de seguir na Copa do Mundo virou pesadelo. Certamente, muitas crianças choraram no Cairo e em Alexandria quando um gol do Egito foi anulado e quando o árbitro confirmou um gol da Argentina em situação parecida, já que, na visão deles, teria havido um pênalti em Salah. Nós, brasileiros, argentinos, alemães, italianos, franceses, espanhóis, ingleses e uruguaios, temos o privilégio de sermos de nações que já foram campeãs. Seria uma espécie de oligopólio do Mundial. Mas os egípcios também possuem o direito de sonhar e de ganhar, desde que as regras sejam aplicadas com igualdade a todos, sem favorecer nenhuma seleção. Na minha newsletter no Globo
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Ministro André Mendonça manda REMOVER das redes sociais posts que associam Flávio Bolsonaro a Vorcaro.
Mas o próprio Flávio Bolsomaster prova, em áudio, que tinha ligação com o criminoso ao cobrar R$ 61 milhões dele.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Governo brasileiro manifesta indignação com a conclusão preliminar anunciada ontem (1/6) pelo USTR relativa à investigação da Seção 301 contra alegadas práticas comerciais desleais do Brasil.
Essa investigação teve início em 15 de julho de 2025 por provocação da família Bolsonaro e está associada à tentativa de ingerência em temas internos do nosso país, como feito na recente viagem do senador Flávio Bolsonaro a Washington. Essas investidas têm contado com o auxílio de falsos patriotas que usam cargos e funções públicas para conspirar contra os interesses nacionais.
É lastimável que todo o trabalho de diálogo e articulação que o Governo brasileiro tem feito, inclusive com envolvimento pessoal dos Presidentes Lula e Trump, seja sabotado por interesses meramente eleitorais e familiares.
Não havia e não há justificativa para essas medidas unilaterais contra o nosso país ou contra patrimônios brasileiros como o PIX, mencionado explicitamente nas recomendações preliminares. Segundo estatísticas do “Bureau of Economic Analysis”, os EUA acumularam US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil nos últimos 15 anos (2011-2025). Só no ano passado, o superávit comercial de bens dos EUA com o Brasil totalizou US$ 14,46 bilhões. Considerando bens e serviços a cifra sobe a US$ 40,52 bilhões.
Em 2025, 76% das importações originárias dos Estados Unidos entraram no Brasil sem pagar imposto de importação. Oito dos dez principais produtos importados dos Estados Unidos pelo Brasil tiveram tarifa efetiva zero, incluindo petróleo e derivados, aeronaves, gás natural e carvão. A alíquota média efetivamente cobrada dos produtos norte-americanos no Brasil foi de apenas 3,1%.
O principal efeito das tarifas unilaterais, politicamente motivadas, aplicadas ao nosso país tem sido impor danos à economia nacional e à geração de emprego e renda, além de diminuir o papel dos EUA como nosso parceiro comercial. No primeiro trimestre de 2026, a participação dos EUA nas exportações brasileiras atingiu o menor valor da série histórica ao somar 9,4%.
Conforme acordado pelos Presidentes Lula e Trump por ocasião da reunião em Washington no dia 7 de maio, estão em curso negociações tarifárias entre os dois países em busca de soluções que resultem no encerramento da investigação da Seção 301, previsto para 15 de julho, sem imposição de medidas contra o Brasil. O Governo brasileiro também dará continuidade ao diálogo com o setor privado com esse objetivo.
O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional.
O Governo reafirma a expectativa de que as recomendações não se convertam em tarifas efetivas, mas reitera que adotará toda e qualquer medida capaz de reduzir os danos que venham a ser causados à economia, aos empregos e à renda dos brasileiros.
É preciso estar atento aos traidores da pátria e trabalhar em defesa da nossa soberania e dos interesses do povo brasileiro.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
23:56 Eu não conheço o Vorcaro
23:57 Eu o conheço mas nunca falei com ele
23:58 Eu falei com ele mas só uma vez
23:59 Eu falei com ele algumas vezes
00:00 Eu fui na casa dele mas só uma vez
For months Flávio Bolsonaro has publicly denied any links to Daniel Vorcaro, a disgraced banker at the centre of Brazil’s largest-ever bank fraud. But new evidence suggests a closer relationship: https://t.co/4zbBtSe1hC
Photo: Getty Images
Se vc tá achando que o que aconteceu ontem no senado é por causa do Messias, você não entendeu nada.
É muito mais profundo e complexo e quem te vende que é só mudar a indicação ou é ingênuo ou tá de má fé
Frei Gilson silenciou diante do ataque de Trump ao Papa e da bizarrice dele posar como Jesus Cristo.
Seus defensores dizem que o Frei “não fala de política”. Curioso, porque fala, e muito, quando é para atacar direitos das mulheres, demonizar o comunismo e repetir discurso de extrema direita.
Não é neutralidade. É conveniência.
Construiu uma enorme influência espiritual, usando como nenhum outro religioso católico as redes sociais, algo admirável. Mas a usa para empurrar uma ideologia que pouco tem a ver com Jesus de Nazaré, que esteve ao lado dos pobres e oprimidos, não dos poderosos.
Quando a fé vira instrumento de poder, o silêncio deixa de ser só omissão e passa a ser escolha ideológica.
Pope Leo XIV's Prayer Vigil for Peace on Saturday, April 11, will see faithful from different continents light candles with fire from the Lamp of Peace in Assisi.
https://t.co/ujOMgHJXwF
Dio non benedice alcun conflitto. Chi è discepolo di Cristo, principe della pace, non sta mai dalla parte di chi ieri impugnava la spada e oggi lancia le bombe. Non saranno le azioni militari a creare spazi di libertà o tempi di #pace, ma solo la paziente promozione della convivenza e del dialogo tra i popoli.