Todo mundo já falou disso aqui, mas me sinto obrigado a dar algumas palavras.
É sintomático. Coube ao destino pregar a sua peça e fazer com que o último momento de Neymar com a camisa brasileira fosse justamente a mais representativa de toda sua passagem.
2x1 e achou de bom tom provocar, querer tirar onda, sair por cima, tudo em nome de um interior ególatra que sempre se pôs acima do bem e do mal.
Neymar mijou e cuspiu na cara daqueles que sempre o viam como referência, eu me incluo nessa até sei lá, 2020.
Um jogador que se cercou de baba ovos, de subservientes, que sempre abaixavam a cabeça e nunca fizeram questão de o levarem para o bom caminho.
Um atleta que não teve exemplo paterno, e eu sinto muito por isso. Não tem um pai, tem um empresário. Não são palavras minhas, são do próprio atleta. É revoltante ao compasso que explica muito do que acontece.
E quando se cerca de paparicagem, é isso que acontece. Uma completa falta de noção da realidade, de tato, de entendimento do povo brasileiro.
Neymar se comporta como um moleque, como sempre. E precisamos de homens na Seleção.
Seu último jogo foi justamente como o seu legado: raso.
Que cultue seu próprio ego na aposentadoria. Não sentiremos nenhuma falta.
quando citam “ainda estou aq” na rodinha e penso em como representaram o exato silêncio que vc escuta quando perde alguém super importante e depois de uns dias vivendo sua rotina percebe que todos estão vivendo normalmente enquanto vc ta lidando com o luto
𝐀 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐣𝐨𝐠𝐚 𝐣𝐮𝐧𝐭𝐨, 𝐯𝐚𝐦𝐨𝐬, 𝐦𝐞𝐮 𝐌𝐞𝐧𝐠𝐨!
Jogamos juntos também por uma arquibancada diversa e sem preconceitos. Seguimos na luta por uma sociedade que respeita toda forma de amor!
28 de Junho - Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+
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