@FotosDeFatos Que pena que as drogas destruíram um talento raro, assim como muito outros artistas, nacionais e internacionais, que sucumbiram a essa “praga” que uma parte da sociedade pensa ser inofensiva.
Conheça Jordan Roman Gat, que foi libertada na semana passada após dois meses nas mãos de terroristas do Hamas. Ela é uma super mãe! 💪
Ela foi sequestrada de um kibutz junto com seu parceiro Alon e sua filha de 3 anos, Gefen.
Enquanto os terroristas do Hamas os levavam em direção à fronteira com Gaza, pouco antes da cerca, um tanque das FDI parou à sua frente e alguns dos terroristas saíram do veículo.
Num momento de incrível desenvoltura, Jordan e Alon escaparam do veículo com a pequena Gefen.
Porém, em segundos, os terroristas os notaram e começaram a correr atrás deles. Alon com Gefen nas mãos, Jordan atrás deles.
Num momento maternal, Jordan grita para Alon não esperar por ela e correr mais rápido, para salvar Gefen. Ele continuou correndo, ela foi capturada e sequestrada para Gaza.
Alon e Gefen continuaram a fugir dos terroristas até que estivessem seguros.
Não há nada como o heroísmo de uma mãe que salva o seu ente querido. 💙
Jordan foi libertada. Sua cunhada, Carmel, ainda está em cativeiro. Temos que libertá-la também e a todos os outros.
Não vamos parar até que todos os sequestrados retornem para suas famílias em Israel, no Brasil e em qualquer outro lugar do mundo.
Quase 1 mês e meio depois, a Human Rights Watch finalmente deu o braço a torcer, publicando um artigo dizendo aquilo que Israel vinha dizendo desde o início: o que atingiu o hospital al-Ahli não foi uma bomba israelense, mas sim um rocket disparado por terroristas palestinos que, ao invés de cair em uma cidade israelense, caiu no estacionamento de um hospital na Faixa de Gaza.
No artigo da Human Rights Watch eles citam o "Ministério da Saúde" de Gaza, mais conhecido simplesmente como grupo terrorista do Hamas, que avançou com o número de quase 500 mortos, um número que foi repetido e espalhado pelas grandes mídias de todo o mundo, não apenas por uns minutos ou horas, mas por dias inteiros! No seu artigo, a HRW disse que "não é capaz de confirmar esses números", mas que acredita que estão altamente inflados. Fontes independentes indicam que morreram ali de 10 a 50 pessoas.
Como se costuma dizer, a verdade pode demorar para aparecer, mas inevitavelmente aparece.
E fica a dica para os jornalistas: não acreditem em terroristas! Eles têm o hábito de mentir.
Com muita honra e alegria damos as boas-vindas à jornalista e apresentadora @carlacecatoofic , nova integrante do time do NOVO.
Pós-graduada em Teologia e Política, Carla construiu uma carreira sólida no jornalismo trabalhando nas maiores emissoras do país como Rede Globo, RecordTV, Rede Bandeirantes, SporTV e Jovem Pan.
Cobriu duas Olimpíadas, dois jogos Panamericanos, foi correspondente em Londres, repórter e apresentadora de TV em seus 25 anos de televisão. Por 10 anos foi apresentadora do telejornal Fala Brasil, um líder de audiência nacional. Em 2019, foi eleita a jornalista de maior credibilidade do país por voto popular na internet.
“O NOVO deixou para trás os erros do passado e agora desponta como um movimento de brasileiros que tem coragem de enfrentar os abusos do STF e dos donos do poder”, diz Carla. “É um orgulho pertencer ao grupo de @RomeuZema , @marcelvanhattem , @adriventurasp , @marinahelenabr e @deltanmd . São pessoas que lutam contra a corrupção e contra as regalias da classe política.”
A missão de Carla será atrair mais lideranças femininas à equipe do NOVO. “É muito bom voltar a ter esperança no Brasil”, diz.
As Forças de Defesa Israelenses publicaram o seguinte
“VÍDEO BRUTO: Um foguete direcionado a Israel falhou e explodiu às 18h59 – no mesmo momento em que um hospital foi atingido em Gaza.”
As imagens não foram capturadas pela IDF.
O vídeo de uma explosão em uma das rotas de evacuação de civis em Gaza circulou hoje pelas redes, com muitos afirmando ter sido um ataque israelense contra veículos civis palestinos, no entanto, a análise do vídeo comprova que a causa da explosão não foi um míssil, como podemos notar pela ausência de som da aproximação do míssil e com a análise dos frames revelando também que não há nenhum míssil se aproximando do local da explosão. A análise da imagem confirma que a explosão foi causada por uma bomba instalada de propósito na estrada com o objetivo de barrar o fluxo de civis para fora da cidade, que foi justamente o que o Hamas fez ao instalar barreiras em outros pontos das rotas de evacuação.