Cada R$ 1 investido no Bolsa Família gera R$ 1,78 no PIB (Ipea). O programa também reduziu a pobreza extrema em 28% no Brasil (Banco Mundial).
Luciano, as bets que você divulga e o Familhão prejudicam a vida financeira da população pobre e brincam com os sonhos.
⚠️VEJA: Rayane Carla Rodrigues de Oliveira, de 22 anos, foi presa há oito dias enquanto jantava com o namorado na Urca, Zona Sul do Rio. Contra ela havia um mandado de prisão por um roubo a uma farmácia no Méier, em maio. A prisão se baseou em um reconhecimento por foto — uma imagem retirada de suas redes sociais —, diferente das demais suspeitas, que eram fotos 3x4 de documentos.
A defesa e o namorado afirmam que Rayane é inocente e que estava em casa no dia do crime. Ela trabalha com carteira assinada em uma loja de shopping em Del Castilho. Mesmo assim, foi transferida para o presídio de Bangu nesta quinta-feira (23). O advogado entrou com pedido de revogação da prisão.
A lei estadual de 2023 e decisões do CNJ e STJ proíbem prisões baseadas apenas em reconhecimento fotográfico sem outras provas.
Já pararam pra pensar que quem ganha até 5 mil reais se tivesse votado no Haddad em 2018 teria economizado, no mínimo, uns 30 mil reais em 7 anos só com o Imposto de Renda?
Mas o importante foi evitar o Kit Gay e a Mamadeira de Piroca. 🤡
A fala de Poliana Rocha, esposa do cantor Leonardo, sobre ter “adotado” um adolescente para brincar com seu filho Zé Felipe e depois “devolvê-lo”, é um retrato cruel de como o privilégio pode transformar vidas humanas em objetos descartáveis.
Segundo ela mesma contou em entrevista, tudo começou em uma viagem a Ilhéus, na Bahia, quando conheceu um menino de 15 anos que vendia chinelos na praia.
Movida, segundo suas palavras, pela compaixão, decidiu levá-lo para Goiânia, sem explicar se houve qualquer autorização formal da família, um detalhe gravíssimo, que coloca em xeque a legalidade e a ética da situação.
O adolescente viveu cerca de um mês e meio na casa da família.
Nesse período, Poliana relata que cuidou dele como se fosse “seu filho”; levou-o ao médico, ao salão de beleza, comprou roupas novas.
Ele convivia com Zé Felipe, que tinha por volta de 10 anos, como se fosse um “irmão temporário”.
Mas, na versão de Poliana, quando o jovem passou a ficar “deitado o dia inteiro” e não queria mais brincar, ela simplesmente decidiu que era hora de “devolvê-lo”.
Comprou passagens, arrumou suas coisas e o enviou de volta para a Bahia.
Acrescentou ainda que chegou a pagar pensão por cerca de um ano, sem nunca ter contato direto com a mãe do adolescente.
A forma como Poliana expõe essa história é chocante.
Não se “adota” alguém de forma improvisada, como quem recolhe um animal de estimação, para depois descartar quando o comportamento não agrada.
Aliás, não se faz isso nem com animal!
Estamos falando de um adolescente pobre, retirado de seu ambiente sem respaldo legal, usado como companhia e depois devolvido, como se fosse um objeto substituível.
Transformar essa narrativa em anedota de programa de TV apenas reforça a banalização da desigualdade social; o jovem que vendia chinelos na praia foi tratado como experiência exótica para a elite, uma curiosidade a ser exibida, e não como sujeito de direitos.
No fundo, a história revela algo muito maior, o abismo entre privilégios e a dignidade humana.
Porque, ao contrário do que Poliana sugere, crianças e adolescentes não são brinquedos de luxo para preencher o tédio.
São pessoas. E merecem respeito, não descaso.
Alô Lula! Precisamos pressionar a Vigilância Sanitária (e porque não o STF) para tornar crime inafiançável a venda nas padarias de Sonho que não seja feito no dia.
NOSSA POPULAÇÃO CLAMA POR SOCORRO