Quem diria que a brincadeira deq o Eduardo Paes era o "Prefeito Estadual" ia virar uma bola de neve de gente burra que realmente votou contra pq não o viu fazer nada em Nova Iguaçu
O povo do Rio de Janeiro é pra ser estudado e analisado com muito critério porque não creio que seja uma exceção à regra. Pode (e deve) ser um reflexo da população num todo. 204 mil eleitores votaram o número do PT para governador (???). Isso explica parte da falta de interesse também da população pela política.
A fila de votação é uma análise também da incapacidade da sociedade de olhar pra si e perceber a sua importância naquele momento. Voto na Zona Norte, num colégio eleitoral cercado de comunidades, e vi pessoas que estavam contrariadas (pra não falar aquela palavra que você deve imaginar lendo isso agora) de estarem ali. Outras não sabiam quantas pessoas precisavam eleger (ou anular), qual a ordem de votação, como votar em branco, se fosse necessário, ou simplesmente como votar, o básico da democracia naquela bendita urna.
É preciso realmente pegar grande parte da população pelo colo pra explicar (há interesse?). Essa mudança passa também pelas escolas. Educação de base é tudo. Sem ideologia política, mas é necessário detalhar a criança/adolescente o que cada cargo representa, o que significa executivo, legislativo e judiciário e a importância de cada um.
A partir daí, é tentar mudar nossa filosofia de vida enquanto Nação. Independente de quem assuma o país ou esteja à frente do país, dos estados ou municípios, é preciso cobrar e fiscalizar. Virar as costas é virar pra si mesmo.
Na França, estudantes foram às ruas para cobrar melhorias na educação. No Brasil, a gente é o famoso 'apanha calado'. Apenas reclamamos em casa, no bar, na padaria, no mercado, entre amigos, mas não se mobilizamos nunca por um bem coletivo. Não é proporcionar uma revolta popular acompanhada de baderna. É saber exigir dos políticos quando as coisas não estão indo bem pra todos.
Mas, infelizmente o famoso ditado 'farinha é pouco, meu pirão primeiro' segue com maior alcance no Brasil, um país cada vez mais polarizado. Ainda assim, é preciso ter esperança num futuro melhor.
Com esse segundo turno, a população do Rio de Janeiro tem mais uma chance de escolher entre Eduardo Paes, um político que entregou obras como o BRT, a revitalização do Porto Maravilha, Clínicas da Família, Hospitais, ou Douglas Ruas, um cara que entrou pra política ontem, já responde por peculato e formação de quadrilha, e cuja única proposta é dizer que é do mesmo partido do Flávio Bolsonaro.
LEMBRANDO QUE EDUARDO PAES NUNCA FOI GOVERNADOR, FOI SOMENTE PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. ELE NÃO PODERIA INTERVIR NA BAIXADA FLUMINENSE OU EM QUALQUER OUTRA REGIÃO DO ESTADO, SE PUDESSE, TENHO CERTEZA QUE FARIA.
SALVEM O RIO DE JANEIRO!
E a jornalista Adriana Araújo, uma das mais importantes vozes na nossa imprensa, se EMOCIONA e chega a quase CHORAR ao analisar a eleição de Duda Campopiano, que diz que ‘feminicídio não existe’ e que ‘o comportamento do homem naturalmente tem que ser mais agressivo e até letal’
1/6 No CBN Rio de hoje: uma conversa que tive com Paulo Vasconcelos, marqueteiro de Douglas Ruas, sobre os motivos que levaram a vitória do candidato do PL no primeiro turno - que, acredita-se, será ratificada em breve pelo Tribunal Superior Eleitoral. Eis o que ele disse:
Moro no Rio, mas posso falar? O povo daqui merece tudo de pior mesmo! Toda eleição elege miliciano. Eduardo Paes um baita administrador e o povo votando em Ruas. Estado maldito!
Paes tomou um baile de estratégia do PL, seus marqueteiros e afins precisam parar pra refletir em vez de jogar a culpa pros outros. Agora, vão ter que torcer para que Garotinho seja elegível, algo que eles atacaram desde o início da campanha. Complicado...
90% das urnas apuradas e o deputado federal mais votado do Rio, Doutor Luizinho, é envolvido no escândalo dos transplantes com HIV. Esse aqui: as pessoas recebiam órgãos liberados por exames falsos negativos... https://t.co/hzxDfAkR0x