Desde 2006, em ano de eleição presidencial, em todos esses, tentaram usar Lulinha pra atingir Lula.
Em TODOS, os inquéritos foram arquivados por falta de provas ou ausência de fundamento fático.
2026 não tá diferente!
Eu acho incrível o que a beleza da informação fez com o @podcast3irmaos
Os caras realmente evoluíram e não ficaram parados. Foram atrás de fontes dos dois lados, e agora complica quando recebem alguém que tenta falar abobrinha porque eles rebatem na lata.
🚨 Reinaldo Azevedo acabou de desmontar a farsa
Ele mostrou o que poucos têm coragem de falar.
O Lulinha foi jogado no meio do escândalo do INSS.
Quebraram sigilo.
Exporam a vida dele.
Sem nem tomar depoimento formal.
Resultado?
Não acharam nada ligando ele às fraudes.
Aí veio a mutação investigativa.
Como não deu no INSS,
agora vira “tráfico de influência”.
Agora é cannabis.
Agora é o que aparecer pra fisgar.
Quem segura a caneta?
André Mendonça.
O ministro indicado pelo Bolsonaro.
Pesca probatória com carimbo do STF.
Quando o alvo é o filho do Lula, a investigação muda de nome no meio do caminho.
Quando é do outro lado, vira “trabalho técnico”.
Nós vemos o método.
Eles chamam de justiça.
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Duas frases, dois presidentes: "Meu filho terá de provar ser inocente e não usarei cargo para protegê-lo" e "Eu não vou esperar foder a minha família toda’. Qual postura você prefere?
O Rogério Vilela, do @InteligenciaLta, me pediu alguns presentes inúteis para colocar no cenário. Procurei, procurei… e não encontrei nada inútil. 😅
Levei o que o Brasil tem de melhor: o Zé Gotinha, amostras do nosso biodiesel - nosso combustível do presente e do futuro -, e uma miniatura do nosso Gripen, caça supersônico que agora está sendo produzido no Brasil. 🛩️🇧🇷
Quando falo do SUS, de energia renovável e de Defesa, estou falando de soberania.
Agora o estúdio do Vilela ganhou um toque do que há de mais moderno e inovador no Brasil.
O Lula é tão carismático que fez o Vilela, do podcast Inteligência, parecer o maior lulista do Brasil!
Uma conversa séria sobre política em certo momento virou um bate papo descontraído sobre futebol e Corinthians, como se fosse uma mesa de bar entre amigos kkkkkk
No Podcast Inteligência Ltda, o presidente Lula foi pra cima da grande mídia e explicou ao Brasil inteiro que a Globo manipulou o debate 1989 pra beneficiar o Collor.
🚨URGENTE - Kim Kataguri responde Eduardo Bolsonaro
“Você está vivendo aí com dinheiro de Daniel Vorcaro! Você fugiu para os EUA porque o Lindbergh fez uma representação! Se você acha que está sendo perseguido, seja preso por seus ideias! Torne-se uma referência de resiliência”
🇧🇷✊🏿 Raiam Santos afirma que não se considera mais de direita.
Segundo ele, a questão racial pesa muito fora do Brasil e, por morar na Europa e ter casa nos Estados Unidos, diz que não é aceito pela direita desses países por ser negro.
ESSA MULHER DESTRUÍU A CAMPANHA DO FLÁVIO EM 2 MINUTOS 🔥
Ela se fantasiou de “assessoria do Flávio” e entregou um dos vídeos de humor político mais cruéis que já saíram.
Olha o nível:
• “Você não tem nem vice. Por isso sobrou Paulo Kogos e o padre Kelmon.”
• “Fica parecendo que você não tem plano de governo… você tem plano de fuga em massa.”
(“Meu irmão vai poder voltar pro Brasil”)
• “Garante pra mim que não tem nenhum vídeo seu nessa suruba. Já tá muito pesado pra mim.”
• Sobre o Milei: “Parecia um funko de costeleta pulando no palco. Discurso longo e chato. Metade da plateia foi embora. Achei tiro no pé.”
• E ainda enfiou a Copenhagen + Master no meio da conversa.
Vergonha alheia nível expert.
A mulher não precisa gritar. Ela só descreve a realidade e a gente se contorce de rir (e de vergonha).
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Mantive na noite deste domingo, 26 de julho, uma conversa telefônica de mais de uma hora de duração com o presidente da China, Xi Jinping.
Durante o telefonema, tratamos da implementação das sinergias entre os projetos nacionais de desenvolvimento dos dois países. Reiteramos o propósito compartilhado de ampliar a cooperação em áreas estratégicas e de alta tecnologia, como inteligência artificial, satélites, beneficiamento de minerais críticos e comércio de fertilizantes.
Ressaltei que o nosso governo segue comprometido com a diversificação de mercados e parceiros comerciais. Coincidimos a respeito da importância de acelerar as tratativas para um acordo MERCOSUL-China, que contemple as necessárias flexibilidades.
Destacamos também os bons resultados do comércio bilateral, bem como o impacto positivo das jornadas culturais em curso este ano nos dois países e do acordo para isenção de vistos de curta duração. Essas iniciativas vão ampliar o fluxo de turistas e as oportunidades de negócio.
Ao discutir os principais desafios da agenda internacional, lamentamos a proliferação de conflitos ao redor do mundo e seus impactos sobre a segurança alimentar e energética global, além das graves perdas humanas e materiais.
Ao abordar a crise no Oriente Médio, concordamos que as restrições à livre navegação nos estreitos de Ormuz e Bab el-Mandeb têm efeitos nefastos sobre a economia mundial. Expressamos profunda preocupação com a continuidade da situação humanitária em Gaza.
Concordamos que o Grupo de Amigos da Paz pode desempenhar um papel relevante na retomada das negociações para o fim da Guerra na Ucrânia. Criticamos a incapacidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas de responder adequadamente a essas crises e observamos que o próximo ou a próxima Secretária-Geral da ONU enfrentará um cenário internacional particularmente desafiador.
Nesse contexto, reiteramos o compromisso de Brasil e China com a defesa do multilateralismo e concordamos em manter estreita coordenação sobre esse e outros temas da agenda internacional no mais alto nível na ONU, no BRICS e outros fóruns.
Ayer vimos, con vergüenza ajena, al presidente Milei ofender e insultar al gobierno de Brasil, a su presidente y a todo un país. Desde la provincia de Buenos Aires sostenemos que la Argentina respeta a las naciones hermanas y apuesta a la integración regional.
Hoy me comuniqué con Mauro Vieira, el canciller de Brasil, en nombre del @BonaerensePJ, para transmitirle que Milei no representa el sentir del pueblo argentino.
Brasil es nuestro principal socio comercial. Con estas provocaciones, Milei pone en riesgo inversiones, exportaciones, miles de puestos de trabajo y los intereses de la Argentina, todo para sostener a un candidato por pedido de Trump.
La relación con Brasil merece responsabilidad, no provocaciones.
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Lula acaba de mandar recado pro Trump que tava entalado na garganta de muito brasileiro.
“Quem quiser vir de fora se meter na eleição brasileira já fica avisado: VAI APANHAR MUITO. Quem decide o destino deste país são 157 milhões de eleitores. O Brasil é soberano. Este país é nosso e aqui ninguém mete o bedelho”.