Comemorando a indicação do livro "Ciência Pouca é Bobagem: porque a Psicanálise não é uma Pseudociência?" (Ubu) que escrevi com Gilson Iannini para as semifinais do Prêmio Jabuti Acadêmico, aqui vai o debate Ian Parker sobre "Psychoanalysis and Science":
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Não foi um comunista. Não foi um esquerdista. Não foi imigrante. Não foi um chinês. Não foi um apoiador do Biden que tentou matar o Trump. Foi um apoiador filiado ao Partido deles. Ou seja, extrema direita é tão violenta que se atacam entre si.
A imprensa noticiou que Maria da Penha precisou de proteção do Estado contra ameaças vindas principalmente de movimentos digitais da extrema direita (masculinistas, red pills etc.). Uma mulher que sofreu violências gravíssimas - tendo, inclusive, ficado paraplégica - ainda precisa enfrentar o ódio e a mentira quando só merecia homenagens pela sua luta, que resultou na Lei 11.340 de 2006, a Lei Maria da Penha. O movimento de violência contra Maria da Penha tem como principal origem um "documentário" da empresa - de extrema direita - Brasil Paralelo, que, dando voz ao ex-marido da vítima, projetou uma narrativa inverossímil de inocência, que não foi acolhida em dois julgamentos pelo Júri. Especialistas em reescrever a história, membros do Brasil Paralelo observaram um país com inúmeros casos de prisões ilegais e julgamentos injustos. Escolheram qual para realizar uma investigação suspeita e mal intencionada? O Caso Maria da Penha, para buscar invalidar uma luta feminista contra a violência de gênero.
@caiocezarfp Creio que "ressentimento" é uma boa definição! Mas ainda não vi nenhum ressentido se reconhecer como tal. Seria, como se diz, o primeiro passo pra "cura". Aliás, ressentimento tem cura?
Sobre essa treta do Neymar, da Luana Piovani e do Defante, não podemos esquecer o tema central: os bolsonaristas querendo privatizar as praias. E este vídeo diz muito sobre o pq querem privatizar. O Bolsonaro, na época que era deputado, fez uma fala explicando o quanto odeia ver o povo pobre na praia.
Se a direita diz "não politize a questão" é porque ela sabe que vai perder o debate, e só lhe resta tentar representar o crítico como oportunista. Esse é o caso do Rio Grande do Sul, cuja tragédia é, na verdade, fruto de uma omissão causada por um programa de austeridade.
Assistam essa incrível entrevista do jornalista norueguês Yama Wolasmal com David Mencer, porta-voz do governo israelense, que vai desmascarando as narrativas do regime sionista com suas próprias palavras.
O Ocidente está descontrolado na censura e na violência policial, pois sabe que está perdendo o controle que importa: da narrativa. A coisa tende a piorar, com o campo liberal do ocidental colapsando -- e a ascensão de uma extrema direita que não usa máscara.
O que o Brasil está passando com esse episódio do X/Twitter é o mesmo que a China já passou com a Meta. Teve de proibir no final e construir suas próprias redes sociais. Quando se chega nesse nível, não tem muito caminho. É bom que se saiba disso.
Um homem cadeirante foi espancado por PMs ao tentar defender seu filho negro - que foi agredido, antes de ser colocado em uma viatura e levado embora de sua residência simples, em Piracicaba, em 01/4. Já Fernando Sastre, 24 anos, matou com seu Porsche um motorista de aplicativo em São Paulo, em 31/3, e PMs deixaram que sua mãe o levasse embora da cena do crime sem fazer o bafômetro. Ele se apresentou à polícia 38 horas depois. No intervalo de poucas horas, o Estado de São Paulo teve uma aula de como (e para quem) funciona o seu sistema de segurança pública 👇
A ‘guerra às drogas’ não reduz seu consumo, não acaba com seu comércio, não elimina as organizações que se formam em torno dele. Nada. Zero. Para que (e para QUEM) ela serve então? A Alemanha é mais um país a decidir pelo caminho da legalização. Leia na @folha 👇🏻
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Hoje é dia de cobrar por justiça e relembrar os 60 anos do golpe militar no Brasil.
É sempre bom reforçar: Para que nunca se esqueça, para que nunca, mais aconteça! ✊🏾
Arte @crisvector
Jesus foi, aos olhos dos romanos, um bandido. E como bom bandido, merecia ser morto de acordo com os preceitos da época.
Falar disso não é intolerância religiosa: é crítica aos atuais cristãos que não se enxergam como reprodutores dos mesmos pensamentos romanos.
Obviedades…