O que o @RenanSantosMBL fez ontem na @brasilparalelo foi absolutamente histórico. Apesar do afastamento de anos, conheço e sei que os cabeças da BP não são tolos. Renan subiu a régua do debate político e expôs a maior fraqueza do bolsonarismo: a absoluta falta de conteúdo. +
@FernandoHoliday@CarlosBolsonaro "contribuirei com a eleição de outros candidatos..." Como foi com o Pavanato. E, posteriormente, aparecerá prestando algum serviço de consultoria ao gabinete com o custo mensal de quaisquer vinte mil reais né?
Ah mas e a rachadinha? Vamos aos fatos:
1. Quebraram 11 ANOS de sigilo fiscal do Flávio e não tinha NADA INCOMPATÍVEL.
2. Investigaram 40 ASSESSORES e não encontraram NENHUMA PROVA.
3. A história NUNCA virou denúncia. Flávio NUNCA VIROU RÉU.
4. Não temos que fugir dessa história. Temos que ter a decência de desmascarar mais essa MENTIRA como tantas outras criadas sobre a família Bolsonaro.
Se eu te perguntasse AGORA o que representaria, pra você, um candidato de direita, com toda certeza histórico de rachadinha e lavagem de dinheiro não estariam na lista.
Mas eu tenho certeza de que combate ao crime organizado e enfrentamento firme ao PT estariam.
Já destruímos o PT no passado e, dessa vez, vamos garantir que NINGUÉM destrua o nosso trabalho.
2026 começa a missão Renan Santos na presidência!
@caioccosta Talvez ele não encontre no futuro um cenário tão ideal pra um desafio maior. Início de temporada, SP vai disputar tudo, elenco razoável, etc. Se concretizando a permanência, fico pensativo sobre o quanto disso é falta de ambição, amor à estabilidade ou "bundamolice" mesmo.
Há 2023 anos ele nasceu, e desde então nós passamos a contar a passagem dos anos a partir desta data. Há o que existia antes dele. E há o que existe depois dele.
Nenhuma figura foi tão discutida desde que a espécie humana surgiu há centenas de milhares de anos no leste da África. Ninguém também foi tantas vezes retratado.
Ele é o líder incontestável – a quilômetros de distância do segundo colocado – de aparições na música, na literatura, na pintura e no cinema. Do Auto da Compadecida ao Senhor dos Anéis. Do Museu do Louvre aos varais da literatura de cordel. De Johann Sebastian Bach a Johnny Cash.
Ninguém foi tantas vezes lido, desenhado, cantado e homenageado – e nenhuma vida alcançou tanta gente: da dona de casa mais humilde de Roraima ao homem mais rico de Joanesburgo.
Sem esse sujeito, o mundo seria um lugar completamente diferente. Não haveria Capela Sistina, Notre-Dame, Catedral de São Basílio, Duomo de Milão, Cristo Redentor, Basílica de São Pedro, Sagrada Família ou Abadia de Westminster.
Este é um mundo sem "A Última Ceia", de da Vinci, o "Juízo Final", de Michelangelo, "O Chamado de São Mateus", de Caravaggio, a "Madona Sistina, de Rafael", ou "O Retorno do Filho Pródigo", de Rembrandt.
Há um vazio nas obras dos nossos maiores compositores: Vivaldi, Bach, Handel, Mozart, Beethoven, Verdi. Não há Amazing Grace, nem Noite Feliz.
De qualquer perspectiva, esse é inquestionavelmente o indivíduo mais relevante da humanidade. E seguindo todos os passos daquilo que, com qualquer outra pessoa, nós simplesmente ignoraríamos.
Você conhece a história, mas não custa relembrar.
Yeshua nasceu pobre, numa pequena aldeia no interior daquilo que hoje nós chamamos de Oriente Médio, filho de um carpinteiro. Seu nascimento é retratado como um fracasso retumbante: rejeitado por seus pares, sem nenhum glamour, sujo, num canto inóspito de uma estrebaria.
Da maior parte da sua existência, nós não temos acesso a qualquer detalhe. Do que sobrou, sabemos pouco além de que foi julgado criminoso, torturado e condenado à morte por pregar o amor e protestar contra a hipocrisia do sistema religioso de sua época.
Nas três décadas em que viveu – diferente de figuras como Ramsés II, Átila, Luís XIV ou Alexandre Magno – não conquistou territórios, não fez fortuna, nem foi coroado o líder político de qualquer governo. Pelo contrário: contrariando a lógica de como as pessoas entram para a História, viveu entregue à miséria e morreu ridicularizado.
Mesmo assim, ninguém jamais foi tão influente na maneira como nós encaramos a vida e a morte.
O livro que nos revela a sua trajetória permanece imbatível no posto de mais vendido de todos os tempos, a obra mais importante da história – mais de cem milhões de cópias dele são impressas todos os anos, em mais de dois mil idiomas.
O seu impacto é tão grande que está ligado aos nossos próprios nomes: dos incontáveis Josés às infindáveis Marias, passando por Lucas, Paulo, Ana, Mateus, Pedro, Marcos, Marta, João, Tiago, em incalculáveis traduções para quase todos os idiomas conhecidos.
O mesmo fenômeno acontece nos lugares em que vivemos. Do Espírito Santo a São Paulo. De San Francisco a Los Angeles. De Santiago a Saint-Étienne. Só na Europa, onde este homem jamais pisou, há quase 21 mil territórios que homenageiam figuras ligadas à sua história.
No Brasil, alguns de seus seguidores mais ilustres – como Paulo, João, Antônio e Francisco – dão o nome a 2.500 cidades, pouco menos da metade dos nossos municípios.
Parece altamente improvável, mas toda essa influência resiste ao tempo.
Há dois mil anos o mundo era um lugar completamente diferente – desde então, a humanidade testemunhou a ruína de crenças, impérios, línguas, culturas e sistemas econômicos.
Nada é como antes: moda, arte, ciência, filosofia. Nem nossa relação política com a religião é a mesma. Nem a Igreja Católica ou o protestantismo.
E ainda assim, a história desse sujeito permanece contada repetidas vezes todos os dias mundo afora, tomada como exemplo, celebrada das mais diferentes formas – mesmo seculares.
A essência do seu discurso – o amor, o perdão, a retidão e a compaixão – transcende ainda hoje barreiras culturais, políticas, temporais e geográficas, moldando profundamente como nós nos relacionamos com o mundo.
Seu legado é tão poderoso que impacta a Terra muito além da própria religião construída por seus seguidores.
E por isso a celebração em torno de seu nascimento é um evento tão importante, ainda hoje comemorado em todos os cantos da Terra – da Times Square ao agreste baiano, de Adis Abeba a Seul – capaz de reunir mesmo pessoas que não acreditam em seu status divino.
Já se passaram mais de dois mil anos daquela noite – e pouco importa se, no calendário, ela aconteceu exatamente nessa data: aquele menino permanece vivo, contrariando todas as probabilidades.
No mundo dos céticos ou do sobrenatural, tanto faz: Yeshua é um milagre.
Feliz Natal.
Eu não consigo expressar em palavras o que sinto neste momento ao saber do massacre na creche de Blumenau.
Só quero abraçar meu filho o mais rápido possível.
E que o Eterno fortaleça o coração das mães que perderam suas crianças.
Dia de tristeza.
1. Na campanha, Lula atacou Jair Bolsonaro por suas relações com milicianos. Eleito, entregou o Ministério do Turismo a uma deputada que mantém laços políticos com a mesma turma 🧶