Gil do Vigor fala sobre as comparações do PIX e do ZELLE:
“O ZELLE é aquele TED, sabe o TED que a gente usa nos bancos? é basicamente a mesma coisa… O PIX não é só um meio de pagamento. Ele é uma potência porque ele é utilizado por mais de 170 milhões de brasileiros. Movimenta trilhões de reais por ano. E não é mágica, é um sistema eficiente. Um dos mais eficientes do mundo”.
▶️ Após Eduardo Bolsonaro desafiar a Globo a se retratar sobre o Pix, a GloboNews reafirmou a fala dele e desmentiu que o sistema foi criado por Jair Bolsonaro
Apresentadores da emissora reproduziram a declaração literal do ex-deputado colocando o Pix na mesa de negociação com os Estados Unidos, afirmaram não haver outra interpretação possível e revelaram que o próprio Jair Bolsonaro disse não ter conhecimento do sistema quando foi lançado em 2020, já que o Pix foi desenvolvido por técnicos do Banco Central durante o governo Michel Temer.
CACETADA! William Waack detonou os filhos de Bolsonaro ao vivo na CNN:
“Os americanos estão tratando aliados até pior do que adversários declarados… Exigem vassalagem, que os irmãos Bolsonaro traduzem como amizade. Potências não têm amigos, potências têm apenas interesses.”
Enquanto isso, Trump elogia Lula e Flávio Bolsonaro do mesmo jeito, porque pra ele tanto faz. O que importa é o interesse americano.
Lula age como estadista e defende a soberania do Brasil. Já os filhos do Bolsonaro, ao primeiro pontapé dos americanos, já correm pra pagar vassalagem: colocam o boné do MAGA, batem continência pra bandeira americana e ainda chamam isso de “amizade”.
Vassalos disfarçados de aliados. O Brasil que se dane.
“Esse filho do Bolsonaro consegue ser pior do que ele. São vendilhões da pátria. Foram pedir que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores” - Lula grandão e sem medo.
Rapaz! Miriam Leitão parte pra cima da decisão americana de penalizar o Brasil com o TARIFLÁVIO e sai em defesa do país, mesmo com os BOLSONAROS INIMIGOS DO BRASIL. “O governo Trump está tratando isso como uma questão política, e não comercial. Pelo comércio, a gente apresentou nossos argumentos.”
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.