Ou superamos de vez a síndrome de vira-lata e voltamos a acreditar no potencial do futebol brasileiro, ou continuaremos, pouco a pouco, apagando a história, a identidade e o protagonismo que fizeram do Brasil uma referência mundial.
Não me sinto representado por uma equipe que troca metade dos passes da Noruega.
Uma seleção que passa grande parte do jogo em bloco médio/baixo, esperando um contra-ataque, não representa a essência histórica do futebol brasileiro.
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Valorizar a nova geração de treinadores brasileiros não é rejeitar o conhecimento internacional. É reconhecer que temos profissionais plenamente capazes de liderar o futebol brasileiro sem abrir mão da nossa essência.
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Enfrentamos um período desafiador e de incertezas na região, além de dificuldades internas fora do nosso controle. Por isso, entendo que este é o momento de encerrar esse ciclo.
Enfrentamos um período desafiador e de incertezas na região, além de dificuldades internas fora do nosso controle. Por isso, entendo que este é o momento de encerrar esse ciclo.
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#1 ESQUADRÕES DA BASE📐
Mesmo sendo vice-campeão da extinta Taça BH Sub-17 em 2018, esse time do Fluminense foi sensação: pelo desempenho e pela projeção dos atletas, já que vários deles vingaram. Quem aí lembra deste esquadrão?
Feliz em anunciar que assinei oficialmente como treinador do Majd FC, clube que disputa a UAE First Division League.
Desde o início de novembro, venho conduzindo o processo de treinamentos e liderando da equipe.
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Atualmente, aguardo a homologação da minha licença de treinador pela Federação de Futebol dos Emirados Árabes Unidos, o que me impede, por enquanto, de dirigir a equipe em jogos oficiais. Sigo totalmente envolvido no trabalho diário e na preparação do elenco.
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No último fim de semana ministrei o tema Desenvolvimento Tático e Tomada de Decisão na fase de formação no curso CBF Academy – Licença B, no Rio de Janeiro.
Compartilhar ideias e aprender com tantos treinadores foi enriquecedor. Gratidão à @cbfacademy pela confiança!
Eduardo Oliveira era o treinador do sub-17 do Fluminense em 2018 e trabalhou com a geração 01/02.
Ao @netflu ele explicou com todas as letras pq o João Pedro (2001), atacante hoje no Chelsea, deslanchou na carreira: mentalidade boa e FOME de aprender 🧠💎9️⃣🇧🇷
@oliveira__edu
🎯 A técnica é inegociável.
Estar de volta ao campo com @myfootballcoach1 , Saul Isaksson-Hurst, foi mais do que uma oportunidade de reencontro — foi um reforço de um princípio que carrego em toda minha trajetória: a base de um jogador de alto nível está na qualidade técnica.
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💬 A técnica não é só o “como”, mas o “porquê” e o “quando”. Formar jogadores técnicos é formar atletas pensantes, confiantes e preparados para os desafios do jogo real.
Seguimos na missão de elevar o padrão — sempre com os pés no campo e a cabeça no desenvolvimento.
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