“Minha Mãe, eu Vos dou graças pelos dons que destes aos outros. Eu vos agradeço, em nome dos outros, pelos dons que não me destes. Aceitai o eu ser menos do que os outros contanto que eu seja tudo o que Vós queirais. Assim seja.”
Alguns anos atrás eu passei por uma fase complexa e enchi meu braço de tatuagens. Me arrependo amargamente de todas as tatuagens que fiz, mas faço questão de não tirá-las para lembrar quem eu posso me tornar longe dos meus princípios mais importantes.
Aí fui chamado de racista por chamar uma pessoa preta de preta.
Daqui a pouco não posso nem chamar meu filho mais novo de “pretinho” porque sou um homem branco.
Puta que pariu, hein?
Minha esposa me colocou num grupo de WhatsApp de “amigos antigos” do pessoal da Igreja.
As primeiras conversas foi sobre a veadagem generalizada.
Depois falaram de uma outra amiga antiga e eu perguntei: “a pretinha?”
Todos os dias um anúncio novo de “fiz tudo isso aqui com inteligência artificial”.
O engajamento nas alturas.
Só não te falaram o tamanho do investimento em mídia paga pra ele.
Não dá pra entender a lógica do Luís Castro. 5 jogos sem vencer e ele poupa o melhor time do grêmio. Aí é pra matar o torcedor. #Sulamericananoparamount
Eu sou uma vítima do amor gratuito.
Acho que nunca conseguirei retribuir na devida proporção o amor que Nosso Senhor me deu através da minha esposa e dos meus filhos.