Ela não tinha dinheiro para pagar o hotel na semana passada.
Maja Chwalinska chegou a Roland Garros para disputar a eliminatória, estava longe de conquistar uma vaga.
Hoje, a polonesa de 24 anos foi vice-campeã do torneio e recebeu US$ 1,6 milhão de dólares.
O hotel foi pago.
A fala de Ronaldo Caiado é uma das manifestações mais autoritárias e abomináveis que ouvi de um político brasileiro nos últimos anos.
Não porque ele defenda vacinas; o problema não é esse.
O problema é ouvir um pré-candidato à Presidência da República afirmar que um médico não pode questionar vacinas, que um comunicador não pode debater determinados temas e que um podcast não pode sequer entrar em determinadas áreas do conhecimento.
Foi exatamente esse tipo de mentalidade que ajudou a produzir um dos capítulos mais vergonhosos da pandemia. Médicos foram censurados, pesquisadores foram perseguidos, cientistas tiveram suas vozes silenciadas e profissionais da saúde perderam espaço por questionarem narrativas oficiais defendidas por governos, burocratas e “especialistas” que muitas vezes possuíam conflitos de interesse.
Plataformas removeram conteúdos, contas foram suspensas e questionamentos legítimos passaram a ser tratados como ameaças. O contraditório foi sufocado e o debate científico foi substituído pela imposição de consensos.
O resultado foi uma sociedade impedida de confrontar informações, analisar evidências e tomar decisões plenamente informadas sobre a própria saúde.
A ciência não pertence a governos, não pertence a políticos e muito menos aos burocratas.
A ciência avança justamente através da dúvida, do questionamento, da contestação e da revisão permanente do conhecimento.
Por isso é tão perturbador ouvir um médico, governador e pré-candidato à Presidência defender que determinados assuntos não podem ser debatidos por médicos, jornalistas, comunicadores ou cidadãos.
O Brasil já pagou um preço alto demais pelo silenciamento do debate durante a pandemia. Precisamos de líderes que defendam a liberdade de investigação, a liberdade de expressão e o direito ao questionamento.
Quem deseja ocupar a Presidência da República deveria defender o livre debate de ideias.E quem acredita que perguntas devem ser proibidas jamais deveria comandar uma nação livre. JAMAIS!!
@CarlosBolsonaro@jairbolsonaro O @jairbolsonaro é uma força que não desistiu do Brasil e aceita o mesmo sofrimento que outros brasileiros estão sentindo com a privação da liberdade, sinta orgulho de ter um exemplo desta dimensão em sua vida.
🗣️EMOCIONANTE | Durante discurso na tribuna da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Flávio Bolsonaro se emocionou ao receber uma foto com uma mensagem escrita por Louise Ferreira ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Flávio chamou a menina até a tribuna e afirmou que entregaria pessoalmente o recado ao pai assim que chegasse a Brasília. Em seguida, pediu que Louise lesse a mensagem para que a declaração ficasse registrada “eternamente” nos anais da Câmara.
“Oi, meu presidente. Estou com muita saudade. Espero que esteja bem. Não comemorei o meu aniversário ainda para comemorar sua vitória dessa injustiça juntos”, leu Louise.
O momento arrancou emoção dos presentes e reforçou a relação de carinho entre apoiadores e Jair Bolsonaro, mesmo em meio ao cenário de perseguição política enfrentado pelo ex-presidente.
NINGUÉM FAZ NADA SOZINHO
Esta provavelmente foi a 1ª vez que encontrei com o então Senador e hoje Secretário @SecRubio, ainda em 2018.
Seu nome não é esquecido, Filipe Martins. Segure firme, estamos fazendo o máximo para acabar com essa injustiça.
“Nosso suor jogado no lixo”, diz produtora rural após Vigilância Sanitária descartar cerca de 500 kg de queijo
"A humilhação de você ver o seu suor sendo jogado num caminhão de lixo é muito doloroso", declarou
https://t.co/m0e0o90Gpy
@Biakicis Acompanho na Internet o Felipe Martins desde quando ele soube avaliar que Trump se elegeria a presidente no primeiro mandado. Uma análise tão perfeita dos Estados americanos que me fez admirar sua sabedoria. Continuo ainda com a certeza que ele É a pessoa mais admirável atualment
Hoje também marca o “aniversário” de 800 dias da primeira prisão do Filipe. De lá pra cá, já foram 800 dias preso, sendo 500 dias de prisão domiciliar e 300 no regime fechado – tudo isso “preventivamente”.
Filipe poderia estar no conforto de sua casa, com a sua esposa e perto de sua filha, se tivesse escolhido a desonra e a mentira, mas nunca cedeu às pressões e sempre deixou claro que estava disposto a se sacrificar pela verdade – e é só com essa disposição ao sacrifício que será possível libertar o nosso país.
No dia 30, derrubaremos o veto de Lula à dosimetria. Esse será nosso primeiro passo, mas não descansaremos enquanto Bolsonaro, Filipe, Anderson Torres, o Coronel Naime, a Débora do Batom e milhares de outros brasileiros inocentes não forem anistiados e Alexandre de Moraes não for impedido pelo Senado da República.”
- O sistema nunca quis apenas me tirar do caminho. A verdade é mais dura: querem me destruir por completo - eliminar fisicamente, como já tentaram - para que possam, enfim, alcançar você. O cidadão comum. A sua liberdade. A sua fé. A sua família. A sua forma de pensar. Sem que reste qualquer possibilidade de reação. O que acontece nos países vizinhos e suas ligações com o atual governo refletem perfeitamente o que poderá ser do Brasil num futuro muito breve, com a destruição não só do Ocidente, mas principalmente de sua cultura.
- O enredo é cristalino. Desde o início sou o principal obstáculo entre eles e o que realmente desejam: o controle absoluto sobre a sua vida. Por isso, mentem, censuram, prendem, distorcem, caluniam, perseguem, agridem - sempre com a mesma narrativa: “pela democracia”. Mas qual democracia permite apenas um lado falar, pensar e existir?
- Querem silenciar quem se opõe. E se não podem calar com censura, tentam com ameaças, inquéritos, prisão ou até com a morte. Não se enganem: se hoje fazem isso comigo, amanhã será com você.
- Não luto por mim. Luto por algo muito maior. Luto pela maioria esmagadora dos brasileiros que não se curvaram. Luto porque não aceito ver o país escravizado por um sistema podre, sustentado por uma imprensa comprada, por poucos juízes militantes e por políticos que sabem que é sua última chance de implementar seu sonho ideológico nefasto neste país maravilhoso.
- Enquanto Deus me der vida, estarei aqui. Em pé. Falando a verdade. E lembrando que o Brasil não pertence ao sistema - pertence ao povo brasileiro.
"Uma família curitibana foi condenada ao pagamento de meio milhão de reais em multas por não ter vacinado seus filhos contra a Covid-19 – apesar de um laudo médico que contraindicava a vacina para os dois irmãos em questão."~
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