Erika Hilton ao Metropoles
“Queriam o quê? Que eu tivesse comprado mansões à vista? […] Desculpem a decepção, mas é impossível enriquecer na política sendo honesta, arrimo de família e tendo bom gosto pra se vestir […] O que me choca é ver dedicarem mais atenção a uma parlamentar jovem, que não acumula patrimônio porque o próprio salário é destinado a ajudar a família, apoiar pessoas próximas, quitar dívidas e garantir um mínimo de conforto, do que a políticos que se apresentam como donos da moral e dos bons costumes, mas que, eleição após eleição, multiplicam seu patrimônio de forma impossível de se explicar.”
Que lapada!
propaganda que eu não caio: criticar a erika hilton. vcs tão sendo muito burros de não perceber o oportunismo de uma polêmica dessas há poucos das eleições
Erika Hilton é deputada federal, recebe aproximadamente R$ 33 mil líquidos e declarou ter cerca de R$ 15 mil na conta.
Isso é possível? Sim. E quem vem de baixo sabe exatamente por quê.
Quem nasce na pobreza e consegue chegar a um cargo de destaque não passa, de uma hora para outra, a viver como se tivesse esquecido de onde veio. Quem vem de baixo muitas vezes não sustenta apenas a si mesmo. Sustenta mãe, irmãos, sobrinhos, parentes e pessoas que dependem daquela renda para sobreviver.
E ainda existem aluguel, alimentação, transporte, contas, saúde e uma infinidade de responsabilidades que não aparecem em uma declaração de patrimônio.
É muito fácil olhar de fora e perguntar: “Como alguém ganha R$ 33 mil e tem só R$ 15 mil na conta?”
Difícil é entender que, para quem veio da periferia, dinheiro muitas vezes não significa patrimônio. Significa sobrevivência, responsabilidade e dignidade para uma família inteira.
Quem nunca precisou escolher qual conta pagar, quem nunca teve que ajudar a própria família a colocar comida na mesa, talvez nunca entenda.
Não confundam salário alto com vida fácil.
A elite acumula patrimônio. Quem vem de baixo, muitas vezes, primeiro precisa reconstruir a própria vida , e ajudar a reconstruir a de quem ficou para trás.
Essa é uma realidade que só quem veio de onde nós viemos conhece.
Erika Hilton é deputada federal, recebe aproximadamente R$ 33 mil líquidos e declarou ter cerca de R$ 15 mil na conta.
Isso é possível? Sim. E quem vem de baixo sabe exatamente por quê.
Quem nasce na pobreza e consegue chegar a um cargo de destaque não passa, de uma hora para outra, a viver como se tivesse esquecido de onde veio. Quem vem de baixo muitas vezes não sustenta apenas a si mesmo. Sustenta mãe, irmãos, sobrinhos, parentes e pessoas que dependem daquela renda para sobreviver.
E ainda existem aluguel, alimentação, transporte, contas, saúde e uma infinidade de responsabilidades que não aparecem em uma declaração de patrimônio.
É muito fácil olhar de fora e perguntar: “Como alguém ganha R$ 33 mil e tem só R$ 15 mil na conta?”
Difícil é entender que, para quem veio da periferia, dinheiro muitas vezes não significa patrimônio. Significa sobrevivência, responsabilidade e dignidade para uma família inteira.
Quem nunca precisou escolher qual conta pagar, quem nunca teve que ajudar a própria família a colocar comida na mesa, talvez nunca entenda.
Não confundam salário alto com vida fácil.
A elite acumula patrimônio. Quem vem de baixo, muitas vezes, primeiro precisa reconstruir a própria vida , e ajudar a reconstruir a de quem ficou para trás.
Essa é uma realidade que só quem veio de onde nós viemos conhece.
Fato corriqueiro: gente que usa "em" no lugar de "hein" claramente não cresceu lendo turma da Mônica, a maior escola brasileira de grafia de interjeições e onomatopeias.