Vocês precisam entender que o Pelé era um jogador de 2026 em 1960, tudo que os grandes craques fazem hoje ele já fazia a 60 anos atrás, era um viajante no tempo. Tudo isso em gramados precários.
Esta foi reação dos torcedores do DR Congo em uma Escola, em Kinshasa capital do país, após o gol de empate da seleção congolesa contra Portugal.
📽️@KHOU
🇨🇮✍️ A emocionante carta aberta de Yan Diomande à sua irmãzinha, publicada pel The Players’ Tribune:
Querida Roxane,
Lembra quando alguém comprou uma camisa falsa do United para mim, e eu escrevi “Ronaldo 7” nas costas com um canetão preto? A gente não sabia o que era rico ou pobre. A gente só conhecia a felicidade.
Lembra das 25 pessoas dormindo em uma casa só lá em Abidjan? A mãe queria assistir às novelas dela. Todo mundo queria assistir filmes. Lembra como eu sempre fingia que estava dormindo e depois ia para a sala da TV depois da meia-noite? Eu colocava a TV bem baixinha. Tipo, só duas barrinhas de volume. Eu assistia futebol no escuro e sonhava.
Lembra quando os adultos me viram jogando futebol na terra e me deram o apelido de “Roberto Carlos” por causa da força com que eu chutava? E lembra como eu ficava secretamente com tanta raiva disso, porque o CR7 era o meu ídolo?
Lembra quando eu fui jogar tão longe de casa? Eu tinha 9 anos. Inter Foot Sud Comoé, lá perto da fronteira com Gana. Só um garotinho sozinho. Não sei se algum dia te contei essa história, mas eu e as outras crianças costumávamos ir até a vila e roubar batatas porque estávamos com muita fome. A gente fazia um “assalto a banco”. Duas crianças distraíam o dono da loja, e outras 18 saíam correndo com duas batatas. Elas nem eram boas. Mas tinham um gosto incrível. Hahahah. Até hoje é minha coisa favorita para comer. Batatas cozidas com um pouco de óleo. Isso me lembra daqueles tempos.
Lembra quando ganhei minhas primeiras chuteiras de verdade, e eu dormia com elas? Crescendo, eu sempre jogava com aquelas sandálias brancas de plástico. Mesmo quando volto para casa agora, ainda jogo com elas. É a nossa tradição.
Lembra quando eu voltava para casa, e você dizia aos meus amigos do bairro: “Por que vocês pararam de treinar? Yan não vai comprar carros para vocês. Vocês precisam continuar trabalhando.” Você tinha 10 anos, e já era minha agente.
Lembra como a gente sentava e sonhava em se mudar para a França? Como a gente iria fazer compras, ter nosso próprio apartamento, e eu seria um jogador rico, com carros e uma casa grande, e você não precisaria se preocupar com nada. Você era a pessoa que sempre acreditou que eu poderia ser o próximo Cristiano, quando todos os outros riam.
Lembra quando eu me mudei para os Estados Unidos para fazer o ensino médio, aos 15 anos, e senti tanta saudade de casa? Durante meses eu não entendia o que ninguém dizia. Me colocaram sentado ao lado de um garoto francês, e ele tentava traduzir tudo o que a professora falava. Lembra quando eu te liguei dizendo: “Você não vai acreditar, as crianças aqui discutem com os professores.” Lá em casa, você sabe, a gente nem ousaria piscar para os mais velhos.
Lembra quando eu não conseguia acreditar que os meninos fumavam depois da escola? Você costumava dizer que parecia que eu estava em uma série de TV americana.
Lembra quando me levaram para fazer testes no Bournemouth? No Chelsea, Rangers, Olympiacos, Crystal Palace? Eze e Olise chegaram até mim depois de um treino e disseram: “Ei, garoto, você é muito bom.”… mas, mesmo assim, não me contrataram.
Até os times B da MLS não me quiseram. Eu nem sabia o motivo. Eles nunca me deram uma razão. Os adultos cuidavam de tudo. Eles só continuavam me levando pela Europa inteira, e todo mundo continuava dizendo não.
Meu visto acabou. Meu sonho acabou. Eles me mandaram de volta para a África, e nós choramos juntos. Você foi a única que nunca deixou de acreditar. Algumas semanas depois, assinei com o Leganés, e choramos lágrimas diferentes.
Isso foi na época em que eu ainda tinha emoções. Agora, eu não sinto nada. É como se eu nem fosse humano. Desde que você morreu, eu sou só um vazio.
Ibrahimovic diz que Hakimi deveria ter sido expulso por lance com Vini Jr: "O perigo era óbvio".
“Quando vi a jogada, minha primeira reação foi simples: o árbitro deveria intervir e expulsá-lo. Não se trata de reputação ou do momento do jogo, mas da segurança do jogador. O atacante passou por ele, o perigo era óbvio, e o contato veio tarde demais.”
🗞️ @geglobo
📸 Reprodução/Globo
🚨🗣️New: Zlatan Ibrahimovic on Vinicius Junior refusing the mandatory halftime interview with FIFA at the World Cup:
“People are shocked that Vinícius walked away from a halftime interview. I am shocked that anyone thinks he should have stopped in the first place.
Halftime is not a television studio. Halftime is not a podcast. Halftime is not a red carpet. Halftime is the heartbeat of a football match.
For 45 minutes, players are warriors in a storm. They run, they fight, they suffer, they bleed. Then they get 15 precious minutes to recover, to breathe, to listen, to think. And FIFA wants to spend part of that time chasing soundbites? That is like pulling a Formula 1 driver out of his car during a pit stop and asking him how the race is going.
And FIFA’s idea is to shove a microphone in the player’s face and ask, ‘How do you feel?’
How do you think he feels? He’s exhausted.
This is modern football’s biggest disease. Everything is content. Everything is sponsorship. Everything is television. The match hasn’t even finished and they’re already trying to manufacture headlines.
They tell us they care about player welfare. Really? Then why are players playing more games than ever? Why are tournaments expanding? Why are injuries increasing? And now they want halftime interviews too? The hypocrisy is unbelievable.
Halftime is sacred. It belongs to the players and the coaches. That’s where games are won. That’s where tactics change. That’s where injuries get treated. That’s where leaders speak. It is not a media circus.
And don’t tell me this is for the fans. Fans want better football, not a tired player giving a robotic 20-second answer because somebody sold another broadcast package.
Vinícius understood that. He chose football over public relations.
The funniest part? They threaten him with a fine. A fine. As if that changes the principle. If I were there, I’d pay it too. Because some things are worth more than money.
If FIFA really had their way, they’d put microphones in the dressing room and call it innovation.
Football should come first. Not content. Not commercials. Not corporate greed.
For once, a player pushed back. And that’s exactly why so many people are angry.”
O pai dele era dono de uma mina de esmeralda na África do Sul durante o Apartheid (e usava de trabalho escravo).O avô dele, que foi o fundador do Partido Nazista do Canadá, se tornou colono da África do Sul após fugir do seu país de origem ao fim da 2 Guerra. Família de parasitas
📺 Meanwhile the Telemundo TV commentator during the hydration break:
"We are one of the only networks in the world to NOT show adverts during the World Cup cooling breaks."
"We prefer the old school way. We should be able to see what the players do. We show fans, people enjoying, not the corporate direction of football." 👏
Torcedores da Coreia do Sul foram jantar num bar no México e o estabelecimento colocou GANGNAM STYLE na TV
e depois os mexicanos e os coreanos começaram a CANTAR e DANÇAR juntos! 🇲🇽🇰🇷
Incorrect. He had a visa. From the US Embassy in Nairobi. It was valid. They vetted him there, and gave him a visa.
Then he landed in Miami, was detained for 11 hours, and deported to Istanbul.
THEN they branded him a terrorist.
A FIFA referee, simply because he’s Somali.
“Anyone who does not know how to pass the ball, has not yet understood the GAME.
Anyone who does not know how to live with and for others has not yet understood LIFE.”
Um homem de 25 anos mandou mensagem para uma menina de 13 anos.
"Oi, gatinha." "Meu sonho é ficar com você." "Seria uma honra tirar a virgindade dela."
O que ele não sabia: era a mãe quem respondia.
A mãe perguntou diretamente: "Isso não é pedofilia?"
Ele deu risada. E marcou o encontro.
Chegou lá — e encontrou a mãe.
Sete dias sem dormir. Conhecia o homem há 20 anos. Viu a filha crescer.
Ela bateu nele. Depois acionou a polícia, fez o boletim e entregou o celular como prova.
Ele foi à delegacia, prestou depoimento.
E foi embora. Não ficou preso.
Uma mãe passou 7 dias em colapso, montou uma operação, colheu as provas, entregou tudo — e o Estado soltou o homem na mesma noite.
Ela fez o trabalho da polícia, do MP e do judiciário.
E mesmo assim, não foi suficiente para mantê-lo atrás das grades.