Quando comentavam, com medo, sobre o crescimento do Flávio nas pesquisas, eu dizia:
“Vamos ver até quando, né? É questão de tempo até os esquemas e escândalos começarem a vir à tona. Aí vamos ver o quanto ele aguenta surra de verdade e fatos.”
O jogo começou. Aperta start!
Por que Daniel Vorcaro do Banco Master repassaria R$ 134 milhões para um filme sobre Bolsonaro?
Não parece amor ao cinema.
Parece que a família Bolsonaro está afundada até o pescoço no lamaçal de corrupção do Banco Master.
A Alemanha parece carregar os fantasmas das 1a e 2a Guerras Mundiais. Dá a impressão de que está ansiosa para entrar no conflito com o Irã ao lado dos EUA e de Israel não apenas por alinhamento pontual, mas como parte de uma escalada cujo horizonte é a Rússia.
Pode dar merda…
Chego em casa e penso: de novo, fingindo costume, na mesma roda, trocando ideia com meus ídolos tudo ao mesmo tempo, e claro, sem pedir foto. Hoje foi assim com Salgadinho, Chrigor, Márcio Art, Breno Farias e Billy SP. Na sequência chegou Marquinhos Sensação. Eu? Normal viu…
Uma das maiores riquezas deste país é a capacidade do nosso povo de produzir cultura. Para cada R$ 1 investido em cultura, o retorno é de R$ 7,59 por meio de emprego e renda, mais que o dobro da indústria automobilística.
Criemos nosso próprio modelo de desenvolvimento!
Gaviões não é comparável às outras torcidas que desfilam.
O Gaviões nasce como expressão de uma comunidade que se organizava como ala do Vai-Vai, conquista 12 títulos consecutivos como bloco até ser convidado a se tornar escola de samba, amadrinhada pelo Camisa Verde e Branco.
“Playboy é atitude”. Quem disse acertou na lata. Certa vez fiz um vídeo falando sobre “samba de branco” explicando que o problema não são pessoas brancas no samba, mas o comportamento de certas pessoas brancas nas rodas. Sempre é sobre postura, palavra e bom senso.
Ainda bem que faço terapia e sou livre da necessidade de expor minhas opiniões publicamente nas redes sociais. Certas coisas que acontecem no Brasil, como o caso do cachorrinho Orelha, testam qualquer limite emocional e racional.
Vivência produz testemunho e análise produz explicação. Autoridade política e intelectual nasce da articulação entre as duas, não dá para trocar uma pela outra.
Uma pessoa negra tem autoridade para falar sobre como o racismo atravessa sua vida, porém, isso não significa que ela compreenda os mecanismos históricos, econômicos e institucionais que estruturam o racismo. Tal compreensão exige estudo e repertório teórico, não apenas vivência.
O que é ser brasileiro?
Para o paulista é uma coisa; para o baiano, outra; para o pernambucano, outra ainda; para o carioca, outra; para o paraense, outra; e para o gaúcho, outra também.
Ser brasileiro é justamente não caber numa definição. E é isso que torna tudo mais bonito.
Na década de 90, São Paulo era a cidade com maior taxa de homicídios do mundo, essa violência era associada aos jovens negros de quebrada. Nesse contexto emerge o pagode 90 com jovens negros ocupando programas de televisão e revistas de moda. Foi a retomada do Black is Beautiful.
No livro do Apocalipse, tão reverenciado por setores conservadores, João descreve Jesus, no texto original em grego, como “chalkolíbanon” um metal escuro e incandescente, traduzido como bronze polido, refinado no fogo. Agora fica a pergunta: qual é a cor do bronze?
Trump segue a receita de H1tl3r e não age sozinho. Ele tem apoio da elite econômica que hoje teme a China.
Quando a hegemonia entra em crise, o capital abandona a democracia, financia o autoritarismo e aposta na força militar para manter privilégios.
Foi assim no século XX.