"O indivíduo que não se interessa pelo seu semelhante passa pelas maiores dificuldades na vida e causa os maiores males aos outros. É entre esses indivíduos que se verificam todos os fracassos humanos"
Alfred Adler
"DANI MARQUES, se for ouvida por quem tem 2 neurônios funcionando, tem uma capacidade GIGANTESCA de conquistar os votos dos INDECISOS e até virar votos de alguns PETISTAS.
Quem a vê explicando de forma tão clara a situação CAÓTICA da economia deste país só vota no PT se for OTÁRIO.
Baixem e compartilhem!
Estamos unidos por São Paulo e pelo Brasil.
Nesta reta final da eleição, Ricardo Salles anunciou a retirada de sua candidatura ao Senado e declarou o seu apoio a @DerriteSP e @andredopradosp . A direita está unida em São Paulo e, juntos, vamos fazer a diferença no governo e no Senado.
Dia 4 de outubro, vote Tarcísio para governador, 10. Guilherme Derrite para o Senado, 111. E André do Prado para o Senado, 222. Rumo à vitória!
Mentiroso safado marginal
Esse traste criou as BETs pra arrecadar mais, destruiu as famílias, endividou o Brasil e agora quer dar uma de bonzinho.
Esse vídeo tem que rodar o Brasil.
Baixa esse vídeo e manda em todos os seus grupos de zap
O metrô de São Paulo está crescendo como nunca.
A Linha 17, prometida desde a Copa de 2014, finalmente virou realidade. A Linha 6-Laranja começou a operar, e novas expansões já estão no caminho: a Linha 2-Verde chegando a Guarulhos e a Linha 4-Amarela avançando até Taboão da Serra.
É mais metrô, mais integração e mais tempo de volta para a vida das pessoas. E estamos só começando!
🚨🇧🇷 Simone Tebet disse que a classe política tem que “roubar menos” e é rebatida por Guilherme Derrite:
“A classe política não tem que roubar menos como você falou, a classe política NÃO PODE ROUBAR.”
ESSE É UM POST PARA QUEM VERDADEIRAMENTE AINDA NÃO ENTENDEU MINHA EXPECTATIVA (e quer entender)
Confesso que acho estranho, porque estruturalmente ela é a mesma que venho postando há muito tempo. Sem mudar. Mas como aqui é uma rede social e se posta de tudo, eu falo de curto prazo, médio prazo, macroeconomia, política e diferentes classes de ativos, aparentemente algumas pessoas misturam tudo. Provavelmente para quem segue vai soar repetitivo, pq é sempre o mesmo, mas estou fazendo para quem se perder. Mas é um perfil para ajudar, então se conta algo, vou tentar fazer.
Se algum post meu parece contradizer outro, você está misturando três coisas: ativo, horizonte e operacional. Então sempre que tiver qualquer dúvida, volte aqui, ou pergunte. Eu respondo, sempre respondi.
Então vamos deixar registrado, ativo por ativo, com o que está postado e datado.
A visão macro.
Continuo vendo o exato momento atual como 1929. E 1929 não foi só o crash, foi a euforia antes dele, com o pico no fim do ano. Não me apego ao mês. Me apego ao comportamento: euforia primeiro, crash depois.
Então sim, sigo bull. Só que existe uma diferença enorme entre o ciclo inteiro e agora. O ciclo inteiro eu fui full bull: position, ignorando ruído. Mas o tempo passa, e agora estamos na parte delicada da onda 5, a que entrega o maior retorno e carrega o maior risco. Por isso meu operacional mudou: bull, mas protegido. Operação curta, gestão próxima, zero do famoso "compra e esquece".
Isso não é jogar dos dois lados. É saber em que parte do ciclo você está. O de agora é a minha saída do mercado pós todas as ondas aproveitadas, e interessado apenas em uma última onda: as alts (e as mineradoras se continuarem dando sopa e trades de 30 a 100% como venho postando).
Ah, mas e os posts de crash. É para dar medo? O tom de medo é o meu medo. Eu tenho medo do que vem, muito medo. Não posto pra assustar ninguém, posto a minha leitura, de alguém preocupado.
Vamos lá:
- TradFi:
Desde o famoso "Buy in may and go away" (compre em maio e vá embora) onde todo o mercado via crash no meio do caos das tarifas, eu entrei e disse com todas as letras que via o comprar e esquecer. Que neste momento de ciclo de agora não vejo mais. E continuei martelando isso, incessantemente, apesar de todos os "fins de ciclo" decretados no Twitter no caminho inteirinho. Segui bull, e sigo. A diferença é que agora vejo apenas o último respiro, última pernada, a de inclinação máxima, até porque já estamos na onda final. Agora é a fase final, da onda final na minha visão. Inclusive, índices fora dos EUA já mostram peso e cara de distribuição.
Apesar de full bull no ciclo, tivemos vários meses que estive fora. O que chamei de hibernar na onda 4 (porque eu realmente não opero onda 4, nunca). Mas avisei quando a onda 4 acabou, avisei que entrei, avisei quando era FOMO máximo e saí. Tudo no dia, nada depois do fato. Surfei a primeira parte da onda 5. Agora vem a parte mais íngreme e eu tenho zero interesse em correr atrás dela. Dá pra achar que sobe e escolher não operar, claro, é exatamente meu caso com TradFi agora.
Resumo? Aceleração final, distribuição e crash.
- Bitcoin.
Comprei em junho de 2023, perto de 26 mil, e postei as paradas no mesmo dia: 46 mil e 60 mil. As duas bateram em 2024. Surfei a onda 3 inteira e postei que vendi no fim dela, em julho de 2025, perto de 120 mil e que teria zero interesse em voltar. O topo do ciclo veio em outubro, a 126 mil. Em 9 de outubro postei que vendi praticamente tudo, fazendo o maior caixa do ciclo. Dia 10/10 todo mundo sabe o que aconteceu. Moral da história, foi o início da onda 4, a que eu sempre estou fora. Desde julho de 2025 Bitcoin não é position pra mim. Trade pontual, talvez. Posição estrutural, não.
E agora onde estamos? Minha expectativa é o iminente fim da onda 4 corretiva e ai entrar na aceleração final, levando aos alvos que sempre referencio e que estão nos destaques. Alvos que eu espero de fora. Expectativa não é posição, nunca foi.
"Mas poxa, no último mês subiu muito, ainda é a 4 corretiva?" Pelos meus critérios ela ainda não fechou. "Mas subiu muito." Sim. Subir muito não encerra correção. Apenas indica. Mas tudo que sobe bastante pode cair bastante, e usar velocidade de preço pra invalidar estrutura é emoção, não critério. Está mais perto de fechar? Está. Tecnicamente fechou a 4a? Não.
Nota final: Pra mim, o mais importante é que eu não tenho interesse em Bitcoin em si. Então não espere monitoramento ativo, estou literalmente em standby esperando meu despertador tocar, e não envolve BTC. Meu interesse é no que vem depois... então não espere post diário de BTC, não farei.
- Ethereum e alts.
A sequência nunca mudou: Bitcoin, depois Ethereum, depois alts.
Meu gatilho pra aumentar alts é o rompimento do topo histórico de Ethereum. "Porcaria se compra no rompimento". Em julho de 2025 marquei o range de topo do ETH entre 4.600 e 4.850, e escrevi que chegando ali "não temos mais a impulsiva a nosso favor". O topo do ciclo veio um mês depois, a 4.957. Depois disso, o box laranja: O famoso box laranja de 2025 que avisei que entraríamos e lá ficou por meses, eu esperei romper pra comprar, ele não rompeu, logo não ativou o setup de rompimento que é muito claro. ETH caiu 65% do topo depois disso. A regra me protegeu e deixou de fora da queda inteira. Não poderia estar mais feliz com essa regra.
Fui comprando alts no caminho? Fui. Sempre em compressão, quando o mercado entrava em pânico: na "terceira guerra mundial" de junho de 2025, que chamei de não-evento na véspera e marquei a base da altseason, e na "terceira guerra mundial" deste ano. Não por notícia, mas toda compressão que vejo, eu compro um pouquinho.
E agora? Espero rompimento de ETH, e nada mais. Hoje tenho 20% da posição de alts que quero ter. E alts serão 20% da carteira. Ou seja, 4% do total. Faria exatamente igual de novo. Não poderia estar mais feliz de ter tido este operacional, veja só do que me protegeu, só de tempo perdido se tivesse ficado dentro, mesmo que tivesse ficado de lado, teria ido mais de ano. Fora a carga emocional. Não passei por isso.
- Mineradoras.
Aqui está meu foco de curto prazo. Rotacionei de BTC pra mineradoras em julho de 2025, dizendo que a assimetria era enorme. Surfei a primeira pernada, surfei a segunda, tudo público, tudo no dia que a compra/venda é feita. Movimentos de 30%, de 100%. Mas agora com gestão muito mais próxima do que a da onda 3, porque é outro momento do ciclo.
Hoje, quando olho Bitcoin, olho pelo impacto nas mineradoras. Quem não se interessa por mineradoras provavelmente não vai se interessar pelo que eu posto agora. Tudo bem. Não estou postando dicas de trade, estou postando o que eu faço.
E agora? Hoje postei o hedge completo delas, ou seja, zerei exposição. Mas vou voltar, ah vou.
- Ibovespa.
Talvez perguntem disso, então vou antecipar. Em maio de 2024, com todo mundo vendendo Brasil, eu fui pro outro lado: "o Brasil não vai ficar pra trás". Em agosto de 2025 cravei 167 mil e avisei que passando dali não tinha mais interesse. Bateu em janeiro de 2026. Saí, parei de olhar. Foi a 199 mil depois, e não me importa. Surfei e saí, como fiz e farei com tudo "vender cedo" é meu mantra.
E agora? Não estou acompanhando mais mesmo, não sei. Mas minha expectativa lá na frente é outra: no meio do crash, visitamos a festa dos 100 mil pontos. Não agora. Horizontes diferentes.
- Emergentes.
No mesmo maio de 2024, junto com o Brasil, cravei EEM em 60. Bateu em janeiro de 2026, vinte meses depois. Alvo certo não tem data. Tem estrutura.
E agora? Pra mim chegamos ao exato alvo, logo ao fim do que interessa acompanhar. E vai corrigir forte.
- DXY.
Falei da queda do dólar em junho de 2023. Ele caiu até janeiro de 2026. Mostrei no gráfico o range 96-94, nível que DXY deixava de ser confluência que me importava, e parei de acompanhar. A expectativa maior segue: um balanço, depois o dólar acelerando pra cima, já com o crash contratado. Tese certa pode deixar de ser operacionalmente interessante. É o caso.
- Petróleo.
Aqui registro o que eu não esperava. A aceleração foi atípica em todas as dimensões, e eu não a imaginava. Não estava operando, mas não era o movimento que eu previa. Isso muda a leitura de fim de ciclo, que segue apontando os 30? Não. Mas fingir que eu esperava aquilo seria desonesto. Não esperava.
E agora? Vejo a continuidade para o range de 54-29, alvo 30.
- Juros.
Não mudou na minha expectativa, está se segurando na banda superior mais tempo. Mas o patamar desconectado da economia americana e mundial. Chamei o 30 anos perto de 4,85% em novembro de 2025 e bateu em dezembro, dai veio a bagunça do petróleo que movimenta tudo. Sigo vendo a queda, e vejo essa queda como uma das confluências que alimentam a euforia final: dinheiro saindo do caixa, apetite por risco, FOMO. O combustível que espero antes do fim.
E agora? Queda mirando o range de 3%, para começar.
- Metais preciosos.
Não operei, fiquei de fora, e postei isso. E vou além: em setembro de 2025 escrevi que o ouro parava nos 3.700 a 3.800. Passou reto. Errei. Foi uma pernada fantástica e eu assisti, não estava esperando comprar ou mesmo shortear. Mas ver o tiro foi bonito, pena que de fora. Não estou olhando para falar algo.
Sobre gestão, uma última coisa.
No dia 9 de outubro formei o maior caixa do ciclo. No dia seguinte veio a queda de 16%. Minha postura naquele dia não foi "eu avisei", nem "eu vendi". Foi tentar ajudar quem estava apavorado. Mercado nunca foi disputa de quem parece mais inteligente olhando o gráfico pra trás. É operação, gestão, patrimônio. Por isso aviso entrada, saída, mudança de postura e invalidação quando acontecem, não depois. Os posts que mais me importam, são os de gestão de risco, é o que eu acho mais importantes. E o que menos as pessoas gostam, mais criticam, acham que é para cravar algo e não é. Mas não me importa. Seguirei postando-os. Na minha visão é, a cada segundo, o mais importante. Montar o seu operacional é, infinitamente, mais importante do que acertando tudo. Você pode acertar no post, e quebrar na vida real. E vendo as brigas sem sentido, onde poderíamos ser uma comunidade unida se ajudando, eu até acho que isso é o motivo. Por isso não as critico, o peso deve ser grande.
- Resumindo:
Macro: euforia final, depois grande crash. Não mudou. TradFi: bull na pernada final, sem interesse em position. Small caps: 2.120 segurou, 2.827 bateu. Bitcoin: força, sim. Onda 4 fechada pelos meus critérios, ainda não. Sem interesse estrutural. Ethereum: o meu gatilho. Alts: 20% do que quero, esperando o rompimento de ETH. Mineradoras: o foco. Zerei hoje, volto. Ibovespa: capturei o que queria, saí. Festa dos 100 mil no crash. Emergentes: 60 cravado em 2024, bateu em 2026. DXY: a queda veio. Volta a importar na aceleração, mais à frente. Juros: caem, e alimentam a euforia final. Petróleo: me surpreendeu. Não muda a tese. Ouro: pernada fantástica, errei o nível, não operei.
Então, quando me vir bull num post e falando de crash no outro, não é contradição. Quando eu disser que Bitcoin pode subir e que não tenho interesse em comprar, também não. Quando eu disser que uma classe pode dar mais 50% e escolher ficar de fora, idem.
E a pergunta final: "QUANDO?!"
Todo mundo que me segue há mais de 1 dia sabe: eu não opero datas. Opero estrutura. Enquanto estiver segurando, sigo dentro.
Mas entenda: Preço, ciclo e operacional são coisas diferentes.
O ciclo inteiro a decisão era simples: comprado, ignorando o ruído. Agora não. A onda 5 é complexa e assume formatos diferentes em cada ativo. Em alguns eu fico. Em outros entro e saio. Em outros só assisto.
Essa é a minha leitura. Pode estar errada. Mas não mudou porque o mercado subiu ontem, caiu hoje, ou porque alguma torcida ficou mais barulhenta.
Se algum post meu parecer contraditório, volte aqui. Você está misturando ativo, horizonte ou operacional.
Lula prometeu picanha e não entregou. As famílias estão endividadas, o dinheiro não dá até o fim do mês e agora ele quer que o brasileiro se contente com ovo.
Hoje ele manda você mudar o prato. Amanhã, vai querer que você se acostume a ter cada vez menos.
O Brasil merece mais! Vote2️⃣2️⃣
Ao longo desses quatro anos, eu aprendi que o projeto mais importante não é necessariamente o maior ou o mais bonito. Mas aquele que transforma a vida das pessoas.
Nós acertamos, erramos, corrigimos a rota, mas, acima de tudo, trabalhamos com coragem, transparência e compromisso com os paulistas.
E essa missão ainda não terminou. Nós vamos continuar trabalhando muito pra fazer São Paulo acontecer.
🚨URGENTE - Deputado Nikolas Ferreira faz vídeo mostrando todos os impostos e mudanças do governo Lula aprovados pela reforma tributária, que vão começar a valer em 2027
[Fim da Enquete] Cripto: esse tiro foi uma busca de liquidez ou a impulsiva que estávamos esperando?
55% votaram busca de liquidez. 45% votaram impulso. E a enquete tinha uma pegadinha que eu explico abaixo.
Para quem não gosta de ler, o resumo: a barra ainda não ganhou o título de impulsiva. Esse título se ganha na correção, e ela ainda não veio. E pior: quem está desesperado pela resposta de A ou B vai tomar decisão no meio de um range enorme. Boa decisão costuma acontecer nas extremidades, não no meio.
Fim.
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Vai continuar mesmo? Não foi embora? Tem certeza? Se for 'cérebro twitter' já pode ir embora. Você vai cansar, vai reclamar, vai achar confuso pq o tico e teco não se falam mais, e não vai chegar até o fim. Mas se quiser seguir, então se prepara para ler... ou já se poupa e sai antes.
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Primeiro, a resposta da enquete.
Os dois lados estão lendo a barra. A resposta está na zona.
Essa barra foi forte, sem dúvida. Mas foi uma barra forte dentro de uma zona de acumulação. E isso muda tudo: dentro de acumulação, os dois times têm razão ao mesmo tempo. Depende do prazo e do operacional de cada um.
Capturas de liquidez são parte do processo, ainda mais em cripto. É literalmente assim que uma acumulação funciona: o preço visita as zonas de liquidez, passa um pouco, engana todo mundo, volta. Quem coleta, coleta exatamente aí.
E barras velozes dentro do range não mudam a estrutura. Velocidade dentro de acumulação é informação, não é sinal.
Então foi impulsiva? Ainda não. E não é preciosismo.
Impulsiva é um pacote: característica de 5 ondas (ok), correção sem violar a origem (ainda não testado). Tem um extra que levo em conta, o ponto de saída: impulsiva de verdade nasce de apoio, e esse tiro saiu de região sem estrutura embaixo. Isso pesa, mas não decide.
Quem decide é a corretiva. Quantas vezes não disse que "a volta conta mais do que a ida"? A correção pode ser tudo: inexistente, lateral, funda. Só não pode perder o fundo de origem do impulso. Perdeu a origem, era coleta.
Daí os dois cenários que vejo com mais probabilidade:
a) BTC corrige até o range dos 70k, segura a origem e retoma: impulsiva confirmada, e o range começa a se despedir.
b) Captura a liquidez, perde a origem, e a mira volta para os 52k.
Meu voto? A enquete perguntou cedo demais. Essa barra tem cara de quem pode ganhar o título. Mas título se ganha no teste (a volta), não na largada.
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Agora, a pergunta que vale mais: o que fazer com isso?
Porque classificar a barra e decidir carteira são perguntas diferentes. E no meio de range não se faz nada estrutural.
No meu operacional, só duas coisas importam nesse momento do ciclo: zonas de compressão e rompimento de topo.
Zona de compressão foi o que existiu dias atrás. Preço comprimido, risco definido, assimetria clara. Foi o que me fez comprar alguns ativos de maior beta (as alts que postei), que andaram entre 40 e 50%. Operei a compressão que precede a barra, não a barra que veio depois.
Rompimento de topo é o outro extremo: meu gatilho estrutural de sempre, o topo histórico de ETH. Absolutamente nada me interessa fora disso. É o que protegeu minha carteira de toda essa queda, e é o que me dá tranquilidade de viver, tomar meu 🍷, e focar em outras coisas enquanto o mercado fica nessa bagunça. Pra mim tempo não volta, e meu tempo está em outras coisas até romper.
E se o BTC for embora daqui e romper o range? A barra não vira impulsiva retroativamente. Vira outra coisa: rompimento. E rompimento ativa exatamente o cenário que espero há meses. ETH rompendo, eu dentro, sim pagando mais caro, mas como sempre disse que pagaria.
Ou seja: se corrigir e segurar, impulsiva confirmada e eventualmente surge algum trade curto. Se perder a origem, era coleta e o critério já estava escrito. Se for embora, executo o plano lá no topo. Montei o operacional para os três cenários me servirem. É para isso que operacional existe. Não é para "eu disse" no Twitter, é para rentabilizar a carteira.
Meus pontos de interesse estão na impulsiva confirmada, e nas extremidades. O meio do range é onde mora o debate, a ansiedade e a enquete. Não é onde mora o meu foco, nem meu dinheiro.
Até porque eu estou no momento do ciclo de saída. Diferente do resto do ciclo inteiro, em que visei retorno, agora estou fechando a porteira: se faço algo, é maximizando segurança. Postei sobre isso dezenas de vezes nos últimos 6 meses. É o motivo de eu sair sempre no fim da onda 3, e foi o motivo de eu sair de BTC em julho de 25. "Nunca se sabe a 4, ela é incerta, eu hiberno na onda 4, etc, etc". Até a impulsiva confirmar, ainda sigo com a postura de onda 4 para cripto.
E a visão? Não mudou em nada. Sigo achando que vamos buscar a máxima histórica. Não mudei um alvo sequer. A queda que assustou tanta gente foi uma corretiva clássica, de 50% a 61% do movimento. "Ah mas caiu muito". Sim, a subida de BTC foi substancial, então a correção foi substancial. Proporcionalidade não é anomalia, é o padrão. Quem não quer movimentos substanciais, não invista em cripto. Nunca se sabe o tamanho da 4, por isso sempre saio na 3.
Moral, seguimos em acumulação, esperando sair da 4. E como venho dizendo, meu foco há uns 2 meses deixou de ser TradFi. A hora de cripto (TradFi > BTC > Eth > Alts) está chegando, agora ainda mais: esse movimento ou já é o definitivo, ou é o que vai tirar os últimos que não aguentam mais a pressão da onda 4, para então subir.
Até lá: caixa, vinho, operações de curto prazo em cripto. Foco nas mineradoras, que como você tem visto as operações têm um beta muito maior e dão 100% pra lá, 30% pra cá, sem parar. E TradFi que já não me interessa mais há uns 2 meses, apesar de visualizar a pernada final. Ou seja, nada mudou.
A pergunta da enquete era sobre a barra. A pergunta que vale dinheiro é outra: confirmou saida da acumulação?
Ainda não. E até sair, eu sei exatamente o que estou esperando. E sei o que fazer enquanto espero, tomar 🍷 e viver. Você sabe?