Vorcaro aos 45’ do segundo tempo:
“O filme do Lula eu coloquei acho que até mais. Eu acho que dá até mais. Do Lula foi por fora, foi errado.”
“Do Flávio ele pediu, foi um patrocínio.”
agr imagina ano que vem você escondido lá no araguaia comendo sardinha portando uma garruncha véia tendo que dividir uma barraca com um aliado do missao que ta do seu lado batendo punheta antes de ir dormir porque amanhã vocês vão ter que enfrentar um kaiju israelense automatizad
Imagens de satélite revelam que, em 2024, área queimada na Amazônia e na Mata Atlântica foi a maior em quatro décadas.
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📷 Adriano Machado/Reuters
Pesquisas realizadas na Universidade Federal do Paraná (UFPR) em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), resultaram no desenvolvimento de uma célula solar que gera até três vezes mais energia que as atuais, além de ser mais durável.
A intenção é que, futuramente, o novo filme fotovoltaico substitua os painéis solares atualmente em uso. O novo tipo de célula solar, construída a partir de filmes finos flexíveis e gerados camada por camada como uma impressão, pode ser fabricado com a ajuda de uma tecnologia patenteada pela Universidade.
Os polímeros semicondutores evaporados são ligados a um substrato para criar um material semi transparente, flexível, que dá nome às células por serem compostos orgânicos. Este processo resulta na formação de um material mais durável e eficiente na geração de eletricidade.
O principal benefício dessas células é que seu processo de produção ocorre em impressoras a rolo, o que permite a fabricação de quilômetros de células solares todos os meses em substratos flexíveis. Este tipo de célula fotovoltaica em filme flexível, é muito mais versátil do que as placas fotovoltaicas tradicionais.
O material depende menos do ângulo de incidência do sol. Além disso, é possível utilizar estruturas de sustentação mais leves e pode ser aplicado de diversas formas, inclusive em mobiliário urbano, estufas, fachadas de prédios e até mesmo em mochilas e casacos.
Segundo a professora Lucimara Stolz Roman, do Departamento de Física da UFPR, o processo foi possível após descobrir que um polímero semicondutor, contendo um átomo de silício, poderia sofrer uma ligação química depois que o filme foi feito combinando-o com uma molécula aceitadora de elétrons conhecida como fulereno. Ela acrescentou que isso fornece benefícios à fabricação de camadas ativas com processamento pós-deposição, pois é um procedimento que ocorre após a conclusão de todas as etapas.
Os desenvolvedores acreditam que as células solares orgânicas devem ser menos caras, mais duráveis e mais eficientes em um futuro não muito distante, o que tornará a energia solar muito mais acessível.
Fonte: CPG/ UFPR.