-Varios de estos serán los que violen a tu hija de 14 años dentro de pocos meses.
-Varios de estos serán los que apaleen a tu hijo de 16 años para quitarle el móvil o el patinete.
-Varios de estos serán los que golpeen salvajemente a tu madre de 84 años, cuando esté llegando a su portal, para quitarle el bolso y la cadena con la Virgen del Carmen.
-Varios de estos serán los que quemen la iglesia de tu pueblo, tras agredir al párroco y destruir varias de las tallas de la misma.
-Varios de estos serán los que apuñalen a tu esposa o a tu novia embarazada de siete meses, mientras paseáis por las antaño seguras calles de tu localidad.
-Todos estos, llegado el momento, empuñarán las armas que les habrá enviado su monarca -y que Marlaska y Sánchez habrán dejado entrar- para hacerse con el control de Ceuta, Melilla, Canarias o lo que les dé la gana.
Quando se cresce longe do Porto e neste caso do FC Porto, existe sempre uma dificuldade em sentir que fazemos parte da irmandade portista no dia-a-dia, somos portistas mas não estamos rodeados de portistas, o que cria um certo isolamento emocional/clubistico, só quebrado quando vamos ao Dragão/Antas e ai sim, sentimo-nos em casa, rodeados dos nossos, a ver os nossos.
Ser Portista longe do Porto e do FC Porto, é um exercicio de resistência pessoal, de ser 'escolhido' para enfrentar uma avalanche de outros 'gostos', de outras preferências. Nem sempre é fácil, mas quando ganhamos, muito mais gostoso!
O acto de escrever um livro sobre o FC Porto, mais do que um acto de amor, é um reforçar de laços com outros portistas, com os quais nunca tive oportunidade de privar.
Ser portista é sempre um acto de resistência. Ser portista longe do Porto, é um acto de rebeldia.
Perguntem a um amigo que tenham, que seja portista e tenha crescido longe do Porto e do FC Porto e essa pessoa irá-vos dizer o mesmo.
Eu carrego comigo, nas camisolas e cachecóis, e em mim, nas tatuagens, as cores do nosso clube. Hoje, ontem, amanhã e sempre.
#FCPorto
🖤 Hoje morreu o Jorge Costa. Eu sou do Sporting.
Eu invejava o FC Porto porque tinha o Jorge Costa.
Não era por ter o Pinto da Costa. Nem o Baía. Nem pelo Fernando Couto, nem o Paulinho Santos, nem o Aloísio, nem o Ricardo Carvalho, nem o Pedro Emanuel, nem o Lucho, nem o Bruno Alves, nem o Danilo, nem o Pepe.
Era o Jorge Costa, o central que parecia saído dum filme do Coppola filmado nas Antas em noite de trovoada mesmo rija.
A braçadeira do Porto nunca assentou melhor a mais ninguém. Não era uma faixa de capitão, era mais uma espécie de colete de explosivos amarrado ao braço do Jorge. Entrava em campo com aquele olhar de quem já tinha visto o inferno e o tinha mandado calar. Até arrepia!
F@da-se, que REI que o Jorge era.👑
Era uma muralha. Um cão raivoso. Um general de infantaria enfiado no relvado.
E porra… era bom, o melhor.
Era tão bom que, mesmo sendo sportinguista, desejei ter no meu Sporting aquela besta, o bicho, ou pelo menos um sucedâneo do bicho, mas lagarto.
Mas não vestia. Era do Porto. Ele era o Porto.
E isso doía-me pra c@ralho. Doía porque era uma liderança que não se comprava e não se vendia. Era pelo respeito que se impunha, naturalmente.
Ele não mandava calar, bastava olhar.
O Jorge morreu cedo. Muito cedo.
Mas a verdade é que, depois de pendurar as chuteiras, nunca mais o futebol lhe deu o mesmo espaço que ele lhe dera.
Nunca foi selecionador. Nunca foi dirigente de topo. Nunca teve o lugar que merecia, como se o futebol moderno, cheio de consultores, nutricionistas e senhores de sapatinho italiano, tivesse medo de alguém que usava o "p@ta que te pariu" como quem diz bom dia.
Faltava-lhe o verniz.
Nos últimos tempos, parecia que estava de volta ao seu lugar. Ao Dragão. À sua casa.
Voltei a vê-lo sorrir, mas pouco.
Talvez soubesse que o tempo era pouco. Ou talvez, pela primeira vez, tivesse percebido que o tempo nunca volta, e por isso voltou ele ao que nunca devia ter deixado.
Agora foi-se.
E o futebol ficou mais pobre.
Ficámos todos.
Porque num tempo em que os líderes são gestores de emoções, ele era um animal emocional que liderava com o coração, com a alma, com o estômago.
E isso, meus amigos, já não se ensina nas academias. E também já não há-
Adeus, Capitão.
Até um dia.
Hoje, os sportinguistas também choram. Eu pelo menos, choro, mas acho que não sou o único.
És Porto, mas foste muito mais do que isso. E é isso que faz de ti eterno.
RIP Campeão.🙏
o dono da cooperativa
Há muito tempo que não venho pra aqui desabafar, mas hoje sinto que tenho de o fazer… Comecei a ver futebol na mesma altura em que comecei a jogar (4/5 anos) mais concretamente 2007 por aí, anos em que o Porto ganhava quase tudo a nível nacional e pouco anos depois de ganhar a *
simpatizantes e faz finalmente aquilo que já se esperava desde a derrota na Luz. Vamos voltar a ser Porto não só a nível moral mas também a nível desportivo, amo te para sempre Futebol Clube do Porto, tu acima de tudo e todos.
os jogos do meu clube, mas quem me conhece e sabe a paixão que tenho pelo mesmo, sabe o que é preciso estar a acontecer para eu não me considerar neste momento mais Porto. AVB aprecio tudo o que estás a fazer mas não atires mais areia para os olhos dos adeptos, sócios e