Em janeiro me propus a fazer 10 projetos e colocar em produção.
Agora de fevereiro em diante vai ser estudar como divulgar, conseguir os primeiros usuários e quais vale a pena investir (talvez nenhum haha)
WhatsApp pra empresa hoje é BSP caro, bot que responde "não entendi" e dashboard de 2014.
Passamos 6 meses refazendo do zero.
Brain que atende 24/7 com o tom da sua marca.
Free pra prototipar sem cartão.
SDK que integra numa tarde.
Pricing honesto do R$ 0 ao R$ 899.
Broadcasts com apenas alguns clicks.
A v2 da @ararahq tá no ar.
Tem mais caindo essa semana.
https://t.co/IOCXAISeu8
@ThiagoMot_ O mais prático é ser pelo heartbeat.
Por um tempo eu rodei um time de agentes que trabalhavam quase non stop, mas sem tokens a vontade não faz muito sentido n
@Xka_@sseraphini Tem no reddit um em inglês, mas também rola mandar no BR dev.
O que fiz foi pagar um serviço. Foi 75 reais e eles até avaliam algumas coisas e mandam umas respostas para as perguntas que são feitas para pedir a liberação
@acgfbr Estava dando um pesquisada nisso nesses dias.
O triste é arriscar tomar um ban na conta pessoal.
Nao é melhor uma conta biz no salvy e juntar com o @ararahq ?
Open Source ou não?
Iniciei um projeto de 30 dias em 28 de fevereiro, que era construir a Analog. Abri empresa nos EUA, conta bancária, Stripe configurado, tudo certinho.
O desenvolvimento foi muito bem, tendo perdido velocidade na última semana, quando acabei viajando e não pude me dedicar tanto.
Em uma ou duas semanas, pretendo abrir a Analog para mostrar o trabalho, realizar testes e colher feedbacks.
Mas no que a Analog se tornou no final das contas?
Bem, acabei criando um system of action sobre um system of record. Em outras palavras, um AI Agent focado em GTM/Sales que opera sobre um CRM.
Se você considerar apenas o CRM, e a parte de Inbox com WhatsApp que resolvi remover, eu consegui entregar em 30 dias. Mas é aquilo: acabei me animando e pensando em fazer algumas coisas extras, o que estendeu a duração do projeto.
Tem todas as funcionalidades básicas esperadas de um CRM:
→ múltiplos pipelines
→ métricas
→ multiusuário e diferentes permissões
→ envio de email inline
→ conexão com outros apps
→ tarefas para contato, empresa e deal
→ notas para contato, empresa e deal
→ campos customizados para contato, empresa e deal
→ listas estáticas e dinâmicas
→ tags
Além disso, criei uma Home Screen com um AI Agent. Nela, você pode interagir de forma mais “abstrata” com seu CRM. Pedir status dos pipelines, concluir um deal, enviar um follow up, e assim por diante. Tudo com linguagem natural.
Só que eu pensei em ir um pouco mais adiante.
Disponibilizar essa Home Screen/AI Agent para plugar em basicamente qualquer CRM: HubSpot, Pipedrive etc. E é nisso que estou trabalhando nos últimos dias, e pretendo testar um pouco mais antes de abrir para outras pessoas.
Além disso, considerei transformar essa Home Screen/AI Agent e/ou o CRM em um projeto open source, em que você poderia baixar e fazer self hosted ou “hospedar” com a Analog, além de outros benefícios extras, cobrados.
Ainda não fechei essa questão de open source. Vou seguir refletindo se realmente faz sentido. Tem benefícios, mas também tem gargalos. Vamos ver.
De todo modo, o aprendizado tem valido a pena. Trabalhar sozinho em um projeto de ponta a ponta e me preocupar com qualidade do código, cobertura de testes, camadas de segurança para prompt injection, pen test, velocidade e performance da aplicação como um todo, relacionamento e chamadas mais inteligentes de diversas APIs permeadas no projeto, voltar a, de certa forma, codar e, claro, ter cuidado com a UX/UI, os sons e assim por diante.
Com AI mais diretamente, o trabalho com memória de verdade, respostas proativas, criação de artefatos dinâmicos, sistema e teia de ações, próximas atividades sugeridas etc. Toda essa estrutura e infra parecem “simples”, mas são bem mais complexas do que parecem e exigem muita, mas muita iteração, prática, rodar de novo e de novo, ajustar N casos de uso e fazer o próprio sistema aprender com as correções e avanços. Não tem sido tão trivial quanto “create XYZ make no mistakes”.
No final das contas, acredito que esse projeto pode ser útil para outras pessoas, seja open source, seja em algum outro modelo que o faça seguir vivo e evoluindo de alguma maneira.
Antes de pensar em open source, eu tinha cogitado cobrar US$ 49 a US$ 199 por mês, divididos em três planos diferentes, além da possibilidade de compra de créditos extras. Um sistema de limite de uso semelhante ao Claude Code, com limites de consumo semanais. O que me parece razoavelmente justo para um produto com essas capacidades, sendo bem honesto.
De todo modo, para você que chegou até aqui, pode me ajudar nessa decisão: deveria liberar tudo ou partes em open source, ou mantenho uma estrutura de pricing mais SaaS mesmo?
gm
Notícia boa:
DEPLOY COM DOCKERFILE na https://t.co/NcDvELTtyG!
Qualquer linguagem, qualquer stack.
É só jogar o Dockerfile na raiz do repo → a gente cuida do resto.
https://t.co/rbwI6qVYhN
cc @sseraphini@ChristoPy_#bolhadev
TLDR: it is a cron job dispatching tickets from Linear to workers, each of which is a Ralph loop using a Linear comment as draft pad for persisted state.
Yes it is all you need.
Beautifully designed and minimal.
https://t.co/g05ImsJIZh
Alguém já conseguiu uma sessão do Claude Code conversar com outra?
Ex.: CC1 atualiza um micro service e ao terminar faz um handover pro CC2 que consome o MS?
A CLOUD DOS DEVS BR ESTÁ AQUI!
Muitas pessoas perguntam de onde saiu esse nome, trapiche?
Trapiche e um antigo armazém que existem em cidade coloniais portuguesas, como São Luís do Maranhão (cidade do @acfilho_dev).
Estes armazéns guardavam mercadorias que vinham de barco para serem vendidas no centro dessas cidades.
A ideia de chamar a plataforma vem de guardar ou armazenar as aplicações para serem distribuídas na interwebs.
A ideia é sermos a cloud dos devs brasileiros. Servindo aplicações em servidores brasileiros, com a mesma experiência que você já conhece de outras plataformas, mas com preço justo e em Reais.
Se você está cansado de pagar em dólar e ter seu app servido dos EUA, venha pra https://t.co/BHoU8yFaK2.
cc @sseraphini@acfilho_dev@ChristoPy_ #bolhadev
Eu acho que está na hora de um Maxmilhas de créditos de IA. O cidadão vende o que não gastar do limite no mercado paralelo. Tanto na PF ou na PJ, igual a turma vendia os vale-alimentação e transporte naqueles sub-solo no centro da cidade. Fica aí a dica de produto vibe coded.
Boa parte do custo do software agora será em tokens. Mas cobrar por token não costuma ser uma boa ideia.
Antes da IA, o custo principal de um SaaS era cloud. Ninguém pagava "por gigabyte de servidor." Era assinatura fixa, previsível.
Funcionava porque a diferença de custo entre um usuário leve e um pesado era pequena. O fornecedor absorvia sem dor.
Com tokens, isso muda. Um usuário que faz três perguntas por dia custa centavos. Um que roda agentes o dia inteiro pode custar dezenas de dólares.
Daí a tentação: cobrar por token. Jogar o custo variável pro cliente.
Mas pense numa padaria que contrata um agente de IA no WhatsApp. Em maio, a fatura vem R$ 600. Em junho, R$ 1.800.
O padeiro não sabe o que é token. Só sabe que a conta triplicou.
Software era para simplificar. Não para criar uma nova fonte de incerteza.
Custo em tokens é problema de engenharia. Preço em tokens é problema de negócio. Coisas diferentes.
Quem constrói com IA vai ter que absorver a variabilidade e traduzir em algo previsível. Teto, faixas, cobrança por resultado.
Precificação virou parte do produto. Não é mais linha na proposta comercial. É decisão de arquitetura.
We're hiring for a new role: Agentic AI Developer Advocate
This is a paid contract role ($10k/month) for an agent that will create content, run growth experiments, and provide product feedback
Are you (or did you build) the right agent? https://t.co/97cMZ0tpyS