Feliz demais em receber o apoio do camarada Chico Moedas!
Como Chico falou, nosso compromisso com o povo não começou agora e não depende de mandato. Estamos há anos nas ruas, nas mobilizações e ao lado das lutas da classe trabalhadora.
O Congresso não precisa de quem só aparece em época de eleição prometendo mudar tudo, precisa de vozes realmente combativas e comprometidas com a classe trabalhadora.
Valeu demais, Chico! É a gente lá para revolucionar!
#Jones5050
Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76
NÃO EXISTE FLAPRESS NÃO. CONFIA.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Irmão, NINGUÉM da dita imprensa especializada se propôs a investigar os pormenores desse áudio.
Viva Alessandra Orofino, viva o calma urgente, viva a imprensa independente!
Alessandra Orofino traz detalhes reveladores sobre o pedido de Nikolas a Vorcaro para ajudar o seu advogado e "irmão" Thiago Rodrigues de Faria.
Milhões de dólares remunerariam o advogado pela liberação de uma obra que está travada porque oferece riscos a diversas famílias.
NOTA OFICIAL
Mais uma vez a arbitragem virou protagonista de um jogo do Fluminense.
Na partida contra o Palmeiras, não foi marcado um pênalti claro. No domingo passado, penalidade inexistente nos tirou dois pontos.
Ontem, além de mais um lance capital do pênalti não marcado em Serna, houve absoluta falta de critério na aplicação de cartões. Adversários com amarelo não foram punidos com vermelho mesmo diante de novas infrações que claramente exigiam expulsão.
E o mais grave: o árbitro permitiu que um jogador adversário chutasse a bola na direção de nosso banco de reservas, de forma deliberada e irresponsável, com o jogo parado, e ainda “peitou” um atleta nosso, adotando postura de confronto físico incompatível com a função de mediador da partida.
O Fluminense lamenta que, nas reuniões realizadas com a comissão de arbitragem, não haja o devido reconhecimento dos erros cometidos, como aconteceu na última quarta-feira. A ausência de autocrítica por parte dos responsáveis impede a evolução da arbitragem nacional e fragiliza a confiança das equipes.
O clube seguirá acompanhando de perto as próximas atuações e cobrando, junto aos órgãos competentes, mais coerência e respeito ao futebol.
Felizmente, existe a Alessandra Orofino para botar os pingos nos ii. Ouçam com atenção o corte. É do programa Calma Urgente. Faz a conexão necessária; joga luz onde era preciso iluminar.