Matheus Candançan detalha reclamações da diretoria e comissão técnica do Vasco na saída para o intervalo:
"Após o término do primeiro tempo, ainda dentro do campo de jogo, quando a equipe de arbitragem se dirigia ao vestiário, o sr. Daniel Felix, identificado como coordenador de performance da equipe do Vasco, abordou a equipe de arbitragem de forma grosseira e ofensiva, proferindo as seguintes palavras: “o que que você fez, caralho? a bola tocou na mão do kayzer, porra!”. durante a abordagem, permaneceu com o dedo em riste e impediu a saída da equipe de arbitragem do campo de jogo.
Quando a equipe de arbitragem conseguiu deixar o campo de jogo em direção ao vestiário, foi novamente abordada, desta vez de forma ainda mais agressiva e ofensiva, por um funcionário do Vasco, identificado como segurança. O referido funcionário partiu em direção à equipe de arbitragem, proferindo os seguintes xingamentos: “vai tomar no cu! você acabou com o jogo!”. diante de sua atitude agressiva, foi necessário que o policiamento o contivesse, dando início a um tumulto.
Na sequência, partiram em direção à equipe de arbitragem os srs. Nelcirio Franchin, identificado como treinador de goleiros; Admar Lopes, identificado como diretor executivo de futebol; e Felipe Loureiro, identificado como diretor técnico, todos integrantes da equipe do Vasco. De maneira agressiva e reiterada, os referidos profissionais tentavam forçar a passagem pelo bloqueio policial com o objetivo de se aproximar da equipe de arbitragem.
Ressalto que o sr. Felipe Loureiro permaneceu proferindo as seguintes palavras: “bateu na mão, caralho!”, enquanto o sr. Nelcirio Franchin proferia repetidamente: “covarde, filho da puta!”.
Nesse momento, enquanto a equipe de arbitragem permanecia impossibilitada de prosseguir em direção ao túnel de acesso aos vestiários, foram arremessados diversos copos contendo líquidos, bem como pedras de gelo, em direção à equipe de arbitragem, provenientes do setor destinado à torcida da equipe mandante.
Quando a equipe de arbitragem finalmente conseguiu chegar ao túnel de acesso aos vestiários e iniciou a descida das escadas, o sr. Nelcirio Franchin veio pela lateral da escada que dá acesso ao vestiário da equipe mandante e tentou desferir um soco contra o árbitro, atingindo o braço do 4º árbitro. O referido indivíduo foi novamente contido pelo policiamento.
No retorno da equipe de arbitragem ao campo de jogo para o início do segundo tempo, foram novamente arremessadas pedras de gelo em direção à equipe de arbitragem, provenientes da torcida da equipe mandante.
Após o término da partida, enquanto a equipe de arbitragem descia as escadas de acesso ao vestiário, o sr. Felipe Loureiro proferiu as seguintes palavras: “o var te fodeu! você vai ver que o var te fodeu!”.
Na mesma ocasião, o sr. Admar Lopes proferiu as seguintes palavras, em tom ofensivo: “uma bosta! um lixo de arbitragem!”."
Pedro Cardoso Cardoso nunca errou quando disse que o sertanejo é o retrato do fascismo brasileiro, com uma grande influência dos Estados Unidos na música.
CPI DO SERTANEJO JÁ!
só hoje entraram na mente do Neymar:
- Sormani (jornalista de 69 anos que não aceitou ir X1 com ele)
- dublador de partidas de futebol
mama mentality 👏🏻👏🏻👏🏻
pior que a cada jogo essa regra muda kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
pode ter certeza que na próxima rodada do Brasileirão vai rolar uma ocasião parecida que o juiz vai dar apenas cartão amarelo
o que revolta é a falta de critério
São dúvidas reais, tá?
Os especialistas podem me tirar: a orientação atual, que eu saiba, é de que o homem que faz o gol não pode ter tocado com a mão antes, independentemente de qual tipo de mão foi. Certo? (Dúvida 1)
O Barros meteu a mão na bola e, em condições normais, deveria ser expulso. Foi garoto, não existe.
Dito isso: se o Barros não faz o que fez, o possível gol do Kayser valeria? (Dúvida 2)
A expulsão, levando em consideração os 4D’s (Direção, distância, domínio, defensor), se sobrepõe ao fato de que o lance não valeria? (Dúvida 3)
Obs: o Barros não pode fazer o que fez. Nunca. Extremamente prejudicial ao time.