▶️AGORA: Rizek diz que piada de Lula com Neymar foi erro grave e pode unir Seleção contra o presidente
André Rizek criticou a piada do presidente Lula sobre Neymar, dizendo que o problema não é a piada em si, mas vir de quem ocupa a Presidência. Como Neymar apoia opositores de Lula, qualquer brincadeira nesse tom seria lida politicamente. Rizek lembrou que a convocação foi decisão da CBF, não do jogador, e que Neymar é ídolo do grupo, que teria implorado por sua presença na Copa. Por isso, mexer com ele seria mexer com a Seleção toda. Para o comentarista, foi um erro estratégico raro vindo de Lula, justamente quando o futebol poderia unir o país.
💣 Nilson Klava deve assumir o comando de um telejornal da Globo na TV aberta!
O jornalista faz parte dos planos futuros da emissora envolvendo a renovação do seu jornalismo, e a sua estadia em Nova York é a “etapa final” para garantir esta promoção.
⌨️ NaTelinha
ESSE ÁUDIO DO FLÁVIO BOLSONARO PEDINDO DINHEIRO AO VORCARO É UM ESCÂNDALO SEM PRECEDENTES
EM PLENO 13 DE MAIO, DIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA!!!!
ERA CASO DELE ABANDONAR A CANDIDATURA HOJE
MAS SÃO TODOS CARAS DE PAU PRA ISSO
Aos que ficaram preocupados com as obras da “Nova Praça Brasil”, fiquem tranquilos. Nenhuma árvore será retirada, pelo contrário, iremos plantar mais. Nenhum monumento será destruído, pelo contrário, iremos restaura-los. Nenhum empreendedor será retirado, pelo contrário, eles irão ganhar espaço organizado e confortável. Ressignificar espaços não quer dizer destruí-los e sim valoriza-los. Espero vocês pra inauguração 💙
Mais uma vergonha da Andréia Sadi. O que ela fez ao usar Paulo Figueiredo como fonte não é jornalismo é dar voz a um golpista. Paulo Figueiredo, na Jovem Pan, pregou abertamente uma guerra civil no país ao não aceitar o resultado das urnas de 2022. Ele pediu que “passassem cerol” no Lula (ou seja, assassinassem). Paulo Figueiredo é ainda responsável, junto com Eduardo Bolsonaro, por articular nos Estados Unidos as pressões que resultaram na taxação pesada imposta por Trump ao Brasil. Esse é tipo de gente bandida que a Andréia Sadi se relaciona ao fazer o que ela chama de jornalismo.
Não usei drogas, não tive filhos na adolescência, não dei trabalho na infância, obedeci meus pais, estudei e tirei boas notas. Pra no fim enlouquecer do mesmo jeito.