Dói perceber que, para muitos, ainda é mais fácil objetificar do que respeitar. Ainda assim, mesmo entre olhares tortos e violências silenciosas, continuar sendo quem se é já se torna um ato imenso de coragem.
Tem gente que olha para pessoas LGBTQIAPN+ e enxerga tudo, menos humanidade. Enxergam um corpo, um “diferente”, um motivo pra julgamento ou fetiche, mas esquecem que ali existe alguém tentando viver, amar e existir em paz.