São recorrentes os casos de policiais que retiram as câmeras ou impedem as filmagens.
Constato isso diariamente nos processos criminais que atuo.
Qual o papel do Sistema de Justiça para coibir essa prática? Até quando a palavra do policial terá valor absoluto no processo penal?
Debate fundamental deveria ser a IA do STJ que dificulta o acesso à justiça.
A análise de HC pelo STJ está cada vez mais difícil em razão do robô que impede análise do mérito.
A conduta dos adv. é reprovável, mas merece questionamento a limitação do acesso à justiça pela IA.
@omiguelbatista Parabéns pelo trabalho fantástico de vcs. As camisas são um enorme orgulho para a torcida. Depois a icônica alvinegra de 2024, vcs apresentam uma branca impactante.
O @preah__ escreveu de forma magistral sobre o ridículo questionamento “se 2024 a pena” para o Botafogo.
“defendem o quê? o torcedor COMPLIANCE? é o teto de gastos do Temer versão futebol?”
me recordo muito de uma série de livros que ganhei aos 13 anos, era um pré-RPG que colocava o adolescente como responsável pelo CURSO DA HISTÓRIA: se respondesse A, ia para a página X; se B, página Y. tinha uma interatividade das perguntas sobre a história. (+)
Aproximadamente 40% das decisões concessivas de habeas corpus no STJ do ano de 2025 decorrem do trabalho das Defensorias. Ou seja, mais de 1/3 das concessões.
Em alguns Estados, o participação da Defensoria na quantidade de habeas corpus concedidos é ainda superior à advocacia. Isso ocorre, p. ex., no Rio de Janeiro, no Distrito Federal, em Pernambuco, em Alagoas, no Rio Grande do Sul e em Tocantins.
A Defensoria Pública brasileira atua com cada vez mais expertise nos Tribunais Superiores, sendo muito provavelmente um modelo de acesso à justiça que inspira países por todo o mundo.
Hoje é celebrado o dia da instituição. Viva a Defensoria, seus membros e todos os colaboradores!
O impacto político e o constrangimento causados pelas conversas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro para o financiamento de um longa-metragem sobre Jair Bolsonaro. Pródigo em distribuir dinheiro à esquerda e à direita na política para aumentar sua rede de relacionamentos, o ex-banqueiro também patrocinou filmes em homenagem a Lula e a Michel Temer.
Leia a matéria de capa de VEJA desta semana: https://t.co/5eI8FGEHbW
Fascinante ver parlamentares da extrema-direita, depois de aprovar uma lei para reduzir pena, apoiar prisão domiciliar e a aplicação de direitos humanos aos encarcerados, defender a presunção de inocência.
Não deixa de ser uma evolução.
Lucio de Castro critica John Textor e o compara a Kia Joorabchian: ‘Ele que tem que ter gratidão eterna ao Botafogo, levou milhões. Valeu a pena por um título um cara chegar aqui e destruir?’
https://t.co/wOaJLJbdbK
Voltamos para o cenário de incerteza.
A asfixia estratégica da Ares é parte integrante do momento que vivemos, sem isenção de culpa do Textor, obviamente.
Uma juíza de 34 anos morre em procedimento de congelamento de óvulos para reprodução assistida. A Folha achou que era de bom tom publicar no dia seguinte a charge abaixo. Propositadamente ou não, no mínimo uma falta de noção.
Estudando as alterações no Código Penal desta semana. De fato, algumas bizarrices. Por exemplo, o “furto de galinha”, agora com pena mínima de 4 anos. Pena desproporcionalmente elevada. Para ilustrar esta distorção, estou vendo por aqui comparações com outras modalidades de furto (ex: furto de carro) e até com lavagem de capitais. Comparações interessantes. Mas vocês já pararam para analisar e comparar com as penas dos crimes de redução a condição análoga à de escravo (art. 149 do CP) e tortura (Lei 9.455), duas das condutas mais moralmente abomináveis, mas com penas mínimas de 2 anos? E mais: matar cruelmente o animal terá pena inferior à subtração. Este é o Direito Penal brasileiro. Injusto, incoerente, seletivo e que pouco protege vítimas de violações efetivamente graves.
Conheci o vereador Salvino como estagiário e servidor da Ouvidoria Defensoria. Trajetória de compromisso com os moradores de favela.
Li todo relatório das investigações.
Não há o menor indício da prática de organização criminosa ou associação para o tráfico pelo vereador.
"Vendeu 8 jogadores que foram campeões".
"Jamais faria isso com nosso clube".
Campeão em 1995, Montenegro seguiu presidente em 1996 e André Silva, Jamir, Leandro Ávila (empréstimo), Sérgio Manoel, Donizete, Iranildo e Narcízio deixaram o clube. Sete dos 13 principais jogadores do elenco do título brasileiro.
Na virada pra 1997, ainda sob sua gestão e com muita influência no seu sucessor, saíram Túlio, Beto, e Gottardo, totalizando 10 atletas fora.
Não é um elogio a Textor, pelo contrário. É que no Botafogo, se o assunto é gestão temerária, quase sempre é uma revisita ao passado.