Nao irei apagar meus tweeter antigos mas que fique registrado, não torço mais para a @paiNGamingBR em cenário algum, conseguiram destruir uma das coisas que eu mais gostava de fazer que era torcer para vocês...
Quase 8 mil pessoas acompanhando Bruxo Malagueta x Ronaldinho ontem!
Média de quase 200 mensagens POR MINUTO no chat
Mesmo sem ajuda do Youtube, com o canal não sendo recomendado pra quase ninguém, mesmo sem alguém grande apoiando a gente, PELO CONTRÁRIO!
Sendo ignorados quase 4 anos por todos veículos de comunicação possíveis... Toda hora que alguém fala de podcast, simplesmente deixam a gente de lado!
Mesmo com uma galera dizendo que não pode ir e aparecendo em todos os outros podcasts possíveis!
Mesmo com uma equipe minúscula, com 2 editores e 1 produtora, usando o mesmo equipamento há 3 anos...
A gente ta aí! Com uma comunidade fiel pra caralho que eu faço questão de exaltar todos os dias!
Muito obrigado!
Eu dou minha vida nisso aqui, penso 24 horas nessa porra, tenho pesadelos, brigo com as pessoas sem me importar com as consequências, LUTO pra caralho!
Vou de abastecer a geladeira do programa e faxinar o estúdio até propriamente escrever os quadros e apresentar o episódio!
Na Escolinha eu escrevi aproximadamente 50 roteiros!
E vale cada minuto que eu deixo de viver outras coisas ❤️🔥❤️🔥❤️🔥
Muito obrigado mesmo! Você que acompanha e apoia a gente!
@meudeusvey Tem um fã clube de um goleiro nota 7 que disputa sua terceira copa pelo Brasil e o melhor jogo dele foi uma atuação contra a Coreia do Sul.
Por que a Coreia é melhor que a gente no LoL?
Porque enquanto no Brasil o moleque fala “quero ser pro player” e ouve de quem tá perto:
“sai daí, vagabundo”…
Na Coreia, eSport tem federação desde 2000, aprovada pelo Ministério da Cultura, Esportes e Turismo. A KeSPA nasceu pra organizar, regular e profissionalizar o cenário.
A Coreia não descobriu o Faker por sorte.
Ela criou o ambiente onde vários Fakers poderiam nascer.
PC bang em todo lugar.
Internet absurda cedo.
Campeonato na TV.
Time com estrutura.
Treino como profissão.
Jogador tratado como atleta.
E a China no Dota?
Shanghai colocou no plano da cidade virar hub global de eSports. Governo local criou política pra subsidiar eventos internacionais e arenas. Depois sediou o TI9, o maior campeonato de Dota 2, com prize pool de US$34,3 milhões.
Não é “asiático é mais inteligente”.
É estrutura.
O Brasil tem talento pra caralho.
O problema é que aqui o jogador precisa derrotar 5 inimigos no jogo, matar um leão por dia, comer o pão que o diabo amassou…
pra no final ainda ser chamado de vagabundo.
Fora o lag