Seja pela pátria, pela família ou pela fé, eu JAMAIS votaria em Flávio Bolsonaro.
até mesmo se esses fossem meus únicos critérios, são palavras valiosas demais para virarem narrativas vazias.
Esse slogan barato só reforça minha rejeição..
No argumento da PÁTRIA, alguém que pede pressão estrangeira sobre nossas eleições contradiz o patriotismo que ele alega defender.
O Brasil tem grandeza para negociar de pé. Merece uma diplomacia responsável, capaz de construir pontes e não ser irresponsavelmente submisso e redutivo aos interesses gringos.
No argumento da FAMÍLIA: alguém que condiciona uma eventual desistência da candidatura à liberdade e à volta do próprio pai às urnas reforça minha preocupação com as prioridades desse projeto, na real nem tem projeto com o país!o compromisso dele é com próprio sobrenome!
O Brasil merece mais que isso.
Não temos tempo para esse atraso.
E no argumento da FÉ: aqui meu incômodo se torna também pessoal. Em 2022 foi essa mesma palhaçada.
Como cristão, minha fé me chama a respeitar quem pensa diferente e a lutar por justiça, dignidade e amparo. igreja não é curral eleitoral.
O tribunal dos homens não serve para impor a lei de Deus, não é assim que Jesus me alcançou, se assim fosse não haveria uma cruz.
É por levar esses valores a sério que eu não os aceito apenas num slogan.
Flávio fez propaganda com a corda que quer ser medido, e por ela também foi reprovado.
Cansei de ver o sentimento de culpa em cristãos que são pressionados a votar nesse candidato, com papinho de cosmovisão. Se eu como Cristão quero espalhar a razão da minha esperança que vai muito, muito além daqui, espiritualizar uma visão política e por na conta de Deus uma movimentação incompleta, é a pior forma que podemos criar para que as pessoas vejam Jesus.
O chamado é para ser testemunha de Cristo e não advogado.
Jesus é o que Deus tem a dizer.
Flávio é a imagem clara da principal antítese que norteia meu voto nesse momento. Evitá-lo não me leva a uma síntese perfeita. Mas reconhecer o que precisamos evitar também faz parte de construir o país que queremos.
Jogo difícil, um a menos, cenário devastador, parece que tudo vai dar errado... Aí você olha pro banco e essa é a imagem que você vê
É aí que o desespero vai embora e a calma toma conta por saber que MARCÃO está no controle
@oflumedomina deixa o homem trazer o bicampeonato!
Jornalista, digo, suposto jornalista se filmar fazendo PERGUNTA e depois postar "como a pergunta foi foda, lacrei, mandei meu recado" é uma das muitas provas de como tanta gente desqualificada supostamente vem exercendo a profissão. O importante é a resposta, ou a não-resposta, que seja, como o nó que o PVC deu no Ancelotti segunda-feira. A única coisa que importa é a notícia, mas os caras realmente se acham mais importantes que ela, razão de ser do jornalismo, mais relevantes que o próprio entrevistado. Que merda.
Rodrigo Castillo é tipo comprar uma NFT de macaco em 2026
Comprar curso de trader no Instagram
Abrir sociedade com coach
Fritar batata sem camisa
Confiar em pote de sorvete no freezer
Comprar um notebook positivo em 48x
É A PIOR CONTRATAÇÃO QUE EU JÁ VI, PQP
NOTA OFICIAL SOBRE PROIBIÇÃO DA CBF
Durante esta sexta-feira, circulou a informação de que a CBF teria estabelecido uma orientação para transmissões realizadas em estádios, em competições organizadas pela entidade, proibindo rádios e web rádios de exibirem imagens de narradores e comentaristas nas cabines. Confirmamos que essas determinações são verdadeiras e já estão sendo praticadas em alguns estados.
O Jornada KTO 1902 ainda não foi informado oficialmente sobre essa medida. Mesmo assim, nossa posição é direta: não faz sentido. Isso não protege direito de transmissão, não muda nada para quem tem os direitos do jogo e, no fim, só atrapalha a cobertura — tirando do torcedor um pedaço importante da experiência. Favorece àqueles que já não vão mais ao estádio, distanciado o torcedor do clube e o jornalista de uma das suas prioridades que é estar no local da notícia.
Há um exemplo recente que reforça a preocupação: no último fim de semana, a detentora dos direitos não exibiu a cerimônia de premiação de um título do Fluminense no Maracanã. Se algo semelhante fosse aplicado ao Campeonato Carioca, o torcedor simplesmente não veria a festa do título, entrevistas e reações dos jogadores, porque veículos como o Jornada ficariam impedidos de mostrar.
O Jornada existe porque escolheu dar atenção ao torcedor e acompanhar o futebol do jeito que ele é consumido hoje — com presença e proximidade. E isso se traduz em trabalho: fomos o único veículo, entre todos — incluindo detentores de direitos — a cobrir todos os jogos do Fluminense in loco: 67 em 2024 e 79 em 2025.
Esperamos que ACERJ, ACEB e demais associações pelo Brasil atuem e intervenham em defesa dos seus associados, buscando diálogo e critérios claros.
Apesar dessa decisão, seguimos firmes. O próximo jogo do Fluminense por competição organizada pela CBF é no dia 25/02, e estaremos lá, com quatro jornalistas em outro estado, fazendo mais uma cobertura in loco, em respeito a todo o público tricolor.
Jornada KTO 1902
Na prática, o Fluminense está pagando 7 milhões de euros e 10 milhões de euros para Nino e Arias, respectivamente, irem realizar o sonho deles de jogar no exterior.
Que porra é essa? Virou um pai pagando intercâmbio dos filhos?