@byovd Não desista! Temos alguns conteúdos gratuitos aqui que pode te ajudar 👇🏼
Porque você não consegue uma vaga em TI: https://t.co/vbOXfjPAGa
Como encontrar vagas tech realmente remotas: https://t.co/wHQWlzHpUp
@gabrielvrdgs @RealGalego Oiii Gabriel! Temos um vídeo que gravamos na Espanha sobre esse tema, se você tiver mais dúvidas fique à vontade para nos contatar 😉
https://t.co/kykdSN3jig
@MarquesJaniel1@RealGalego Contudo, se for aprender um novo idioma você pode olhar para outros mais estratégicos como o alemão por exemplo, pois além de também ser utilizado nos Países Baixos, você ainda pode acessar mercados da Alemanha e Suíça (há vagas na Suíça que alemão é requisito ou diferencial)
Melhores Países Pra Ser Dev (vc não vai acreditar)
Aqui tem todos os detalhes da consultoria da Passaporte Tech
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Aproveite AGORA o desconto de 10% somente até o dia 15 e comece a internacionalizar sua carreira e sua vida!
Depois de termos internacionalizado nossas carreiras e ajudado dezenas de devs a irem pra gringa, uma coisa ficou clara:
Na maioria das vezes o problema não é falta de habilidade técnica, mas sim um conjunto de erros simples que muitas vezes passam despercebidos.
Amanhã (08/01 – 20h) vamos conversar ao vivo com
@RealGalego sobre os erros invisíveis de quem busca carreira internacional em TI.
Se você pensa em trabalhar fora ou remoto, essa live é pra você.
Vamos transmitir a live tanto aqui no X, como no YouTube da Passaporte Tech
🚨🚨🚨ATENÇÃO🚨🚨🚨
Essa SEXTA vai rolar o PRIMEIRO
✨ Bugs & Beers ✨
🗓️14/10 - 19h
📍Wooden Tap Beer - Centro (Floripa)
🫂Apoio: @kodustech@woovibr e @PassaporteTech
🍻Vai ter cerveja!
Quem não colar é coda fofo
Já faz alguns anos que meu ciclo social foi se estreitando: quase todo mundo com quem convivo é libertário. Não por “bolha de internet”, mas por afinidade e alinhamento de propósito: gente que desenha a própria vida com mais liberdade.
Já há muitos anos que o Brasil tem se tornado cada vez mais difícil de viver, um país dominado pelo crime, sem segurança jurídica, alta burocracia e cada vez mais intervenção do estado, isso e o fato de eu ter constituido família (marido e filho), me fizeram pensar que o Brasil não era mais pra mim.
Não me leve a mal, eu não odeio o Brasil, esse foi o país que cresci, onde tenho raizes fortes, onde vivem familiares e amigos, mas o custo se impõe, se você pretende ter uma vida livre, próspera e com segurança, fica muito difícil defender que o Brasil seria esse país.
Mas não bastava apenas sair do Brasil, era preciso escolher um país que fosse alinhado ao meu propósito e que pudesse ser um ambiente seguro e saudável para minha família. Que me permitisse viver longe das amarras do estado, mas que pudesse dar estabilidade e segurança, e que fosse fácil de manter o contato com o Brasil.
E foi então quando eu e meu marido decidimos começar a vida de nômade, e depois de visitar mais de 20 países encontramos o local que seria a nossa base principal.
O Paraguai, mas essa minha nova casa está longe de ser perfeita, e embora esteja no hype neste momento é um país com um filtro natural. Não é destino principal de turismo (embora encarnacion seja belissima e tenha uma vibe praiana que se assemelha a destinos turisticos no Brasil); é um país pra quem quer viver a liberdade com todas as suas implicações, sua vida empresárial, networking, suas relações com contratos, residência, educação dos filhos. O Paraguai é uma folha em branco pedindo pra ser escrita, e muitas pessoas começaram a entender isso.
Este ano, em Asunción, isso deu um salto de nível.
Diversas empresas como a Lupo estão indo para o Paraguai, muitos profissionais de TI e até celebridades estão vindo pra cá experimentar o que o país tem de melhor pra oferecer.
Eu sou empreendedora de TI. Vim pelas oportunidades fiscais e pelos beneficios para minha família, mas fiquei pela comunidade, possibilidade de networking e pela visão de um futuro promissor.
Em Asunción encontrei devs, founders e operadores que falam a minha língua de negócio e que representam os meus valores. Você discute arquitetura de software, depois arquitetura de vida. Se compara stacks e, sem perceber, está comparando bairros, rotinas, opções de saúde, cláusulas contratuais, runway. E alguém te apresenta uma solução que não estava no Google, estava na mesa ao lado.
O documentário que lançamos nasceu disso: eu e minha equipe queriamos que você visse com os seus próprios olhos o que vivo sempre. Sem folclore, sem propaganda, gente real, construindo com calma e paciência, do jeito que liberdade costuma exigir.
Tem história de quem chegou para “testar três meses” e ficou. De quem veio só para tirar residência e descobriu comunidade. De quem trouxe os filhos e achou um ritmo de cidade que permite trabalhar, estudar, respirar.
Se você também trabalha com tecnologia, vai reconhecer e se identificar com o que mostramos: produtividade que vem da paz, custo de vida que abre espaço para errar sem quebrar, impostos que não te punem por produzir, e um círculo social que puxa o seu padrão para cima. Mas, mais que isso, vai reconhecer a sensação de que você não está sozinho na escolha de viver de forma mais livre.
O Paraguai não resolve a sua vida mas te da espaço e tempo pra resolver. É por isso que eu digo que é um filtro. Ele seleciona por intencionalidade e paciência, pessoas com baixa preferência temporal.
Assista ao documentário (link na primeira resposta).
Se fizer sentido, marque aquele amigo dev que precisa dar uma chance ao Paraguai, ou retuite para que os seus mutuals também possam conhecer melhor o Paraguai.
Por que o Paraguai virou o novo destino dos devs brasileiros?
#bolhadev
“Fácil… menos imposto!”. E se eu te falar que não é só isso?
Amanhã sai no YouTube da @PassaporteTech uma série de entrevistas, onde mostramos o cenário do Paraguai 🇵🇾 para devs, além da parte fiscal.
Se você é um dev contractor para a gringa, e quer usufruir de uma LLC. Pode não ser tão simples como parece.
Já vimos vários clientes enfrentarem problemas para estruturar isso com empresas americanas.
O motivo normalmente é o mesmo, o Rh nem sabe que isso existe.
E aí que nossa consultoria faz a diferença. A gente monta uma estratégia personalizada para você receber seus pagamentos de forma prática. Seja auxiliando na negociação e educando o Rh sobre o recebimento em uma LLC de não domiciliado, ou procurando a melhor estratégia alternativa.
No nosso YouTube o eu converso com o nosso cliente @digitalmonad_, sobre como conseguimos contornar as restrições do Rh, no caso dele.
E no final o resultado foi o desejado, 0% de imposto sobre a renda.
Essa é uma reflexão que gosto de discutir com meus clientes de consultoria. #bolhadev
Optar pelo home office ou por um estilo de vida mais livre tem seus trade-offs. Por definição, você limita o número de vagas disponíveis ao escolher trabalhar remotamente. Vagas “remote anywhere”, que pagam em moeda forte e são na modalidade contractor, já representam um filtro significativo. E quanto mais você avança na carreira, mais esse filtro aumenta. Sua pretensão salarial, por exemplo, é outro fator que reduz as opções.
Entender isso é crucial para perceber que algumas posições simplesmente não estarão disponíveis, pois não são compatíveis com seu estilo de vida. E está tudo bem! A grande questão é reconhecer esses desafios e trabalhar nos pontos fracos para continuar progredindo na carreira.
Um desses pontos é o networking, que pode ser prejudicado no trabalho remoto se você não tomar atitudes proativas. Muitas empresas ainda valorizam mais os profissionais presenciais do que os remotos. No entanto, trabalhar remotamente não significa abrir mão do contato face a face. Esse contato é muito importante — e, para quem trabalha remoto, ele se torna ainda mais essencial.
Nos últimos quatro anos, vivendo como nômade digital, passei por diversos projetos. Usei minhas viagens estrategicamente para conhecer colegas de trabalho, visitar escritórios em Portugal ou encontrar gestores na Croácia, por exemplo.
Esses movimentos foram fundamentais para minha carreira.
Além disso, é importante aproveitar o networking nas suas proximidades. Mora em um grande centro? Participe de meetups. Não mora? Aproveite uma viagem para ir a eventos de tecnologia. O ponto central é que o networking se torna cada vez mais crucial à medida que você avança na carreira, mas ele precisa ser com pessoas do seu nível profissional ou superior.
É muito comum ver devs que começam a trabalhar para o exterior e se acomodam. Quando enfrentam um layoff, percebem que não conseguem se recolocar rapidamente no mercado internacional, embora vagas CLT no Brasil “chovam” na sua porta. O motivo? Eles evoluíram na carreira, mas o networking ficou estagnado no Brasil.
Construir um networking global e presencial é complexo, custa dinheiro e pode não fazer sentido para todos. Porém, quando bem feito, ele abre oportunidades enormes.
Por que recusei (várias!) propostas de patrocínio de visto pra Europa?
#bolhadev
Era 2019. Fiz um intercâmbio de 1 mês na Europa e voltei completamente em êxtase. Ruas de pedra, castelos, cerveja artesanal a rodo, heavy metal ecoando nos pubs e aquela vibe cosmopolita com gente de todos os cantos. Era o paraíso na Terra, pensei. Queria aquilo pra minha vida. Planejei tudo: 2020, passagens compradas, 3 meses de “férias” na Europa, ficando na casa de amigos, fazendo networking para conseguir aquela vaga dos sonhos com realocação. O plano era perfeito: codar de dia, brindar com uma IPA à noite e construir uma vida nova no velho continente. Aí veio o COVID.
Cancelaram meu voo, meu sonho. A pandemia foi um soco no estômago. Me fez parar e refletir: o que eu realmente quero? Sou dev, libertário convicto, e meu objetivo nunca foi só grana. Era liberdade. Poder escolher como, onde e com quem vivo. Foi quando conheci a Teoria das Bandeiras. A ideia de ir pra onde sou tratado melhor, dividindo minha vida em pedaços estratégicos: morar onde a qualidade de vida é alta, trabalhar onde o salário é em dólar, pagar imposto onde o governo não me rouba descaradamente. Percebi que meu encanto com a Europa era só isso: uma paixão de turista. Castelos, pubs e heavy metal não eram algo que mirava no longo prazo. Pivotei.
A ideia de imigração tradicional, aquela que nos vendem como o único caminho – visto patrocinado, realocação, amarrar sua vida a uma empresa – parou de fazer sentido. O mundo se abriu. Consegui um trampo remoto internacional, virei nômade digital e rodei 20 países com um único objetivo: onde eu e minha família podemos ser mais livres? Testei cada lugar com uma visão estratégica: qualidade de vida, custo, impostos, liberdade.
E as propostas de visto? Chegaram aos montes. Trabalhando remotamente pra Europa, fazendo networking como se fosse uma sprint, recebi offers reais de realocação. Empresas querendo me levar pra lá, com pompa e circunstância. Mas, sério, por quê? Pra pagar 50% de imposto e levar pra casa um salário líquido que não daria para construir um patrimônio real? Pra ficar preso a um contrato que me engessa? Não, valeu. Minha mentalidade mudou. Liberdade > Visto.
Hoje, vivo onde quero, trabalho pra quem paga melhor e pago imposto onde faz sentido. E sabe o que é mais louco? Essa liberdade não é só pra mim. Qualquer dev com um laptop e um bom planejamento pode fazer o mesmo.
Por conta desse estilo de vida, fundei a @PassaporteTech. É isso que a gente faz: mostramos o caminho para profissionais como você construírem uma carreira global, sem amarras, sem ciladas. Quer morar na Europa? Te mostro como. Quer faturar em dólar e viver onde o sol brilha? Também sabemos o caminho. Quer pagar menos imposto e viver como nômade? É com a gente.
E aí, já recusou uma proposta que parecia “o sonho”, mas cheirava a prisão?
Se quer dar um gás na sua carreira e na sua vida internacional, me manda um DM.
📸 - Foto de 2019 em Frankfurt, na minha primeira visita à Europa.
- “Trabalhar pra país com moeda forte…” “…e viver em um local com a moeda mais fraca e/ou viver em local fiscalmente favorável”.
Tirando os EUA, a chance de você conseguir ficar rico sendo empregado em países desenvolvidos ocidentais é realmente baixa.
Você raramente vai ficar rico sendo programador por 20 anos em uma empresa Alemã, morando na Alemanha. Você terá uma ótima qualidade de vida, mas rico? Você não fica rico pagando 50% de imposto.
Oportunidade aqui na @PassaporteTech ! 👇
Estágio / Assistente de Marketing e Operações
A Passaporte Tech é uma consultoria especializada em carreira internacional para profissionais de tecnologia. Nosso propósito é unir carreira e mundo, ajudando nossos clientes a conquistar empregos internacionais, estruturar planos de mudança de país, entender o nomadismo digital e otimizar sua vida fiscal para pagar menos impostos dentro da lei.
Trabalhamos de forma colaborativa e enxuta, com espírito libertário, valorizando a liberdade individual, a autonomia e a busca por oportunidades globais.
O que buscamos: alguém com vontade de aprender, proatividade e autonomia. Valorizamos pessoas que escrevem bem, têm atenção ortográfica, curiosidade por temas globais e valoriza liberdade.
O que você fará: apoiar redes sociais (Instagram, X, LinkedIn, YouTube), pesquisar tendências, ajudar na criação de conteúdos (posts, Reels, newsletter), atualizar documentos e eBooks, além de montar landing pages simples no Orbit Pages e outras atividades operacionais.
O que você vai aprender conosco: ao trabalhar com a Passaporte Tech, você terá contato direto com essa vivência internacional. Vai aprender na prática sobre internacionalização, nomadismo digital, cultura corporativa global e otimização fiscal, além de acompanhar de perto o crescimento de uma consultoria internacional em expansão
Formato: Remoto | 20 horas semanais (4h por dia estimado) - flexível
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Assunto: Estágio – Assistente de Marketing e Operações
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