É óbvio que, em outras situações, a gente falaria: “Pô, empatar com o Marrocos é um vexame”. Mas quem acompanha futebol de seis, sete anos para cá sabe que foi um resultado OK.
O que eu queria entender é por qual motivo o Endrick não entrou no jogo. Eu achei um verdadeiro escárnio não ter recebido pelo menos 15 minutos em campo.
O Brasil agora provavelmente vai fazer um bom resultado contra o Haiti, vai empurrar alguns gols aí e vai decidir o primeiro lugar do grupo contra a Escócia.
Mas o mais importante é entender que o Brasil é um time em formação que pulou ciclos. Foram vários ciclos quebrados até chegar ao Ancelotti.
Com todo o respeito também ao Igor Thiago, que eu acho um atacante que vem de uma temporada muito boa, eu não consigo entender por que ele teve a preferência para ser o camisa 9 na frente do Igor Jesus e do Pedro.
📸 REPRODUÇÃO
A arte postada pelo Flamengo hoje não é apenas um anúncio de jogo; é um tratado de sociologia carioca. Ao colocar dois senhores, vizinhos de janela, apoiados no parapeito sob a luz amarelada de um poste antigo, o clube tocou na ferida mais bonita do nosso futebol: a tradição.
Ali não estão apenas dois torcedores. Estão décadas de convivência. O Fla-Flu nasceu assim, 40 minutos antes do nada, como dizia Nelson Rodrigues. Ele mora na provocação do vizinho de porta, na camisa estendida no varal compartilhado, na conversa fiada da calçada. A imagem exala respeito. Ela lembra que o Fluminense é o nosso rival mais charmoso, o irmão mais velho (e ranzinza) que mora na mesma casa histórica chamada Rio de Janeiro. Existe uma fidalguia nesse clássico que nenhum outro tem. É um duelo de terno e gravata, ou, nesse caso, de chinelo e camisa de algodão surrada pelo tempo.
A arte é linda porque humaniza o rival. Ela nos lembra que, antes da bola rolar, somos todos compadres de janela, dividindo o mesmo calor e a mesma cidade.
Porém, a poesia do design termina exatamente onde começa a grama do Maracanã.
Porque, quando o juiz apita, a cordialidade da vizinhança dá lugar à hierarquia do futebol. O Flamengo respeita a história do Fla-Flu, claro. Mas a forma mais genuína que o Flamengo encontrou de "respeitar" esse clássico ao longo das décadas foi vencendo-o.
A imagem traz a nostalgia, mas o campo traz a realidade. E a realidade é que o vizinho da janela vermelha e preta costuma dormir mais feliz. É bonito ver o charme das Laranjeiras, a estética tricolor... mas é essencial ver a bola na rede rubro-negra.
Que fique a beleza da arte para os museus e para o Twitter. Porque, lá dentro das quatro linhas, ganhar um Fla-Flu não é um evento extraordinário, nem uma poesia rara. Ganhar um Fla-Flu é, para o Flamengo, tão cotidiano e normal quanto estender a roupa no varal num fim de tarde.
Respeitamos o passado. Mas quem manda no presente é a gente.
📷: @Flamengo
@futebol_info Vai se fuder, seu covarde cagalhão...
Seja homem pro seu time e pra sua torcida, otário...vaidoso do caralho.
Pressão nos pega e põe no bolso.
Somos o Flamengo, antes de você chegar aqui, nós sempre fomos o Flamengo.
Disputa essa merda até o final, melindroso.
@venecasagrande Gosto de você mas as vezes fala umas coisas só pra hitar...
Juninho não rendeu o ano todo, diferente do Plata que jogou e foi importante em vários momentos, mesmo a memória do torcedor sendo curta.
Temos que ganhar hoje e o melhor time a disposição é esse.
@FREDSIINCERO Muda em nada pra nós...
Vocês abrindo as pernas e nós ganhando, campeonato permanece igual...
A gente não precisa de vocês.
Pra nada.
Vocês é que vivem de falar da gente.