🎮 SEM JOGUINHO COM OS CONSUMIDORES!
Estou encaminhando à Secretaria Nacional do Consumidor as denúncias que recebi sobre o anúncio do fim dos jogos em mídia física pros consoles PlayStation.
Há problemas evidentes nisso: os consoles vendidos hoje contam com o leitor de mídia física e continuam sendo vendidos. Inclusive, os consumidores pagam a mais pelas versões com leitor de mídia física.
Ou seja, há o compromisso implícito de que este leitor terá utilidade nos anos que virão.
Outro problema evidente diz respeito aos jogos já anunciados, mas que ainda não foram lançados.
Será que a Sony utilizou-se de algum jogo futuro que só será lançado em mídia digital para fazer marketing do console PlayStation 5, que conta com leitor de mídia física? Essa é uma apuração que precisa ser feita.
É grave também a questão da posse do jogo. Os jogos em mídia digital, na maioria esmagadora dos casos, não são "vendidos". Eles são "licenciados" para o consumidor mediante pagamento.
E as empresas distribuidoras desses jogos se reservam ao direito de cancelar essa licença a qualquer momento. Assim, um jogo pode simplesmente sumir da biblioteca digital do consumidor que achou que comprou o jogo.
A venda exclusivamente digital de jogos também fortalece o monopólio das lojas de cada empresa de consoles. Os consumidores terão direito de revender ou emprestar seus jogos digitais? Suspeito que não.
A minha compreensão é que tudo isso já aponta a necessidade de uma atuação proativa por parte dos órgãos de defesa do consumidor contra o fim da mídia física.
Mas também há um grande problema futuro, que precisa ser enfrentado desde já:
A tendência atual, com os movimentos monopolistas da Microsoft, as práticas anticonsumidores da Sony e os ataques judiciais da Nintendo contra quem preserva os arquivos de jogos que não estão mais disponíveis para compra, é de um futuro onde os jogadores não terão mais seus próprios acervos de jogos.
Existirão apenas assinaturas, com mil níveis e preços diferentes, com anúncios no meio dos jogos e as piores práticas possíveis. O console, comprado pelo consumidor, só terá utilidade mediante a venda casada de uma assinatura.
Eu, enquanto parlamentar, enquanto membra da Comissão de Defesa do Consumidor e enquanto alguém que tem apenas um jogo em sua biblioteca, GTA, e viciada em fazer apenas a missão do avião, não aceito essa possibilidade.
🇺🇸📨 Vcs sabiam que os correios dos USA deu prejuízo nos últimos 20 anos?
Correio é um serviço estatal, essencial, de direito do povo.
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Nós somos a Bancada da Esquerda Radical!
Derrotar a extrema direita exige enfrentá-la para além das urnas: é preciso organizar as lutas, combatê-la no campo das ideias e ganhar o povo para a defesa de um projeto soberano, comprometido com a revolução, o socialismo e o equilíbrio da vida em nossos biomas.
Para isso, precisamos pautar o debate apontando os verdadeiros responsáveis pelo nosso atraso e apresentando saídas concretas.
A extrema direita, cínica, se apresenta como antissistema e tenta se fortalecer na frustração de um povo que não vê saída, enquanto, na prática, o bolsonarismo aprofunda o projeto de submissão nacional e espoliação do nosso povo.
Para derrotar o neofascismo e a angústia popular que ele utiliza como arma, não será com o recuo, conciliação ou subordinação: é preciso que a esquerda retome a ofensiva. A unidade de quadros que se postulam como esquerda radical é fundamental para ganharmos força de enfrentamento, para que o povo que busca uma saída à esquerda encontre representatividade e combatividade nos postos avançados da luta.
Muito prazer, nós somos a Bancada da Esquerda Radical!
Fábio Felix, Fernanda Melchionna, Glauber Braga, Jones Manoel, Renato Freitas, Sâmia Bomfim e Vivi Reis. Acesse o site, saiba mais, acompanhe essa construção coletiva e prepare-se para ser parte desse movimento!
Important updates:
News on physical discs for new games - https://t.co/BzZODXdWGY
News on PlayStation Store on PS3 and PS Vita - https://t.co/ev3mN6wj14
É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano.
Nós sempre vamos dialogar de igual pra igual com qualquer nação do mundo.
Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois.
O mais absurdo é saber que a origem disso tudo foi motivada pela própria família Bolsonaro que defendeu publicamente o aumento de tarifas contra os produtos brasileiros.
Defender o fim do Mercosul, o bloco econômico mais importante da América Latina e que acaba de firmar um acordo histórico com a União Europeia, é outro ataque ao interesse do povo brasileiro.
Como se não bastasse, querem entregar o Pix a interesses estrangeiros. Não vão conseguir. O Pix é uma conquista do Brasil e não vamos abrir mão dele.
Nossa Pátria não está à venda. Nossa soberania é inegociável. O Brasil é dos brasileiros.