INVERTIDA! "E eu não me presto a trabalhos abjetos", dispara André Mendonça rebatendo criticas de Gilmar Mendes sobre as prisões preventivas no escândalo Banco Master.
Como saber quando alguem tá agindo fora da Lei e tentando beneficiar criminosos amigos?
A) Gagueja toda hora.
B) Não confronta quem lhe desmente e muda o assunto rapidamente.
C) Tenta menosprezar o crime e relativizar a conduta do criminoso.
D) Faz um malabarismo jurídico com boca mole e linguajar culto, pra fingir que está fazendo algo correto.
Capangas do pai do Vorcaro oferecendo R$ 1 mi pra irmã do Sicário (que se matou na cadeia)
ficar quieta e não vazar documentos que 'acabam com a família toda'. Enquanto isso, Gilmar devolve o processo que pode soltar Henrique Vorcaro para votação na segunda turma.
Especula-se que se o Henrique Vorcaro for solto, Daniel pode conseguir o mesmo benefício...
Todos aguardando o voto de Gilmar Mendes e Nunes Marques... será bem revelador.
O atentado contra o vereador Cabo Deyvison, em Mossoró, é um choque, mas infelizmente não chega a ser uma surpresa. No Brasil de hoje, quem enfrenta facções narcoterroristas se torna alvo.
Minha solidariedade ao Cabo Deyvison, a quem desejo uma pronta e plena recuperação. Minha solidariedade também aos amigos e familiares do assessor Allysson Diego, que pagou com a própria vida por estar ao lado de alguém que não se cala diante do crime.
Isso não é criminalidade comum. Isso é terrorismo.
O uso de um fuzil calibre 5.56, uma arma de guerra, em plena luz do dia, revela o nível de ousadia e o poder de fogo dessas organizações. Não estamos falando de simples quadrilhas. Estamos falando de facções que operam com estrutura militar, dominam territórios e executam ataques planejados.
É por isso que a classificação dessas organizações como terroristas é uma necessidade urgente. Enquanto o Estado insistir em tratá-las como um problema comum de segurança pública, elas continuarão agindo como exércitos paralelos, intimidando, aterrorizando e assassinando quem ousa enfrentá-las.
Lula deixou a casa em ruínas e, agora, vai sobrar para a direita reformar o que está ruim para manter tudo de pé. Nós estamos prontos para isso. E vamos fazer sem deixar para trás nenhum brasileiro.
Uma das maiores injustiças da política não é apenas a perseguição aos seus adversários, mas o silêncio e o jogo combinado daqueles que chegaram onde estão graças a quem foi perseguido.
Jair Bolsonaro dedicou sua vida pública a defender pautas que milhões de brasileiros pediram. Abriu espaço para novas lideranças, fortaleceu projetos políticos e ajudou a eleger pessoas que, sem sua força popular, jamais tivessem alcançado relevância nacional.
Hoje, porém, enquanto o Presidente @jairbolsonaro enfrenta o momento mais difíceis de sua vida ao lado dos presos políticos, muitos daqueles que cresceram sob sua liderança preferem a conveniência do silêncio e o jogo de cartas marcadas. Calculam cenários eleitorais como se fosse possível apagar a própria história.
O reconhecimento não é testado nos momentos de vitória, mas nos momentos de dificuldade. É fácil e conivente caminhar ao lado de quem está no auge. Difícil é permanecer firme quando há pressão, perseguição e custo pessoal.
O tempo passa, os cargos mudam e as circunstâncias se transformam. Mas a história costuma ser implacável com aqueles que abandonam seus aliados justamente quando eles mais precisam de apoio.
No final, cada um será lembrado não apenas pelo que conquistou, mas também pelas escolhas que fez quando foi chamado a demonstrar coragem e gratidão.
Tudo está sendo calculado milimetricamente com a imprensa e os aparatos descarados ou disfarçados do sistema. Mais cristalino, IMPOSSÍVEL!
Atenção🚨 diferente do que te contaram o PL da MISOGINIA não morreu
Estou a caminho de Brasília e amanhã na reunião de líderes a deputada Tábata Amaral levará o relatório do GT da Misoginia (PL 896/2023) para poder levar ao plenário AINDA EM JUNHO. Li o relatório. Vocês precisam saber o que está dentro dele antes que seja tarde.
O texto inclui a "misoginia" na Lei do Racismo com um conceito super amplo: "menosprezo ou discriminação" contra a mulher. Quem define o que é menosprezo? Delegado, promotor e juiz, depois que a intimação já chegou na sua porta. E como entra na Lei do Racismo, o crime vira INAFIANÇÁVEL e IMPRESCRITÍVEL
E o ponto mais grave: o texto admite punir manifestações contra mulheres "enquanto grupo social", SEM VÍTIMA DETERMINADA. Ninguém precisa ter sido ofendido. Basta alguém entender que sua frase, seu vídeo ou sua pregação "menosprezou" as mulheres como coletivo. Isso é crime de opinião com outro nome🤐
Tem mais: o relatório prevê SUSPENSÃO DE PERFIS na internet por decisão judicial (graças a nossa sugestão à relatora porque a ideia era que nem decisão judicial precisasse) e aumento de pena para quem tem "grande audiência digital". Traduzindo: quanto mais gente te ouve, maior o castigo. E ainda recomenda aprovar com prioridade projetos de regulação das plataformas. Isso tem nome, e o nome é CENSURA e na defesa das mulheres 🤬
Nas audiências do próprio GT, especialistas alertaram para o risco de o conceito aberto atingir a liberdade de expressão e a liberdade RELIGIOSA. Um padre que pregue sobre família, um pastor que cite a Bíblia... tudo pode virar "misoginia" na cabeça do intérprete errado.
E o próprio relatório admite: nenhum país do mundo adota exatamente esse modelo. Reino Unido e Escócia debateram e NÃO criminalizaram a misoginia como crime autônomo. Mas o Brasil quer ser pioneiro no erro.
E sabe o que é mais revelador? A relatora desse texto, Tabata Amaral, votou na CCJ contra a admissibilidade da PEC que reduz a maioridade penal. Votou para a proposta nem tramitar. Ou seja: para punir opinião na internet, urgência total. Para punir adolescente que estupra e mata, ela trabalha para enterrar a proposta.
DEFENDER AS MULHERES é punir agressor, estuprador e homicida com rigor. Não é entregar ao Estado o poder de decidir o que pode ser dito. Vou lutar contra esse texto no Plenário e alertar meus colegas deputados. ME AJUDEM
SERÍSSIMO!
Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro SOFREU 1600 AMEAÇAS após Lula sugerir enforcamento.
“Se fosse da direita, Lula já estaria sendo alvo de uma operação a mando do ministro Alexandre de Moraes..”
Lula inchou e aparelhou todo o governo, da Esplanada dos Ministérios às estatais e bancos públicos. Enxugar a máquina é inevitável. Ninguém precisa de 39, 40 ministérios.
Depois de Zambelli, a Itália julgará um caso ainda mais embaraçoso para o regime brasileiro
O caso de Tagliaferro é ainda mais escabroso que o de Carla Zambelli: ele é acusado de "tentativa de golpe" justamente por denunciar supostas irregularidades cometidas sob a gestão de Moraes no TSE.
Tagliaferro chefiou a orwelliana Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED), do TSE, e denunciou que o órgão teria virado uma central de censura à direita. As demandas por "fake news" partiriam do próprio gabinete de Moraes no Supremo, repassadas por seu juiz instrutor, e não eram anônimas, como propagava o tribunal. Quando ele não achou justificativa para censurar a Revista Oeste, mandaram-no "usar a criatividade".
Vale lembrar quem alimentava a engrenagem. Segundo Tagliaferro, parte das denúncias que viravam censura à direita partia de colaboradores informais e militantes ligados à esquerda, de universidades e de organizações de "checagem". Na prática, o regime terceirizava a caça aos opositores para a própria militância.
No Senado, ele revelou ainda um grupo informal de WhatsApp, o "Atos Antidemocráticos", que reunia servidores do TSE e a Polícia Federal para identificar manifestantes do 8 de janeiro cruzando imagens com o banco biométrico de eleitores. E acusou Moraes de combinar alvos com o PGR Paulo Gonet, montando relatórios com datas retroativas para justificar operações já feitas.
Em qualquer país sob o estado de direito, denúncias dessa gravidade seriam investigadas. No atual regime brasileiro, é o denunciante quem passa a ser tratado como criminoso e perseguido. A suposta vítima do "crime" é a própria autoridade que ele acusa: Moraes, ao mesmo tempo relator, ofendido e quem pediu a extradição. E o PGR, que deveria ser o acusador imparcial, é também alvo das denúncias do réu. Quem deveria julgar e quem deveria acusar são parte interessada. Ainda assim, a PGR o denunciou por vários crimes, até mesmo "tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito", com penas somadas que podem chegar a 22 anos.
Pior: a defesa sustenta que ele nunca foi citado regularmente. Tagliaferro mora na Itália, com endereço nos autos, o mesmo para onde Moraes pediu a extradição. Mesmo assim, o relator usou citação por edital, reservada a quem está em lugar incerto. Como o regime sabe o endereço para pedir a extradição, mas não para seguir o devido processo legal e citá-lo formalmente? A própria DPU, nomeada por Moraes, pediu para sair do caso por violação da ampla defesa.
A Corte de Cassação italiana, análoga ao Supremo brasileiro, já decidiu que Zambelli não pode ser extraditada, no caso em que Moraes atuou como relator num processo em que era vítima. No caso de Tagliaferro, Moraes não é só a suposta vítima, mas também o denunciado pelas próprias revelações.
Enquanto isso, o aparato não foi desmontado, foi reforçado. A AEED segue ativa, agora dentro de uma estrutura maior, o CIEDDE, que acoplou Polícia Federal, MPF e Anatel à mesma engrenagem. Mesmo "combate à desinformação", mesma lógica, mais poder de polícia.
Teremos mais uma eleição marcada por censura e perseguição à direita?