Lula disse que nunca viu essa mulher que aparece nessas 9 fotos com ele.
Fiz essa colagem com muito carinho, lembrando do power point que Lula tanto ama.
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NOTA PÚBLICA
O episódio envolvendo o afastamento do presidente do Tribunal de Contas do Maranhão pelo ministro Flávio Dino reforça uma questão que o Brasil precisa enfrentar: quais são os limites da atuação do STF e como preservar a imparcialidade e o equilíbrio entre os Poderes?
Não se questiona a necessidade de investigar os graves fatos noticiados e punir eventuais culpados. Questiona-se a imparcialidade de um ministro que governou o Maranhão por dois mandatos para atuar em casos que envolvem o Estado e o grupo político com o qual rompeu politicamente. Além da ausência de competência do STF, Dino deveria se declarar impedido, assim como deveria ter feito ao julgar Bolsonaro.
Isso também vale para Alexandre de Moraes, que se declarou vítima dos atos que ele próprio analisou. Além disso, conduz um inquérito interminável iniciado em 2019 e que coloca uma espada na cabeça de qualquer pessoa que ouse criticar sua atuação. A relativização do foro e o cerceamento de garantias individuais no processo contra Bolsonaro foram inúmeras. Para citar um único exemplo, mais de 200 milhões de mensagens e áudios foram entregues à defesa às vésperas do julgamento, tornando humanamente impossível sua análise.
Não se trata de defender este ou aquele personagem. Trata-se de garantir que a mesma regra valha para todos. A imprensa noticiou, além disso, que um Ministro do Supremo teria atuado para impedir o apoio de partidos de centro à candidatura de Flávio Bolsonaro. Se isso é verdade, a autoridade atuou claramente a favor de Lula, o que desequilibra o pleito eleitoral e atinge frontalmente a democracia.
Urge uma reforma do Judiciário, pois o STF é essencial à democracia e precisa voltar a exercer sua missão de verdadeira Corte Constitucional, deixando as disputas políticas para a política.
Rogério Marinho (PL/RN)
Líder da Oposição no Senado
@ronaldocaiado@ronaldocaiado você poderia tá acabando sua trajetória política de maneira honrosa, mas vai sair da vida pública como aquele que queria ajudar o PT a ganhar em 26. Você nesse pleito tá no lugar de tebet e Soraya
@GayerGus@CanaldoNegaoo E depois quando toma calor da base, tá “Bolsonaro me salva” sempre a mesma ladainha, tá todo mundo de saco cheio de vcs fazendo merda
@GayerGus@CanaldoNegaoo@GayerGus s numa guerra vc vai com fuzil ou deixa em casa pq o outro lado tá de pistola? Acorda pra vida, vcs deputags só querem lacrar, fazer política não é fazer vídeo não, é ir pra lama e se melar para ocupar espaço
O Brasil é governado por uma Junta Cívico-Jurídica que tem como expoentes Lula, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Um consórcio autoritário que submete a todos, inclusive a imprensa que o apoia deliberadamente e por interesses mesquinhos. Essa Junta destruiu a Lava Jato e sufocou um movimento político de massa de origem popular, legítimo e democrático. Acusado de radicalismo, por mera questão de forma e não de conteúdo, esse movimento amadureceu e agora entrega um candidato adaptado à forma. Mesmo apanhando todo dia dessa mesma imprensa, Flávio e seus aliados absorvem acusações falsas e críticas desonestas; e ainda mantêm o diálogo com todos. Da última vez que esteve no meu programa, há mais de um ano, declarou ao vivo seu respeito ao meu trabalho, citando minhas críticas duras, mas honestas. Teve a coragem de ser entrevistado pelo jornalista que publicou a história da compra de sua casa em Brasília. Não foi à Justiça tentar derrubar a matéria, não fez ameaças, não pediu para a PF quebrar meu sigilo para descobrir a fonte da reportagem. Seu pai (Jair) também me recebeu no Planalto, mesmo quando criticado por mim por suas escolhas para a PGR e para o STF. Já fui censurado pela Junta, nunca por qualquer bolsonarista. Despertei para isso há alguns anos e estimo que o mesmo aconteça com outros jornalistas, acadêmicos, financistas etc. Me lembro que, em 9 de janeiro de 2023, ao questionar um advogado do PT, -- bastante conhecido e educado -- sobre os abusos de direitos humanos contra cidadãos comuns indignados com a eleição de Lula, ouvi a frase "que Moraes tranque todos eles e jogue a chave fora". Essa frase funcionou na minha cabeça como um gatilho, foi literalmente uma 'virada de chave'. Percebi ali que a "forma" é irrelevante diante do conteúdo e, muitas vezes, tem até sentido tático. Por isso, coloquei meu microfone em defesa dessa gente vítima do arbítrio da Junta. Por isso, nado contra a maré da conveniência. Coloco minha experiência de quase 30 anos de jornalismo político e investigativo para ajudar na qualificação também desse debate, que é o mais importante de todos: queremos viver a divergência de maneira democrática, no estado de direito, fazendo o embate de ideias pela política, ou pacificar o país na marra, no medo, trocando o barulho das redes pelo silêncio das masmorras da PF? Rogo ao jornalistas que ainda pretendem fazer seu ofício que compreendam o atual limiar civilizatório que vivemos. Jornalistas devem fiscalizar o poder, criticar, se opor (podem até elogiar o que está certo rs), mas isso só é possível numa sociedade democrática. É preciso colocar um fim no regime atual em outubro, antes que o próximo outubro nunca chegue.