@esporteperolas Parei de ouvir quando ele disse que o Vasco deve, mas tá organizando. Ou é maluco ou só burro mesmo. Aliás, mais maluco ou burro do que ele só quem compartilha tamanha imbecilidade.
@pedrotorre Também não acho que foi por esse lance que saiu o gol. O que não significa que o AL não seja um dos jogadores mais burros que eu vi no Flamengo nos últimos anos.
Jogo no Prime Video com omentários do ex-atleta Dentinho. Hoje, basta o cara ter sido um jogador medíocre, irrelevante, pra já botarem um microfone na mão dele assim que pendura as chuteiras. Não precisa nem entender de futebol - o que, aliás é um padrão entre essa boleirada.
@fabiojusttino Irmão, há tempos vinha incomodado com umas paradas nos jogos. A ausência do grito de "Mengo" era o que mais me deixava puto. Sempre foi nossa principal arma na arquibancada. O Flamengo é mais Flamengo com ele. Foi uma delícia ouvi-lo e senti-lo ecoar em uníssono novamente na 4ª.
@vanuci2112crf Sou rato de Maracanã desde 1986. Nos últimos tempos, algumas coisas vinham me incomodando muito, principalmente a falta do grito de "Mengo", que sempre foi a nossa principal arma na arquibancada. Simplesmente sumiu. Foi delicioso ouvi-lo e senti-lo de novo na 4ª.
Olha isso cara.
Racionalmente ele ficar fora faz sentido, mas vamos mesmo deixar esse talento perder sua última copa do mundo? Não é possível.
(Essa opinião tem data de validade)
Foi uma alegria ouvir o @filipeluis tocar nesse assunto na coletiva. Há anos que comento sobre isso com quem assiste aos jogos comigo. Achei que nunca veria alguém do meio falar a respeito. Filipinho sempre atento aos mínimos detalhes. Quem bom que ele (ainda) é nosso.
Concordo totalmente com o @filipeluis sobre a banalização do hino nacional e do minuto de silêncio antes do jogos de futebol e até outras modalidades. O minuto de silêncio, que era um momento solene e respeitado há alguns anos, entrou para a rotina antes mesmo da pandemia. Quaisquer falecimentos ligados direta ou indiretamente ao quadro social de um dos clubes no gramado passaram a justificar aqueles segundinhos quando nem os narradores dão a mínima. Durante o hino é pior ainda: ninguém o canta, as torcidas gritam ainda mais para enfrentar as caixas de som e muitas vezes é até motivo de paródia ou chacota. Virou moda endossada pelos pequenos poderes dos “patriotas” de meia tigela das Câmaras de Vereadores por aí. Até hino estadual ou municipal inventam de tocar antes de partidas muitas vezes insignificantes. Se o objetivo era reforçar o patriotismo, o tiro saiu pela culatra.
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