Em um documento oficial enviado à Câmara dos Deputados, o Ministério das Relações Exteriores reconheceu, pela primeira vez de forma explícita, que a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos Estados Unidos pode abrir caminho para ações extraterritoriais americanas, inclusive com “risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional”.
O alerta consta em resposta assinada pelo chanceler Mauro Vieira. Segundo o documento, a designação das facções como terroristas poderia ser usada como justificativa para medidas unilaterais dos Estados Unidos não apenas no campo militar, mas também nas áreas financeira, migratória e penal, com impactos sobre instituições, empresas e cidadãos brasileiros.
O relatório não afirma que uma intervenção americana esteja em curso ou seja iminente. O que ele admite é algo igualmente relevante - a internacionalização do crime organizado brasileiro atingiu um nível capaz de gerar preocupações de “soberania” dentro da própria diplomacia brasileira.
A legislação antiterrorismo dos EUA confere ao governo americano instrumentos muito mais amplos para aplicar sanções, bloqueios, operações de inteligência e outras medidas contra grupos enquadrados nessa categoria.
As maiores facções criminosas do Brasil deixaram de ser vistas apenas como um problema de segurança pública interna e passaram a ser tratadas como uma ameaça de alcance internacional.
O governo Lula demonstra preocupação com a soberania nacional diante da possibilidade de os Estados Unidos classificarem PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Mas, dentro de casa, permanece em silêncio enquanto essas mesmas facções espalham terror em diversas regiões do país, expulsam famílias de suas casas, impõem toques de recolher, controlam bairros inteiros e submetem milhões de brasileiros ao domínio do crime organizado.
A soberania nacional também é ameaçada quando o Estado perde território para as facções e abandona a população à própria sorte.
Sobre futebol brasileiro, o furo é mais embaixo. E tem a ver com o maior problema do país, hoje.
Gilmar Mendes não é só ministro do Supremo. Ele é sócio-fundador do IDP, instituto que desde agosto de 2023 administra a CBF Academy, o braço de formação da entidade. O contrato garante ao IDP 84% da receita dos cursos, cerca de R$ 9,2 milhões em 2023. A CBF ficou com os 16%.
Agora observe a arquitetura.
Pelo menos seis nomes vinculados ou indicados pelo IDP ganharam postos na CBF, segundo a Piauí. Um vice-presidente, Gustavo Dias Henrique, também aparece nessa constelação de influência. O filho de Gilmar, Francisco Schertel Mendes, dirige o IDP e ainda ocupa cadeira no Comitê de Disciplina da FIFA.
E quem decide as causas da CBF que sobem ao Supremo?
Gilmar.
Em ações decisivas sobre a presidência da CBF que chegaram ao Supremo, Gilmar atuou como relator. A liminar de Gilmar Mendes reconduziu Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF, mantendo no cargo o dirigente durante cuja gestão foi firmado e executado o contrato com o IDP. O pedido partiu do PCdoB, partido do secretário-geral da CBF. Um pedido anterior, feito pelo PSD, havia caído com André Mendonça, que negou. Trocou-se o partido, trocou-se o relator, mudou o resultado.
Ele nunca se declarou impedido.
Confrontado, negou conflito. E a defesa que escolheu diz tudo. Palavras dele: o IDP "estava organizando e cedendo seu bom prestígio à CBF, e não o contrário".
Releia a estrutura por trás da frase. Um ministro que julga a entidade. Cujo instituto fatura com a entidade. Cujo filho comanda esse instituto. Cujos indicados povoam a diretoria da entidade. E que ainda vem a público dizer que o favor era dele.
Em agosto de 2025, uma representação pedindo a investigação do ministro por esse caso chegou à Procuradoria-Geral da República. Foi arquivada. O número dois da PGR entendeu que não havia indícios mínimos para sequer abrir apuração. Quem deveria fiscalizar olhou para a arquitetura inteira e escolheu não ver problema nenhum.
A CBF acaba sendo um símbolo da mentalidade que destruiu não apenas o futebol brasileiro, mas o país em todas as dimensões.
Enquanto parte do mundo ainda tenta vender a ideia de que o Irã estaria entrando em uma nova fase de moderação, as imagens que saem de Teerã contam uma história completamente diferente. Durante a cerimônia de despedida do ex-líder supremo Ali Khamenei, milhares de pessoas voltaram a gritar um dos slogans mais emblemáticos e controversos da República Islâmica: “Morte à América”.
Desde a Revolução Islâmica de 1979, os aiatolás transformaram o antiamericanismo em uma verdadeira religião de Estado. O “Morte à América” deixou de ser apenas um slogan e passou a ser um dos pilares ideológicos que sustentam o regime, alimentando a narrativa de um inimigo externo para justificar sua própria sobrevivência política.
O funeral de Khamenei demonstrou que, mesmo diante de uma economia exaurida, de uma população profundamente dividida e de um país cada vez mais isolado internacionalmente, o regime continua recorrendo aos mesmos símbolos de confronto ideológico.
As imagens também desmontam a narrativa frequentemente difundida no Ocidente de que o Irã estaria abandonando sua postura revolucionária. O que se viu em Teerã neste final de semana foi exatamente o contrário - uma demonstração pública de continuidade política e ideológica, em que a hostilidade aos Estados Unidos segue sendo apresentada como elemento central da identidade da República Islâmica.
Enquanto o regime iraniano busca negociações, alívio de sanções e abertura econômica, o establishment de Teerã continua alimentando um discurso de confronto permanente com o Ocidente.
O funeral de Khamenei, é uma mensagem ao mundo - o regime mudou de líderes, enfrenta uma sucessão inédita de poder, vive um dos momentos mais delicados de sua história, mas continua agarrado à mesma retórica que ajudou a moldá-lo há quase meio século.
7 Latin American elections since USAID was defunded:
🇨🇱 Chile: "far-right" Kast won
🇧🇴 Bolivia: "far-right" Paz won
🇵🇪 Peru: "far-right" Fujimori won
🇪🇨 Ecuador: "far-right" Noboa won
🇭🇳 Honduras: "far-right" Asfura won
🇨🇴 Colombia: "far-right" Espriella won
🇨🇷 Costa Rica: "far-right" Fernandez won
O FBI desmascarou um plano terrorista de drones explosivos que visava o evento UFC Freedom 250 do Presidente Trump na Casa Branca.
Eles planejavam explodir drones carregados de explosivos e forçar as multidões a um "Equipe de Sniper pré-encenada".
"Uma segunda onda para invadir o portão da Casa Branca."
Uma rede de quase 24 suspeitos foi identificada, com pelo menos 5 deles detidos.
“Tem mais coisa por vir. Eu havia determinado que fosse preservado o iCloud do Sicário. Essa semana eu determinei a quebra desses dados. Vamos ver o que virá de lá, o que deixou a irmã do Sicário passando mal. Eu não sei.”, disse André Mendonça.
The deadline for Justice Alexandre de Moraes to respond in the Rumble/Trump Media case expired yesterday. No appearance. No request for more time.
The Government of Brazil did appear to argue sovereignty and clarified it did not appear for Moraes. Its own filing says it raises the defense “on its own behalf exclusively,” and its lawyers identify themselves as counsel for the Federative Republic of Brazil, not counsel for Moraes.
To argue Brazilian sovereignty while Moraes simultaneously violates U.S. laws is the right of the Government of Brazil. The federal court in Florida will hear those arguments in due course.
Parabéns ao @Estadao. O único jornal que deu a chamada correta. O resto da militância de redação resolveu continuar a defesa do regime de censura e perseguição política no Brasil, como tem feito há anos.
Sem o apoio da "imprensa", o estado de exceção brasileiro jamais teria chegado tão longe.
Até a Associated Press (AP), uma das maiores agências de notícias do mundo, repercutiu a decisão da Corte de Cassação da Itália que rejeitou a extradição de Carla Zambelli.
Segundo a mais alta corte italiana, houve violações às garantias do devido processo legal. A decisão expõe internacionalmente questionamentos sobre a concentração de poderes exercida por Alexandre de Moraes no caso e amplia o debate sobre imparcialidade judicial no Brasil.
Vorcaro: Pagou R$ 155 MILHÕES Para Alcolumbre no Exterior?!
"O Vorcaro detalhou todo o esquema. O governo do PT da Bahia fez uma manobra para se tornar um dos principais parceiros do Vorcaro. Vorcaro cita um novo nome do Judiciário que teria recebido 15 milhões dele dentro de um negócio fora do padrão; o pagamento teria sido realizado por Fabiano Zetel, cunhado de Vorcaro. Vorcaro citou outro membro do Judiciário; não sabemos quem. Talvez haja mais ministros do STF envolvidos.
A defesa de Vorcaro foi até o ministro André Mendonça e disse que Vorcaro está entregando coisas, e o ministro disse que a Polícia Federal tem independência. A PF disse que a entrega que ele estava fazendo era seletiva, mesmo diante dessas novidades, o que me leva a concluir que a Polícia Federal já sabia de tudo isso, de todos esses fatos. A PF sabia, provavelmente, pelo celular de Vorcaro."
Mais um intocável desmascarado.
155 milhões de reais. Esse foi o preço pra parar tudo do Master no Senado.
Que sigam as investigações e caiam todos eles. CHEGA de intocáveis.
O governo do amor agora oficializou a gasolina batizada! Subir o etanol para 32% é enfiar a mão no bolso do motorista. O carro vai render menos e você vai gastar MAIS para rodar o mesmo trajeto. O "combustível do futuro" na verdade é o imposto disfarçado do presente. Faz o L! 🚗💸
Acionamos o Ministério da Verdade do governo do PT para apurar as fake news espalhadas por Guilherme Boulos e aliados de Lula sobre a PEC da Jornada Flexível. Quem acusa a proposta de retirar direitos ou criar uma escala inexistente simplesmente mente. Nossa proposta preserva os direitos do trabalhador e amplia sua liberdade de escolha. O debate precisa ser feito com fatos, não com desinformação e oportunismo político. Agora resta saber se a AGU terá o mesmo rigor contra as mentiras dos aliados do atual governo que costuma demonstrar contra seus adversários.
O governo Lula esperou a poeira baixar e retomou o convênio com uma entidade ligada ao PT envolvida no esquema do INSS.
O acordo de cooperação técnica havia sido rescindido em abril, mas o INSS retomou o convênio nesta semana.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) estava entre as entidades investigadas por realizar descontos não autorizados por beneficiários do INSS.
Entre 2019 e 2024, a Contag descontou cerca de R$ 2 bilhões das pensões dos aposentados do INSS, grande parte sem o conhecimento e sem a autorização dos idosos, segundo a Polícia Federal.
Departamento de Estado dos EUA esclareceu que as medidas anunciadas não têm relação com o Pix. O alvo são apenas pessoas e empresas ligadas ao financiamento do PCC e do Comando Vermelho. Após a declaração, críticos acusaram o governo e parte da imprensa de criarem um alarme injustificado sobre o sistema de pagamentos brasileiro.
Vorcaro ia pagar MAIS R$ 50 MILHÕES Para a MULHER de Moraes!
A coluna da Malu Gaspar no O Globo acabou de publicar uma BOMBA que muda o jogo na investigação do Banco Master.
Você consegue acreditar nisso?
Quantas vezes mais será necessário ver o mesmo filme antes que o mundo aprenda a lição?
🇵🇸 Lembram-se do Hospital Europeu em Khan Younis?
Quando Israel atacou um alvo específico no local, vieram as condenações imediatas: ONU, governos europeus e manchetes acusando Israel de atacar um hospital.
Poucas semanas depois, as FDI levaram jornalistas ao mesmo local e revelaram o que estava escondido sob a sala de urgências: um centro de comando subterrâneo do Hamas, com infraestrutura militar e armas.
Foi ali que foi encontrado e identificado Mohammed Sinwar, líder militar do Hamas e um dos principais arquitetos do massacre de 7 de outubro.
Pelas Convenções de Genebra, instalações médicas perdem a proteção especial quando são utilizadas para fins militares. Ao transformar um hospital numa base terrorista, foi o próprio Hamas que colocou aquele local em risco.
Mas onde estão agora as manchetes? Onde estão os pedidos de desculpa? Onde está a retratação daqueles que se apressaram a condenar?
Este padrão repete-se vezes sem conta: o Hamas esconde-se atrás de civis, utiliza hospitais e outras infraestruturas como escudos, e quando as provas surgem, o silêncio substitui a indignação.