André Loffredo sobre a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil.
"Já tem muita gente entusiasmada já pensando realmente nessa Copa. Eu vejo as crianças colocando a seleção feminina no nível de interesse bem próximo da seleção masculina."
📽️@sportv
Me pediram para escolher o “personagem” da Copa, e acabei de optar por Lionel... Scaloni. Não me atenho ao campo, claro, mesmo que seu trabalho tenha sido bom.
As entrevistas do técnico argentino exalaram serenidade e equilíbrio sem abrir mão do conteúdo, e seus pequenos gestos arrancaram elogios ou, no mínimo, instigaram quem o via – como no caso da impassível reação aos gols da semifinal.
Scaloni foi o líder humilde, respeitoso e elegante de uma seleção acusada de ser o oposto. Comandou quando tinha que comandar, e baixou o tom quando tinha que baixar – como antes de enfrentar os ingleses. Ele foi a ausência da vaidade num meio cheio de ególatras. Foi o sujeito sempre generoso e educado com comandados, jornalistas e antigos companheiros. O cara que soube ganhar e que soube perder.
Lionel Scaloni entrou neste Mundial campeão e saiu dele vice. Mas como figura pública, como personagem, tenho a impressão de que saiu bem maior do que entrou.
Em 2001, o Contato MTV promoveu uma série especial em que os VJs, em duplas, compartilhavam entre si o que estavam ouvindo naquele momento. Hoje, é a vez de conferir o gosto musical da Marina Person enquanto ela bate um papo com o Thaíde.
🌳Material extraído do acervo da Abril
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Madame Celeste Amarilla,
Vous êtes une femme méprisable et indigne de sa fonction.
Vous ne représentez pas le Paraguay, ce pays qui a transpiré la passion et l’honneur tout au long de la compétition. Par votre inconscience et votre racisme décomplexé, le monde entier a déjà oublié le parcours et l’effort historique que vos joueurs ont réalisés durant cette coupe du monde pour laisser place à une dame incompétente donnant la pire image possible de son pays.
Je ne laisserai jamais aux gens comme elle, la liberté de laisser propager leur haine et leur racisme à travers le monde.
A única coisa positiva dessa copa é enterrar de vez o mito do Neymar salvador da seleção
É um ex jogador em atividade sem nenhuma condição de vestir a camisa da seleção e agora resta provado
World Cup ticket sales have been a disaster.
FIFA held back tickets to create artificial scarcity, launched its own resale platform with a 15% fee for both buyers and sellers, and now there are still 180,000 tickets available for purchase.
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Sou obcecado na figura do Tostão. Maior artilheiro da história do Cruzeiro, campeão do mundo, largou o futebol aos 26, virou médico, professor e é um dos poucos que verdadeiramente pensam o futebol no Brasil.
Com a aproximação do evento que qualquer apaixonado por futebol espera por quatro anos, é até normal que passemos a tratar a Copa do Mundo com exaltação quase incondicional, eufórica.
Mas não dá para ser assim diante dos absurdos aos quais estão sendo submetidos, nos Estados Unidos, dirigentes, comissões técnicas e jogadores de algumas seleções.
Recusas de vistos, interrogatórios infinitos e a estapafúrdia ideia de obrigar um time a deixar o país após cada jogo precisam ser tratados como um pacote, como uma das maiores vergonhas da história das Copas.
É curioso ver, por parte de quem defende esses atos, a acusação de que as críticas a eles têm motivações políticas. É justamente o contrário: quem defende que o Irã possa se concentrar, treinar e jogar como qualquer seleção não o faz em defesa do condenável regime iraniano, mas zelando pela isonomia esportiva e para que a Copa seja o que deveria ser, uma celebração da humanidade, seus povos e culturas.
São os vetos e limitações impostos por Donald Trump e seus asseclas que têm apenas motivações políticas. Ou alguém tem dúvida sobre o que o atacante do Iraque e o goleiro do Irã foram fazer nos EUA durante a Copa?
Tudo poderia ser menos vergonhoso não fosse a patética e já caricata subserviência do presidente da FIFA a Donald Trump. Infantino não agiria da mesma forma, acatando de orelhas baixas, arbitrariedades similares de Brasil ou Argentina. Por aqui, é certo, o ambicioso dirigente brigaria para que as óbvias premissas esportivas fossem cumpridas. Por lá, ele tem medo.
Especificamente sobre o Irã: se não contar com as mesmas condições dos rivais para disputar o torneio, o abandono de última hora seria uma forma contundente de protestar, gerando um prejuízo enorme. A impossibilidade de substituição, numa Copa em que terceiros colocados se classificam em oito de doze grupos (!), geraria um caos tão irreparável quanto merecido pela FIFA.
As consequências provavelmente viriam, é verdade. Mas seriam, mais uma vez, um vexame para Gianni Infantino, cujos esforços para estragar a competição mais sensacional do planeta por motivações políticas e financeiras não são poucos. E não são de hoje.
O concurso público é uma das poucas instituições que distribuem renda, prestígio e estabilidade sem pedir autorização ao mercado.
Talvez seja por isso que incomode tanto certos setores. Afinal, um trabalhador que conquistou segurança por “mérito próprio” é alguém muito menos vulnerável à chantagem da precariedade.