Quem é honesto NUNCA votaria num BANDIDO corrupto, também,
Então NÃO TERCEIRIZEM A CULPA, exigindo que votassem neste CORRUPTO SUJO, que escolheram. A RESPONSABILIDADE é de quem já fez voto útil no primeiro turno no Flávio, tendo o RENAN, o CAIADO, honestos e muito mais inteligentes para votar.
ENTÃO, resumindo: a ADORAÇÃO que vocÊs têm pelos Bolsonaros é que foi o motivo de pegarem junto com este traste do FLÁVIO. Não terceirizem depois de terem fechado o olho para a corrupção do candidato de vocÊs, do bandido que ele era, que o impossibilitou de acusar o Lula e seu péssimo governo, Lulinha, corrupção da PrevidÊncia, etc, etc.
QUEM TINHA TELHADO DE VIDRO era o m... do candidato de vocês que NÃO CONSEGUIU TIRAR ESTE TRASTE DO LULA, após um GOVERNO terrível que nos colocou ainda mais fundo no BURACO.
A INCOMPETÊNCIA de vocÊs sendo os principais opositores do lulismo, como vocês se gabam, é GIGANTESCA. Não souberam nem atacar os podres do Governo, pois preferiram fazem dancinhas, LACRAÇÕES, nas manifestações.
Política do entretenimento deu nisso, pois só apostaram em influenciadores de redes sociais como candidatos, elegeram vários, QUE NÃO VALEM NADA!!
🚨URGENTE! PRINCIPAIS RECADOS DO PRESIDENTE LULA AGORA!
COMPARTILHE AO MÁXIMO!
1 - “Não briguem com o eleitor. Não falem mal porque o eleitor não votou na gente. Temos que ter humildade. São 30 milhões de pessoas que não foram votar. Não surgiu terceira via. O que aconteceu então com essas pessoas? Temos que tentar convencer essas pessoas. A responsabilidade do desinteresse deles é nossa. Não temos que procurar defeito entre nós agora, temos 20 dias pra que cada um avalie o que pode fazer.”
2 - “Flávio Bolsonaro é a cara do sistema. A única candidatura antissistema é a nossa. Temos que mostrar isso pras pessoas. Estamos carregando nas nossas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que se revelou no STF. Temos que discutir com a sociedade qual o critério pra indicar candidato a ministro da Suprema Corte. A hora é da sociedade discutir isso. Ninguém está acima da lei. Nem os ministros do STF.”
3 - “Está claro para toda a sociedade hoje que os estados não dão conta mais da questão da segurança pública. O crime organizado está atuando quase como uma multinacional. Hoje a Polícia Federal só pode entrar nos casos se os crimes são federalizados e muitos governadores não aceitam. Esse é um assunto que vamos ter que discutir! O estado tem que proteger o trabalhador, o bandido ir pra cadeia e o povo recuperar seu território. Os governadores precisam ajudar a aprovar a PEC da Reforma da Segurança Pública o mais rápido possível. Isso tem que ser votado já!”
🚨 ESPALHEM!!!!
Os brasileiros, no último domingo, foram às urnas e, mais uma vez, deram exemplo de maturidade democrática. Mais de 125 milhões de cidadãos exerceram o direito fundamental ao voto. As eleições foram organizadas de maneira absolutamente escorreita e tudo transcorreu de forma tranquila, sem intercorrências que comprometessem a votação. Poucas horas depois do encerramento, a Justiça Eleitoral já divulgava os resultados. A eficiência da apuração foi destacada, inclusive, pelo Presidente dos Estados Unidos, em publicação na qual, por um pequeno equívoco, atribuiu à Índia a eleição realizada no Brasil.
Houve disputas acirradas, algumas definidas por margem mínima, tendo sido respeitado o resultado das urnas. Um bom exemplo é o Paraná, onde o governador eleito obteve 50,10% dos votos válidos, apenas 0,10 ponto percentual acima do necessário para vencer no primeiro turno. Chama a atenção o fato de nenhuma liderança política de expressão ter questionado esse tipo de resultado, obtido por meio do mesmo sistema de votação eletrônica utilizado nas eleições de 2018 e 2022, que, além de auditável, assegura o sigilo do voto e evita velhas práticas fraudulentas.
O sucesso na organização das eleições torna-se ainda mais admirável diante dos desafios logísticos de um país de dimensões continentais. Mais de 560 mil urnas foram distribuídas aos mais de 5,5 mil municípios brasileiros, por estradas, rios e aeronaves, alcançando inclusive comunidades rurais, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e áreas remotas, com o apoio das Forças Armadas. Trata-se de demonstração da notável capacidade institucional da Justiça Eleitoral.
Nesse ensejo, enalteço a Justiça Eleitoral, os mesários, os eleitores que compareceram à votação e a própria urna eletrônica, como instrumento voltado à concretização da democracia com transparência, celeridade e segurança. No dia 25 de outubro, voltaremos às urnas para o segundo turno das eleições para Presidente da República e, em seis estados e no Distrito Federal, para Governador.