Comparto este video que lanzaron ayer Silvio Rodríguez y Chico Buarque; los fondos que se recaben serán donados a la Sala de Pediatría del Instituto de Oncología de Cuba, así que si queréis verlo, darle like y compartirlo con otras personas, es un pequeño grano de arena para aliviar la difícil situación en que se encuentran.
El vídeo es precioso y presenta esa Habana tan digna como empobrecida.
https://t.co/AVk6LbJAI7
Agora já não é normal
O que dá de malandro regular, profissional
Malandro com aparato de malandro oficial
Malandro candidato a malandro federal
Malandro com retrato na coluna social
Malandro com contrato, com gravata e capital
Que nunca se dá mal
#PecDaBandidagemNão#SemAnistia
Emocionante ver o nome do Ivan Mota Dias, aluno da História @uff_br, na lista das primeiras certidões de óbito retificadas pelo @mdhcbrasil e devolvidas aos familiares de mortos e desaparecidos no Brasil
Pesquisa fina de Lisa Earl Castillo e Wlamyra Albuquerque sobre a infância de Luiz Gama, pesquisa de primeira. É assim que se faz, não precisa inventar ou fabular não, é só pesquisar.
https://t.co/07ptoI3XYY
Debate com Dugin e @ggreenwald
Tenho recebido inúmeras críticas por aceitar estar em uma mesma mesa que o filósofo russo Alexandr Dugin, Glen Greenwald e Pepe Escobar. Estará também um dos maiores economistas brasileiros, o Paulo Nogueira Batista Júnior.
Em primeiro lugar, não sou parte de uma seita, nem tampouco de grupos de estudos isolados da sociedade. Segundo lugar, meu critério hoje é o de debater com figuras relevantes no debate público nacional e internacional e terceiro ponto: vou, exponho minhas ideias, debato, critico, sou criticado e volto para casa.
Chegamos a um ponto em que se critica comunista que aceita ir debater com um suposto fascista como Dugin ou um liberal como o Glenn. O que é isso? Onde vamos parar? Vamos nos fechar em grupúsculos de fanáticos que só discutem entre si, se autoproclamam revolucionários sem nunca terem passado por nenhum grande teste a não ser a da aprovação das redes sociais?
A história das pessoas precisa ser respeitada. Tenho 34 anos de militância em um único partido político, cerca de 30 anos de produção científica testada, aprovada e discutida em programas de pós em vários lugares do mundo e caracterizada pela influência incontornável de Marx e Lênin e a preocupação com temas de fronteira, sendo a principal delas o construção do socialismo.
Precisam concordar comigo? Claro que não. As críticas são legítimas? Claro que sim. Mas encontrem outras formas de me atacar que vá além da participação de uma mesa com figuras controversas. Batam na minha produção, a começar pela descontrução da teoria rangeliana da "Economia do Projetamento".
Me critiquem com esse ponto de partida: pelas raizes da teoria que estou construído e já está sendo discutida fora do Brasil há alguns anos.
Conversei com o Presidente Lula durante a Cúpula do G20 no Rio de Janeiro e parabenizei o Brasil pelo excelente exercicio da Presidência do G20. Aprofundamos os laços entre as nossas nações e reafirmamos o nosso compromisso com a cooperação em diversos setores como os de energia, biocombustíveis, defesa, agricultura, entre outros.
@LulaOficial
Ministério da Fazenda divulga lista de empresas que mais recebem benefícios fiscais. Valor total das intenções é de R$ 97 bilhões de janeiro a agosto deste ano. Na lista, empresas de tecnologia, comunicações, carnes e de influencers, como Felipe Neto e Virgínia.
América Latina unida. Nos encontramos con nuestros amigos los presidentes de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; Chile, Gabriel Boric Font, y Colombia, Gustavo Petro Urrego en la Cumbre de Líderes del G20.
Presidente Xi Jinping publicou artigo na Folha de S.Paulo do Brasil
As relações diplomáticas China-Brasil têm resistido às mudanças e turbulências na situação internacional nesses 50 anos desde o seu estabelecimento, e são cada vez mais maduras e dinâmicas. Têm promovido efetivamente o desenvolvimento dos dois países, e oferecido um exemplo de cooperação ganha-ganha e futuro compartilhado entre dois grandes países em desenvolvimento.
China e Brasil, dois grandes países em desenvolvimento nos hemisférios leste e oeste e membros importantes do BRICS, devem se unir mais estreitamente, ousar ser pioneiros e caçadores de ondas, e formar uma comunidade com futuro compartilhado mais justo e mais sustentável.
ÓTIMAS NOTÍCIAS DA PESQUISA DATAFOLHA PARA O FUNCIONALISMO PÚBLICO
1. Apesar de reportados com a preocupação explícita de alinhamento com o Editorial da 1ª. página, com o qual o jornal aderiu à campanha pela Reforma Administrativa, os números obtidos pela competente equipe do Instituto não deixam margem a dúvidas: a maioria da população brasileira aprova o desempenho geral dos funcionários públicos (41% O/B, 40% Reg, apenas 18% de R/P). Quando digo “aprova” é porque o DataFolha nunca utiliza a medida dicotômica (aprovação x desaprovação), mas é IMPOSSÍVEL que uma parte expressiva desses que responderam “regular” não “aprovem” o desempenho do funcionalismo, num patamar certamente bem superior aos 50%.
2. Só para se ter uma ideia de como esses resultados são positivos para a categoria avaliada, o governo do presidente Lula na última avaliação do mesmo instituto obteve números bem inferiores: 36% O/B, 29% Regular, e 32% R/P. A avaliação negativa sendo como se vê quase duas vezes maior que a dos funcionários. O ex-presidente Bolsonaro também registrou no mesmo DataFolha no final do seu governo desempenho bem menos positivo que o obtido agora pelos servidores públicos: 39% O/B, 24% Reg, e 37% de Ruim/ Péssimo. Observe-se que algumas áreas do funcionalismo obtiveram notas ainda melhores, como os trabalhadores da educação, policiais civis e militares, e os do poder judiciário.
3. Quanto aos “achados” da pesquisa sobre atitudes e opiniões dos brasileiros quanto a uma eventual Reforma Administrativa, eles parecem predominantemente “benignos” para o funcionalismo. Entre os 71% que se dizem favoráveis à reforma devem estar os 56% que defendem a estabilidade dos servidores para lhes garantir um bom trabalho. E ainda, na margem de erro da pesquisa, empatam os 50% contrários e os 48% favoráveis às promoções automáticas por tempo de serviço.
4. Por fim, duas perguntas não poderiam ter resultados diferentes. Indagados se eram favoráveis a demissões “por mau desempenho” 80% se disseram obviamente favoráveis. Note-se que essa possibilidade já existe e há muito é praticada no serviço público. E questionados se os servidores deveriam ter seu trabalho avaliado constantemente e serem recompensados pelo seu desempenho, 90% concordaram. Nenhuma surpresa, não? Difícil ser contra essa formulação. Tudo visto, a conclusão correta é de que os defensores da Reforma devem usar todo seu estoque de argumentos para impulsioná-la, mas uma pretensa insatisfação da opinião pública com os serviços prestados pelo funcionalismo público nos três níveis definitivamente não se presta a esse fim.