"Sem a Educação das Sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido. Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver". Rubem Alves
🚨Domingo tem o PRIMEIRO debate para o GDF na band, às 20h.
O Distrito Federal vive um momento lastimável, no momento de cobrar propostas e debater o DF, o candidato lá do Rio de Janeiro posta vídeo de IA atacando o candidato do campo progressista.
A gente precisa voltar a 2022 e lembrar o quão grande foi a campanha do Leandro, 26,25%, 434.587 votos.
Ibaneis tinha a máquina, 4x mais recursos DECLARADOS, e suas práticas duvidáveis.
O professor, o distrital que fez um excelente mandato, morador do DF, 434 mil votos.
Devemos proteger nossas indústrias nacionais?
Temos capacidade para produzir tecnologia? Podemos fabricar nossas próprias TVs, nossos carros e outros produtos de alto valor agregado?
Será que podemos exportar mais do que commodities e fortalecer a indústria brasileira?
Voce se preocupa com a Política no DF?
Preciso te dizer uma coisa:
Esforços para uma frente ampla estão indo ao extremo, temos uma candidatura que terá o apoio de 6 partidos, 103 candidaturas… Enquanto a outra terá a vaidade, sozinha.
Saindo agora de São Sebastião após nova e valiosa escuta com moradores de diferentes bairros e comunidades. Mais uma vez, o que se ouve é que “falta tudo” e a cidade está abandonada.
Fui professor aqui e conheço muito bem a região. O povo tem razão. São 8 anos de descaso e incompetência. Mas nós temos projeto, trabalho e persistência. Esse jogo vai virar. Em 2027, começa um novo tempo na capital do país.
Números que mostram o colapso do trânsito e a falta de investimentos em transporte público no Brasil.
O Distrito Federal, por exemplo, caiu muito nos últimos anos e agora aparece entre as 5 regiões do país com os piores indicies de mobilidade.
Fonte: Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (BNDES e Min Cidades).
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Dizem que Pelé não teria chance no futebol moderno.
- O campo tinha o mesmo tamanho.
- O jogo durava os mesmos 90 minutos.
- A bola pesava até 30% mais.
- As chuteiras eram mais pesadas, duras e com menos tração.
- Os gramados eram muito piores e a arbitragem deixava bater.
A pergunta não é se Pelé jogaria hoje.
É qual jogador de hoje conseguiria jogar nas condições de Pelé.
Rapaz, esse é, de longe, o melhor vídeo até agora! O deputado Dimas Gadelha comparou os preços com os da época do Bolsonaro, mostrou a evolução do salário mínimo no governo Lula e ainda desmascarou o Tariflávio com fatos.
Compartilhem muito!
A gestão da saúde pública do DF tem que retornar retornar à Secretaria de Saúde com o comando e o acompanhamento do governador.
Somente no DF, uma instituição contratada para cumprir metas e garantir serviços dá a linha sobre a gestão na saúde. O IGES virou um monstro que não entrega saúde, mas dor e sofrimento. Os profissionais precisam ser preservados, mas a gestão, os sistemas, a logística e as obras devem sair das mãos desse instituto comprovadamente incompetente e corrupto, que foi criado para vários fins, menos garantir saúde.
Zerar a fila de cirurgias e exames é urgente e prioritário, mas ser�� insuficiente se não fortalecer a atenção básica, houver investimento na contratação de profissionais, ampliação das equipes de saúde da família, novas UBS e mais equipamentos como policlínicas, hospitais de referência e espaços para práticas interativas de saúde. Ou seja, sem prevenção e atendimento perto de casa, vamos enxugar gelo. A fila não vai parar de crescer.
É preciso unir urgência, transparência e eficiência a uma visão de cidade saudável, onde as pessoas adoeçam menos e possamos reduzir a sobrecarga nos hospitais. Quem chega ao SUS precisa saber em quanto tempo será atendido de verdade e com rapidez. Isso passa por uma gestão que defina metas, crie as condições para alcança-las e resolva os problemas.
Temos que contratar mais profissionais, melhorar os salários, as condições de trabalho e instituir novas ferramentas para tirar as pessoas da fila. Tecnologia, integração, dados abertos e participação devem estar na base disso.
Por fim, acabar com o balcão político e de negócios na Saúde. A liderança da secretaria precisa ser técnica, competente e com capacidade de gestão. O tempo dos cabides de emprego precisa acabar. Da gerência da UBS à função de secretário/a, tem que colocar gente entendida do que faz.
Isso só será possível se tirarmos do poder quem nesses últimos 8 anos teve todas as oportunidades de resolver os problemas e não quis.
E
Perfis fakes, robôs e outras violações da liberdade de expressão usando o anonimato precisam urgentemente ser regulamentadas junto às plataformas. Fiquem atentos aos likes e comentários de gente covarde que se esconde para atacar outras pessoas e induzir a opinião alheia.
🚨 Romário detona Ancelotti e pede demissão: "rasgaria esse contrato"
Romário afirmou que demitiria Carlo Ancelotti do comando da Seleção Brasileira após a eliminação para a Noruega nas oitavas de final, criticando a decisão da CBF de renovar o contrato do técnico até 2030 antes mesmo do fim da Copa. O ex-atacante questionou decisões táticas do italiano, como a saída de Bruno Guimarães para a entrada de Éderson, e disse que rasgaria o contrato mesmo que isso significasse enfrentar o técnico na Justiça. Apesar da crítica, Romário ressaltou que Ancelotti não é o único culpado pelo fracasso brasileiro no torneio.
Chegou a hora do presidente @LulaOficial ter um aliado no Buriti que defenda e cuide do povo assim como ele. Que tenha responsabilidade e não permita tentativas de golpe e nem roubo de banco. Que não seja leal à família Bolsonaro, mas ao povo da nossa cidade. Que faça Brasília andar para frente assim como o Brasil andou.