@requiaooficial Tá nada. Discurso ultrapassado em tempos de consequências desastrosas do aquecimento global. Hidrelétricas podem significar inundação de ecossistemas e/ou terras agricultáveis, deslocamento forçado de pessoas, conflitos fundiários, destruição da ictiofauna, etc.
lembrando aqui quando o Lula virou as contagens de voto, quando caiu os do nordeste, que os cara tavam sendo barrado de ir votar na estrada e foram A PÉ, na última eleição o ALÍVIO que senti n tá escrito, meu deus do céu. Roterista tava afiado aquele dia
@Grgoriu É sobre isso que falo sempre. Cada dia era uma patacoada diferente do Bozo. Deixava as pessoas ansiosas e sem perspectiva. Um dos maiores méritos do Lula, como prometido, foi trazer estabilidade e previsibilidade.
🇨🇳 Durante décadas, a China gastou mais de US$ 70 bilhões para desenvolver uma turbina a jato aeronáutica 100% nacionalizada, tecnologia totalmente dominada pelos chineses agora em 2026.
A produção de turbinas a jato é considerada uma das três tecnologias mais difíceis de se fabricar, junto com a litografia EUV e mini reatores nucleares para submarinos. Atualmente, apenas 5 países do mundo conseguem produzir turbinas a jato para aviões, sendo eles os Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China.
A grande dificuldade para produzir turbinas em escala comercial é a composição dos materiais utilizados em suas peças, já que uma turbina opera em temperaturas médias de cerca de 1.400 graus, além de que os materiais utilizados para aguentar essa temperatura extrema devem ser leves e duráveis, principalmente as lâminas internas, feitas de cristais e ligas metálicas especiais, com cada turbina contendo cerca de 20.000 a 40.000 componentes fabricados e montados com extrema precisão.
Nos últimos 30 anos, a China torrou mais de 70 bilhões de dólares em múltiplos projetos para fabricar turbinas aeronáuticas em escala comercial, e agora, em 2026, conquistou definitivamente essa capacidade, ao apresentar o motor turbofan CJ-1000A, o primeiro motor a jato de alto bypass chinês de grande porte, projetado pela AECC Commercial Aircraft Engines (ACAE). O grande diferencial desse motor para os anteriores chineses é que sua qualidade quase se igualou aos concorrentes ocidentais já estabelecidos no mercado, aguentando cerca de 6.142 horas de testes extremos (solo, altitude, condições severas como planalto, gelo, ingestão de pássaros etc.) e completou os 317 itens de certificação de aeronavegabilidade exigidos para homologação de uso em aeronaves comerciais de grande porte.
Em cerca de 30 anos de investimentos e dedicação, a China está conseguindo quebrar o monopólio de empresas ocidentais como a CFM International, GE Aerospace, Pratt & Whitney e Rolls-Royce, que por mais de 70 anos não tiveram competidores à altura no mercado internacional, exceto pelas fabricantes soviéticas que atendiam o mercado interno da União Soviética, mas que perderam força após o colapso da URSS.
Muita gente chama Lula de “analfabeto” e “cachaceiro”, reproduzindo preconceitos contra sua origem nordestina e por ter vindo da classe trabalhadora. A ironia é que Luiz Inácio Lula da Silva é o brasileiro que mais recebeu títulos de Doutor Honoris Causa, concedidos por dezenas de universidades do Brasil e do mundo. O preconceito fala alto. A história fala mais alto.
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Sabe porque o Brasil fala com altivez agora e pode defender sua soberania? Porque vinte anos atrás Lula pagou a dívida externa com o FMI e o Clube de Paris. Porque os governos do PT fizeram US$ 370 bilhões em reservas internacionais, incluídas 170 toneladas de ouro. Porque não temos mais dependência econômica dos EUA, reduzindo nossa balança comercial com eles de 30% para 9%. Porque fizemos acordos importantes, com União Europeia e Mercosul. Porque assumimos protagonismo na OMC, G20 e Brics. Porque investimos na Petrobrás e temos autonomia energética. Porque saímos do Mapa da Fome da ONU. Porque abrimos 600 novos mercados externos, diversificando negócios com Europa, Ásia, África e América Latina. Não é sorte ou acaso, é estratégia, visão, trabalho, diplomacia e… Lula!
Departamento de Justiça dos Estados Unidos, comandado por Donald Trump, intima empresas de telefonia a fornecerem registros de ligações e mensagens de textos de jornalistas e seus familiares, com a finalidade de descobrir a fonte de repórteres do New York Times.
ÃIMMMM MAS NO BRASIL TB TEM RACISMO"
A diferença é que aqui gente combate, a gente execra o racista, faz perder o emprego, briga pra ser preso....e mais, tem leis antiracistas!
Na Argentina eles normalizam, eles ensinam e acham graça!
Minha indignação é ainda maior por saber que esse ataque ao Brasil tem o apoio de alguns políticos brasileiros. São verdadeiros traidores da pátria. Apostam no quanto pior, melhor. Não se importam com a economia do país e os danos causados ao nosso povo.