Erika Hilton é uma das farsas mais evidentes da política brasileira: finge defender os marginalizados — com sua equipe de maquiadores e cabeleireiros pagos com dinheiro público — enquanto garante seus ingressos VIP para o show da Beyoncé em Paris. Suas únicas preocupações reais são ela mesma, sua fama e dinheiro.
No entanto, as regras da política identitária — que funcionam como uma religião para o PSOL — impedem que qualquer pessoa do partido a conteste ou sequer a questione, já que ela detém, de longe, a maior pontuação na escala de opressão demográfica do grupo.
Agora, ela concretiza o projeto de Boulos de destruir o PSOL por dentro, transformando-o em um braço submisso do PT. De quebra, rotula a direção do partido como racista, intolerante, transfóbica e misógina, simplesmente porque se recusam a lhe conceder milhões a mais em verbas partidárias, além do montante já obsceno que ela ja está recebendo.
Sempre achei, e continuo achando, saudável a existência do PSOL como uma dissidência de esquerda em relação ao neoliberalismo e à corrupção do PT. Contudo, a própria obsessão do PSOL pela política identitária está levando o partido à autodestruição — como ocorreu com tantos outros partidos e grupos de esquerda ao redor do mundo —, e a culpa é exclusivamente dele mesmo.🤷♂️
O intocável ataca novamente…
Olha, @gilmarmendes . Eu fui mesmo várias vezes ao STF durante meu governo pra defender os mineiros. Defendi o meu estado da dívida bilionária que outras gestões criaram, e nenhuma conseguiu resolver, como eu fiz.
Agora, enquanto eu vou ao STF em busca de resolver a vida dos mineiros, tem gente que vai aí arranjar contrato de 129 milhões de reais pra esposa. E aí, esse é o Supremo que você tanto defende?
Quer que eu fique calado? É só os ministros intocáveis pararem de roubar o brasileiro, parar de beneficiar os seus familiares… deixem de ser intocáveis e voltem a ser juizes, empregados do povo.
Aí sim você não vai mais precisar ir ao X fazer textão. Façam esse favor pro Brasil.
@esporteperolas@CharlaPodcast Tô pegando ranço cada vez maior desses podcasts que o entrevistador não deixa o entrevistado terminar um raciocínio sozinho. Essa síndrome de protagonismo é um saco.
@777_martins@Pirocito@VoxLiberdade "Romano: significa pertencente a Roma"
É um argumento tão burro, mas tão BURRO, que o cara não foi capaz de fazer uma pesquisa MÍNIMA pra pelo menos discordar do fato.
@BagnaraLuc52898@Anonbased14 O primeiro passo é não dar ouvidos para esse tipo de protestante retardado que critica uma imagem que ele mesmo criou da igreja católica.