Adepto da contratirania. Contra todas as formas de tirania, inclusive as sedizentes de esquerda, as socioburguesas, as demagogicracias e as picaretacracias.
Tallis Gomes virou alvo da Justiça por autorizar culto cristão em sua empresa.
Ou seja:
- O empresário que gera emprego e permite oração vira alvo.
- O militante que doutrina criança vira referência.
Não é apenas perseguição religiosa. É a prova de que o Brasil trocou a liberdade pela patrulha ideológica.
Brasil 🇧🇷/China 🇨🇳: Uma das empresas sancionadas pelos EUA por elo com PCC operava "banco invisível" para chineses no Brasil.
Trata-se da “Victory Trading” que atuava como uma espécie de “casa de câmbio invisível” para escoar fortunas para fora do país segundo reporta o portal “Metrópoles”
A Polícia Federal encontrou o testa de ferro por trás do apartamento do Ex-Líder do Governo no Senado.
Luiz Antônio Lombardi, ex-mecânico de São Paulo, dono de oficina, que de repente aparece à frente de empresas com capital de dezenas de milhões de reais. Segundo a PF, foi ele quem intermediou a compra do imóvel de R$ 2,45 milhões atribuído ao parlamentar.
Não é um apartamento qualquer. É o mesmo esquema que passa pelo ex-sócio de Vorcaro, um dos alvos da CPMI do INSS que presidi. A mesma trama que, quando começou a ser puxada, virou perseguição, ataque e tentativa de descredibilizar o nosso trabalho.
Agora está tudo à vista.
Quem abre empresa de milhões da noite para o dia tem sempre alguém por trás. A PF sabe disso, e está seguindo cada real até o fim da linha.
Chamaram a CPMI de circo. Chamaram a investigação de vingança. Hoje é a Polícia Federal batendo na mesma porta que a gente batia.
O dinheiro deixa rastro. E o rastro não obedece a cargo, a foro, nem a liderança de governo.
A água não chegou. A obra também não.
O Ramal do Apodi ficou anos abandonado pelos governos do PT e só voltou a avançar no Governo Bolsonaro, sob a nossa gestão. Agora, o governo faz cerimônia em uma obra ainda inacabada, sem a água correndo para a população.
O Nordeste não precisa de inauguração de trecho nem de propaganda eleitoral. Precisa da obra concluída, da água chegando às famílias e de resultados concretos.
Propaganda passa. Obra pronta fica.
Recebi informações de que o delegado Rodrigo Teixeira, investigado pela PF na Operação Rejeito, estaria negociando acordo de colaboração premiada.
Teixeira é o mesmo delegado que, em 2018, chefiou o inquérito sobre a facada em Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial — investigação que concluiu que Adélio Bispo agiu sozinho, conclusão que Bolsonaro jamais aceitou.
É também o delegado que, como superintendente da PF em Minas Gerais, coordenou a primeira fase da investigação sobre o rompimento da barragem B1 em Brumadinho, tragédia que matou 270 pessoas — e que, em 2019, foi coautor de um livro-reportagem sobre a própria apuração que superintendia.
Seis anos depois de Brumadinho, Teixeira foi preso na operação que investiga os mesmo nomes ligados àquela tragédia. Segundo a PF, ele e o lobista Gilberto Horta negociaram, por meio da Gmais Ambiental — empresa registrada em nome de sua esposa, Daniela Wandeck —, os direitos minerários da Topázio Imperial junto ao grupo de João Alberto Paixão Lages, Alan Cavalcante e Helder Adriano de Freitas. A operação poderia render a Teixeira cerca de R$ 27 milhões sem qualquer investimento de sua parte.
Foi do celular de Teixeira que a PF extraiu os três manuscritos que A Investigação revelou. Organogramas que descreviam a engrenagem do esquema de mineração ilegal na Serra do Curral.
Teixeira chegou a diretor de Polícia Administrativa, o terceiro cargo na hierarquia da PF no governo Lula, e foi nomeado pelo ministro Alexandre Silveira para o Comitê de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras.
Se a delação se confirmar, será a primeira vinda de dentro do núcleo de liderança do esquema — e pode redesenhar o mapa dos que, até agora, ficaram de fora dos indiciamentos.
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Está em curso, em muitos países, algo muito errado, afirmou Elon Musk:
"Na Grã-Bretanha, e eu não estou brincando, como isso pode ser verdade?, pedófilos condenados estão sendo libertados da prisão para que pessoas sejam encarceradas por postagens no Facebook."
Lula é o ÚNICO que quer o tarifaço contra produtos brasileiros.
Provocou, esbravejou, não negociou e fez lobby a favor do PCC e do Comando Vermelho para que não fossem classificados como terroristas.
Envergonhou o Brasil perante o mundo! Ignorou o sofrimento de mais de 50 milhões de brasileiros que moram em áreas dominadas por esses narcoterroristas.
Fez isso acreditando que pode transformar a possível punição às empresas brasileiras em uma falsa narrativa de “defesa da soberania”. Lula está se lixando para o Brasil. Faz qualquer coisa para tentar se reeleger.
Eu sou o oposto do Lula. Eu luto contra os narcoterroristas, trabalho de verdade contra as tarifas e vou defender sempre o nosso Pix, criado no governo Bolsonaro. O Pix é brasileiro, sem taxa, e ninguém mexe.
Já fiz essa defesa pessoalmente ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao secretário de Estado, Marco Rubio. Na próxima semana, volto aos Estados Unidos para reforçar essa defesa.
Meu pedido é simples: não imponham tarifas ao Brasil. Não punam os brasileiros pelos erros do lulopetismo.
O Brasil pode ser grande de verdade. O Brasil tem futuro, mas não tem tempo a perder.
Neca Setúbal, herdeira do Itaú, faz parte do conselho da ONG Democracia em Xeque, que ganhou dinheiro de uma fundação ligada ao Partido Verde alemão e promoveu a censura no Brasil.
Mais claro que água. Isso é vergonhoso.
Quem julga o país não pode viver imune ao mesmo escrutínio que exige de todos os brasileiros. Se há indícios de irregularidades, eles precisam ser investigados com transparência e dentro da lei. Ninguém pode estar acima da lei.
Quer saber mais sobre Rui Costa? Digite no buscador da internet o nome dele e a palavra "respiradores". Há uma investigação em andamento sobre a compra de 300 respiradores pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia. O inquérito apura o desvio de R$ 48 milhões. Rui Costa assinou os papéis. Rui Costa é Lula.
Ela cravou várias facadas em Flávio. Até agora, comportou-se como inimiga declarada, tanto do filho quanto do pai. Julgou possuir um peso político irresistível, quase fatal; mas o seu peso dissolveu-se no ar. Politicamente, Michelle não significa mais nada. É um nome que o vento já carrega, e ainda assim uma pequena corte de áulicos e esperançosos insiste em que Flávio, humilhado, vá mendigar o seu apoio.
Ora, Flávio tem o povo. Não precisa ajoelhar-se diante de uma inimiga insignificante. Os devotos de Michelle bem o sabem, mas alimentam, com a fome miúda dos que nada têm, a esperança de alguns cargos no futuro governo. É só isso o que move o teatrinho: a distribuição de sobras. Nada mais.
Hoje o povo distingue, com clareza de quem já sofreu bastante, o trigo do joio. Michelle e todos quantos cerraram fileiras com ela nos ataques torpes ao filho estão com a carreira política comprometida. Bem comprometida, aliás. Resta-lhes, apenas, o simulacro: fingir que ainda importam, fingir que ainda pesam, fingir que ainda são. Fingir. Não mais do que isso.
Jair Bolsonaro foi condenado por uma minuta feita à mão, por um terceiro, sem seu conhecimento. A esposa de quem condenou Bolsonaro, Viviane de Moraes, mandou uma minuta assinada cobrando 129 Milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, como informou a Polícia Federal. Essa minuta não é prova?
Jerônimo Rodrigues, Rui Costa e Jaques Wagner foram recebidos com vaias durante o desfile cívico de 2 de julho, em Salvador.
Vídeo mostra o governador e sua comitiva sendo vaiados e com placas de Jaques Master por parte do público enquanto participavam do tradicional cortejo da Independência da Bahia.
Olha só o que o repórter vai dizer.
O diretor-geral da Polícia Federal, isso mesmo, você não leu errado e nem vai escutar errado, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, DEFENDENDO pessoas envolvidas com o narcotráfico brasileiro.
Ele simplesmente disse que essas pessoas não têm envolvimento com o PCC. Isso é sério demais.
O diretor vem, por meio de nota, defender pessoas com ligação ao PCC, e ainda dizem que o Lula não aparelhou as instituições. Tem certeza?
"Você quer que eu passe mais 27 anos preso?", teria dito o ex-presidente à esposa.
Exclusivo: Bolsonaro mandou Michelle desistir do Senado https://t.co/vWVUxLs4Ya