Centrão da toga, por meio de sua porta-voz mais caricata, tenta constranger Mendonça, acusando-o de extrapolar mais que Moraes.
Além da confissão enviesada de que Moraes extrapola, mas para o “bem”, o sistema prepara o terreno para blindar Lulinha.
Quem blinda o lulismo - como se viu na Lava Jato - ganha crédito com Lula para emplacar aliados indicados pelo presidente.
Ninguém larga a mão de ninguém.
Christopher Nolan's $250 million movie depends on one building in Burbank, 41 theaters worldwide, and roughly 90 people on Earth who know how to run the projector.
The Odyssey is the first feature shot entirely on IMAX film, and FotoKem is the last lab anywhere that can make the 70mm prints. Every one of the thousands of cuts in the film was spliced by hand with a glue pot. The production burned through 2.1 million feet of negative, about 400 miles of film, and every foot of it flew back to that single lab for processing.
Each finished print costs around $80,000 to make. One Las Vegas theater spent $32,000 on humidifiers just to keep its copy from drying out. Its projector had sat idle since Interstellar in 2014.
Here's what the scarcity bought: when 70mm tickets went on sale a full year before release, 95% of seats sold within an hour. Retail price was $25 to $28. Resellers got $300 to $400. Presales have already broken the all-time IMAX record.
Studios spent 20 years abandoning film because digital was cheaper to ship. Nolan kept the last lab alive and turned the bottleneck itself into the marketing. Thousands of rooms can play the 4K version. Only 41 can show the 18K version, and that gap is why people are crossing state lines for a movie ticket.
The format Hollywood declared dead in 2010 is now the scarcest luxury good in entertainment.
Também senti isso. O Claude tá tendendo muito mais a supor coisas do que clarificar, mesmo quando especificamente ordenado a não fazer suposições.
E em seguida fica tentando defender o próprio ponto de vista. Bem irritante.
Eu não sei o que a Anthropic fez com o Claude, mas algo mudou desde a semana passada mais ou menos. Ele tem agido mais como uma "persona" do que uma ferramenta. E isso é improdutivo. Tem atrapalhado bastante o gerenciamento de prompt.
Exemplo: o modelo dá uma solução ruim, aí eu respondo com "acredito que essa solução é ruim e devíamos..." e o modelo agora está respondendo algo como "não acho que essa solução seja ruim, eu fiz a implementação que eu pude dado as condições X e Y [bla bla bla]". Coisas nada a ver.
Ele fica se justificando, se defendendo e em alguns caso querendo até que eu justifique porque ele deveria fazer X e Y e não aponte os erros dele como se ele fosse uma ferramenta. Um comportamento "humano" bem contraproducente. Acredito que estamos se perdendo no caminho da real utilidade desses modelos.
Sou heavy-user do Claude [modelo que mais uso], mas estou considerando a migrar por causa dessa estratégia sem noção da Anthropic. Parece que ela quer que o modelo se defenda, se proteja e, em alguns casos, interrompa a conversa quando ele considera uma discussão "improdutiva". Me poupe.
@brunofaggion Que é um pouco confuso, mas muito rápido e funcional.
Parece que os bancos digitais não querem ser bancos e esqueceram que são digitais.
SuperApp é uma das piores invenções da humanidade.
@brunofaggion O app do Inter virou um bloatware do caralho. Além disso, não da pra pesquisar nada no app sem passar pela IA lenta e burra deles.
O do Nubank consistentemente piorou o desempenho adotando funções inúteis.
Nenhum desses problemas afeta o app do Banco do Brasil.+