Essa Aline é o retrato do que a gente vê todos os dias no caminho espiritual: gente que usa a espiritualidade como palco pra exibir arrogância, vaidade e superioridade, e depois sai por aí discursando sobre empatia, amor e consciência. No fim, falta justamente o que mais pregam.
você convida ela pra sentar:
- muito obrigada
“garçom, uma cerveja”
(só tem chopp)
“desce dois”
“desce mais”
- amor, pede uma porção de batata frita?
“ok, você venceu, batata frita”
aí, blá-blá-blá, blá-blá-blá, blá-blá-blá
ti-ti-ti, ti-ti-ti, ti-ti-ti
você diz pra ela….
desde que vi esse vídeo eu penso nele quase todo dia. sempre fui um cara extremamente grato à minha vida, nunca tive essa sensação de “meu Deus, tá passando muito rápido e não estou aproveitando” porque tenho noção que aproveito para caralho. mesmo no cotidiano, nas coisas mais simples, eu tenho um sensação de plenitude grande. mas nesse exercício proposto no vídeo realmente é diferente. a realização da finitude da vida me faz valorizar ainda mais o presente, principalmente o mundano, que é a vida de verdade. me bateu diferente e tô compartilhando porque pode te ajudar a encarar certas situações de uma outra maneira. é isso🖤
vi no @/shantal no insta.
quando eu me pego criticando alguém mas a freud sussurra “aquilo te incomoda no outro, te pertence” no meu ouvido e eu sinto vontade de reiniciar minha vida do zero
Jout Jout nunca errou quando disse que não faz sentido a gente lutar para as coisas serem para sempre, a gente deveria mesmo era lutar para as coisas serem gostosas enquanto elas estão sendo.